Eu olhava para a ferida em meu tornozelo ainda incrédula. Eu tenho o veneno de uma cobra circulando em meu sangue agora e não consigo pensar em nada. Davi me suspende em seu colo e percebo todo seu corpo rígido. -Vou te levar para o hospital agora! – se a intenção era me acalmar não funcionou, a frase dele saiu como uma ordem, como alguém em desespero. - Eu consigo andar, Davi. – tentei manter o controle da situação. Enquanto ele me carregava rapidamente por onde eu havia chegado a pouco tempo atrás. - Você não pode andar, Amanda. E tente manter seu tornozelo levantado. - Calma Davi, nós nem sabemos se era venenosa. – o caminho de volta parecia mais longo do que antes e como ele não me deixaria andar encostei minha cabeça em seu ombro me sentindo cansada, talvez pela nossa aventura de

