Capítulo 11

1370 Palavras
um robe de seda preto, apoiou as mãos na porta. - Bem vindo. – Me atrasei um pouco, estávamos cuidando dos detalhes do álbum. Por que está tão quente aqui? - Ergueu as sobrancelhas se aproximando dela. – Bom, eu não sei. - Passou os braços pelo pescoço dele. Beijou o queixo dele com carinho. - Quer uma cerveja? – Sim... - Ergueu as sobrancelhas e seguro ela pelos ombros. - Qual o plano maligno dessa vez? A de cabelos brancos riu apoiando as mãos nas dele. - Nenhum. Só quero te agradar. – Não vamos ter um bebê. - Olhou nos olhos dela. – Relaxa. - Riu apoiando as mãos no peito dele. - Pode ir ver o jogo. – Isso não me cheira bem. Vai drogar minha cerveja? - Ergueu uma das sobrancelhas. Ela gargalhava. - O que você acha que eu sou? – Um psicopata. - Assentiu. Sebby entreabriu a boca e bateu no ombro dele. - Aproveite minha gentileza. – Tudo bem, vou deixar o 17 na discagem rápida de qualquer forma. - Sorriu. Voltou para cozinha rindo. Ele se aproximou da televisão a ligando enquanto buscava o controle do ar condicionado. Dentro da almofada ele achou e riu. – Você escondeu o controle do ar para eu sentir calor e tirar a roupa? Sério? - Ria olhando para a cozinha. – Não custava tentar. - Gargalhando. – Essa guerra está se tornando tão suja. - Riu ligando o ar condicionado. Se sentou tirando as botas. Apoiou os pés na mesa de centro e o cachorro imediatamente pulou no sofá apoiando o queixo na coxa do dono. – Olha a margarida que não foi me receber. - Passou a mão pelo peso acinzentado. Panqueca colocava a língua para fora abanando o r**o animado. Sebby retornou entregando a cerveja para ele e se sentou na outra coxa. Castiel cheirou e olhou dentro. – Para eu não droguei. - Riu o olhando nos olhos. - Nem preciso, você é o tipo de homem que fica amoroso quando bebe. – Então essa é a sua tática? - Estreitou os olhos. – Não. - Tirou o robe de seda o jogando no sofá e mostrando a lingerie branca quase transparente. - Essa é. Ele ergueu as sobrancelhas, olhou para ela da cabeça aos pés. – Gostou? - Apoiou as mãos no rosto dele. – Muito, mas eu estou bem no meu celibato obrigado. - Apoiou a mão na cintura dela e com a outra levou a cerveja até a boca. – Então vou ter que apelar. Panqueca vem com a mamãe. - Se levantou e seguiu até a varanda. - Já já eu te solto. - Beijou a cabeça dele e assim que ele passou fechou a porta. Voltou para sala soltando o sutiã e caminhando em direção a ele. – Sebby... - Ele riu apoiando a mão no rosto. – Hoje eu vou reviver esse tigre dentro de você. - Soltou o sutiã o jogando no sofá. – O jogo amor... - Apontou para televisão. – Você nem está ligando para esse jogo. - Pegou a cerveja da mão dele. – Tudo bem, que se f**a o jogo. Mas a cerveja eu ainda quero. - Se levantou olhando nos olhos dela. – Você quer muito olhar. - Ria segurando a cerveja atrás de si. - Olha para baixo. – Não vou olhar para os seus p****s. - Ria a olhando nos olhos. - Você joga muito sujo. – Você acha que isso é jogar sujo? - Riu o olhando nos olhos. - Isso aqui é jogar sujo. - Virou a cerveja dele contra os próprios s***s gargalhando. - Se quer vai ter que beber daqui. Os olhos dele percorreram o caminho da cerveja. - Que se f**a essa merda. Encostou a esposa contra a parede de uma vez, ergueu ela passando suas pernas para abraçar seu quadril e deslizou a língua do tórax até o pescoço feminino, passou ambas as mãos pelas coxas dela até o traseiro que apertou com força. Passou um dos braços pelo pescoço dele e continuou segurando a cerveja com a outra mão. Deitava a cabeça para trás sorrindo. Chupou o pescoço e desceu mordendo a carne, trilhou um caminho espalhando chupões pelo delicado tórax e até os s***s. – Espere. - Riu e virou o restante da cerveja nos s***s molhando ele também. Castiel deu um imenso sorriso safado e de Inclinou abocanhando um dos delicados s***s e deslizou a língua morna com o piercing circular pela área mais sensível. – Sim! - Dizia animada jogando a garrafa contra o sofá e agarrando os fios vermelhos que agora chupavam e mordiavam excitantemente aquela região. - Vai me deixar louca assim. Passou as mãos pelo traseiro feminino por dentro da calcinha apertando com vontade, quando afastou a boca do seio, colocando a língua para fora e lambendo e massageando a parte tão sensível com a bolinha metalizada do piercing. Sebby deitava a cabeça contra a parede ofegante. Puxava os cabelos dele e deixava grunhidos de prazer escapar por entre seus lábios. Quando os dedos masculinos puxaram a calcinha fina para o lado o celular dele tocou. Castiel imediatamente ergueu a cabeça e olhou para a mesa de centro. – Não! Nem pense em atender. Se atender vai dormir no sofá. - Disse apoiando as mãos no rosto dele. – Hm. - Apoiou a mão abaixo do traseiro dela e a carregou até o celular. Pegou o aparelho atendendo. - Alô. – Filho da mãe, i****a. - Suspirava segurando nele com força para não cair. – Claro Priya, pode dizer estou disponível para falar sim. - Sorriu segurando o celular contra a orelha. A de cabelos brancos revirava os olhos, puxava a gola da camisa dele olhando dentro, enquanto ele estava com as mãos ocupadas demais para se defender. – Tudo bem. Não se preocupe com isso. Você sabe se funcionou as comparações? - Se inclinava deitando a esposa no sofá. Apoiou a mão no pescoço dela levemente e a beijou os lábios com carinho. Se ergueu em seguida se afastando. Ela inflou as bochechas com ar e se sentou olhando para o marido abrir a porta para o Panqueca. – Já era. - Estirou os braços no sofá olhando para o teto. - Porcaria. Castiel voltou apoiando o celular na mesa. - Foi quase, você quase me pegou. – Para um ateu você tem muito apoio de divindades, foi na hora certa. - Se sentou olhando para ele. – Pelo menos alguém tem que estar do meu lado. - Sorriu olhando para ela. - Vou tomar banho. – Eu vou com você! - Se levantou animada. – Sem chances. Você fica, quando eu acabar você vai. - Passou a mão no cabelo indo até o banheiro. – Tudo bem. Da próxima vez você não escapa de qualquer forma. - Moveu os ombros sorrindo. – Veremos. - Ria do banheiro. (っ˘з(˘⌣˘ ) Andava com Chani pelo parque, as duas com imensos algodões doces. – Você não deve forçar ele a ter um bebê. Isso pode ser um sinal de que ele não está preparado ainda. Espera o tempo dele também. Quando se casou você meio que assina um contrato dizendo que está disposta a dividir decisões com a outra pessoa. - A loira dizia para a amiga. – Eu sei Chani. O problema que o Castiel será o melhor pai do mundo, mas ele está resistindo. Eu tenho certeza que quando ele pegar nosso filho no colo, esses pensamentos todos vão mudar. - Tirava um pedaço do algodão doce. – Mas como vai fazer sem ele querer um bebê? Não tem nada que possa fazer. - Dizia na fila da vidente. – Esse é o problema. Eu sei que ele quer ir para cama comigo, mas está resistindo por medo de um engravidar. Questão que a minha injeção só vence no dia 5 de janeiro. - Moveu os ombros. – Amiga... Estamos entrando em março. - Ergueu as sobrancelhas olhando para ela. – Merda. - Puxou o celular do bolso da calça, quando desbloqueou a vidente chamou as duas para entrar. Ambas entraram no trailer juntas e a vidente indicou
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