um robe de seda preto, apoiou as mãos na porta. - Bem vindo.
– Me atrasei um pouco, estávamos cuidando dos detalhes do álbum. Por que está tão quente aqui? - Ergueu as sobrancelhas se aproximando dela.
– Bom, eu não sei. - Passou os braços pelo pescoço dele. Beijou o queixo dele com carinho. - Quer uma cerveja?
– Sim... - Ergueu as sobrancelhas e seguro ela pelos ombros. - Qual o plano maligno dessa vez?
A de cabelos brancos riu apoiando as mãos nas dele. - Nenhum. Só quero te agradar.
– Não vamos ter um bebê. - Olhou nos olhos dela.
– Relaxa. - Riu apoiando as mãos no peito dele. - Pode ir ver o jogo.
– Isso não me cheira bem. Vai drogar minha cerveja? - Ergueu uma das sobrancelhas.
Ela gargalhava. - O que você acha que eu sou?
– Um psicopata. - Assentiu.
Sebby entreabriu a boca e bateu no ombro dele. - Aproveite minha gentileza.
– Tudo bem, vou deixar o 17 na discagem rápida de qualquer forma. - Sorriu.
Voltou para cozinha rindo. Ele se aproximou da televisão a ligando enquanto buscava o controle do ar condicionado. Dentro da almofada ele achou e riu.
– Você escondeu o controle do ar para eu sentir calor e tirar a roupa? Sério? - Ria olhando para a cozinha.
– Não custava tentar. - Gargalhando.
– Essa guerra está se tornando tão suja. - Riu ligando o ar condicionado. Se sentou tirando as botas. Apoiou os pés na mesa de centro e o cachorro imediatamente pulou no sofá apoiando o queixo na coxa do dono.
– Olha a margarida que não foi me receber. - Passou a mão pelo peso acinzentado.
Panqueca colocava a língua para fora abanando o r**o animado.
Sebby retornou entregando a cerveja para ele e se sentou na outra coxa.
Castiel cheirou e olhou dentro.
– Para eu não droguei. - Riu o olhando nos olhos. - Nem preciso, você é o tipo de homem que fica amoroso quando bebe.
– Então essa é a sua tática? - Estreitou os olhos.
– Não. - Tirou o robe de seda o jogando no sofá e mostrando a lingerie branca quase transparente. - Essa é.
Ele ergueu as sobrancelhas, olhou para ela da cabeça aos pés.
– Gostou? - Apoiou as mãos no rosto dele.
– Muito, mas eu estou bem no meu celibato obrigado. - Apoiou a mão na cintura dela e com a outra levou a cerveja até a boca.
– Então vou ter que apelar. Panqueca vem com a mamãe. - Se levantou e seguiu até a varanda. - Já já eu te solto. - Beijou a cabeça dele e assim que ele passou fechou a porta.
Voltou para sala soltando o sutiã e caminhando em direção a ele.
– Sebby... - Ele riu apoiando a mão no rosto.
– Hoje eu vou reviver esse tigre dentro de você. - Soltou o sutiã o jogando no sofá.
– O jogo amor... - Apontou para televisão.
– Você nem está ligando para esse jogo. - Pegou a cerveja da mão dele.
– Tudo bem, que se f**a o jogo. Mas a cerveja eu ainda quero. - Se levantou olhando nos olhos dela.
– Você quer muito olhar. - Ria segurando a cerveja atrás de si. - Olha para baixo.
– Não vou olhar para os seus p****s. - Ria a olhando nos olhos. - Você joga muito sujo.
– Você acha que isso é jogar sujo? - Riu o olhando nos olhos. - Isso aqui é jogar sujo. - Virou a cerveja dele contra os próprios s***s gargalhando. - Se quer vai ter que beber daqui.
Os olhos dele percorreram o caminho da cerveja. - Que se f**a essa merda.
Encostou a esposa contra a parede de uma vez, ergueu ela passando suas pernas para abraçar seu quadril e deslizou a língua do tórax até o pescoço feminino, passou ambas as mãos pelas coxas dela até o traseiro que apertou com força.
Passou um dos braços pelo pescoço dele e continuou segurando a cerveja com a outra mão. Deitava a cabeça para trás sorrindo.
Chupou o pescoço e desceu mordendo a carne, trilhou um caminho espalhando chupões pelo delicado tórax e até os s***s.
– Espere. - Riu e virou o restante da cerveja nos s***s molhando ele também.
Castiel deu um imenso sorriso safado e de Inclinou abocanhando um dos delicados s***s e deslizou a língua morna com o piercing circular pela área mais sensível.
– Sim! - Dizia animada jogando a garrafa contra o sofá e agarrando os fios vermelhos que agora chupavam e mordiavam excitantemente aquela região. - Vai me deixar louca assim.
Passou as mãos pelo traseiro feminino por dentro da calcinha apertando com vontade, quando afastou a boca do seio, colocando a língua para fora e lambendo e massageando a parte tão sensível com a bolinha metalizada do piercing.
Sebby deitava a cabeça contra a parede ofegante. Puxava os cabelos dele e deixava grunhidos de prazer escapar por entre seus lábios.
Quando os dedos masculinos puxaram a calcinha fina para o lado o celular dele tocou.
Castiel imediatamente ergueu a cabeça e olhou para a mesa de centro.
– Não! Nem pense em atender. Se atender vai dormir no sofá. - Disse apoiando as mãos no rosto dele.
– Hm. - Apoiou a mão abaixo do traseiro dela e a carregou até o celular. Pegou o aparelho atendendo. - Alô.
– Filho da mãe, i****a. - Suspirava segurando nele com força para não cair.
– Claro Priya, pode dizer estou disponível para falar sim. - Sorriu segurando o celular contra a orelha.
A de cabelos brancos revirava os olhos, puxava a gola da camisa dele olhando dentro, enquanto ele estava com as mãos ocupadas demais para se defender.
– Tudo bem. Não se preocupe com isso. Você sabe se funcionou as comparações? - Se inclinava deitando a esposa no sofá. Apoiou a mão no pescoço dela levemente e a beijou os lábios com carinho. Se ergueu em seguida se afastando.
Ela inflou as bochechas com ar e se sentou olhando para o marido abrir a porta para o Panqueca.
– Já era. - Estirou os braços no sofá olhando para o teto. - Porcaria.
Castiel voltou apoiando o celular na mesa. - Foi quase, você quase me pegou.
– Para um ateu você tem muito apoio de divindades, foi na hora certa. - Se sentou olhando para ele.
– Pelo menos alguém tem que estar do meu lado. - Sorriu olhando para ela. - Vou tomar banho.
– Eu vou com você! - Se levantou animada.
– Sem chances. Você fica, quando eu acabar você vai. - Passou a mão no cabelo indo até o banheiro.
– Tudo bem. Da próxima vez você não escapa de qualquer forma. - Moveu os ombros sorrindo.
– Veremos. - Ria do banheiro.
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Andava com Chani pelo parque, as duas com imensos algodões doces.
– Você não deve forçar ele a ter um bebê. Isso pode ser um sinal de que ele não está preparado ainda. Espera o tempo dele também. Quando se casou você meio que assina um contrato dizendo que está disposta a dividir decisões com a outra pessoa. - A loira dizia para a amiga.
– Eu sei Chani. O problema que o Castiel será o melhor pai do mundo, mas ele está resistindo. Eu tenho certeza que quando ele pegar nosso filho no colo, esses pensamentos todos vão mudar. - Tirava um pedaço do algodão doce.
– Mas como vai fazer sem ele querer um bebê? Não tem nada que possa fazer. - Dizia na fila da vidente.
– Esse é o problema. Eu sei que ele quer ir para cama comigo, mas está resistindo por medo de um engravidar. Questão que a minha injeção só vence no dia 5 de janeiro. - Moveu os ombros.
– Amiga... Estamos entrando em março. - Ergueu as sobrancelhas olhando para ela.
– Merda. - Puxou o celular do bolso da calça, quando desbloqueou a vidente chamou as duas para entrar.
Ambas entraram no trailer juntas e a vidente indicou