- Aprende como se come de verdade meu pequeno cervo.
– Eu faço pelo bem da nossa saúde. Não quero você com problemas de saúde. - Mordia com vontade. - Mas isso é maravilhoso. - Olhava para o cachorro quente.
– De nada. - Ria bebendo o refrigerante.
– Tudo bem. - Pegava o guardanapo ao acabar e limpava o rosto. - Vou te fazer uma pergunta que eu já tenho curiosidade faz um certo tempo.
– Lá vem bomba. - Entregou o refrigerante para ela.
– Com quantas mulheres você dormiu quando estávamos separados na faculdade? - Perguntou curiosa.
– Eu não me lembro. Não foram tantas quanto imagina. E você com quantos caras você dormiu quando estávamos separados? - Se levantou pegando o lixo.
– Quatro. - Cruzou os braços olhando para ele. - Um deles fiquei por seis meses. Estranhamente ele era ruivo.
Castiel gargalhou. - Você teve um namoradinho?
– Era mais algo sem compromisso. Ou eu buscando você em outra pessoa eu não sei. - Se levantou seguindo com ele até a lixeira.
– Pobrezinho. Você nunca fala dessa época que esteve longe. Parece ter se divertido. - Sorriu olhando para ela.
– Quando dei minha virgindade para você, você abriu um mundo novo para mim. Então... Eu peguei gosto pela coisa. Mas não era a mesma coisa do que com você. - Caminhava ao lado dele.
– Claro que não. Só eu sei fazer do jeito que você gosta. - Jogou tudo no lixo e bateu as mãos.
– Eu achava que sim. Você era gentil no ensino médio, atencioso... Amoroso. Agora você soltou alguma fera ai dentro. Se tornou mil vezes melhor do que naquela época. Foram de gemidos a gritos. Então por isso perguntei se você dormiu com muitas como treinamento ou sei lá. - Olhava curiosa.
Ele gargalhava apoiando as mãos nos joelhos. - Você pensa cada coisa.
– Isso é um sim para o treinamento? - Riu o olhando.
– Devo ter dormido com poucas pessoas. Não se preocupa não foi treinamento. Eu só não queria te assustar nas suas primeiras vezes. - Olhava para ela rindo.
– É claro, você nasceu um tigre. - Apoiava a mão no queixo.
– Vamos ver a casa. - Passou o braço pelos ombros dela. - Você está pensando em coisas malucas, isso é t***o acumulado?
– Provavelmente. - Passava a mão na cintura dele. - Podemos renogociar nossa guerra?
– Faça sua proposta. - Caminhavam até o carro.
– Que tal você começar a tirar a roupa outra vez, assim tenho algo para pensar no banho. - Olhava para ele mordendo o lábio inferior.
– Tudo bem. Eu posso voltar a tirar a roupa, contanto que você não possa tocar. - Deu um sorriso m*****o.
– Porcaria. - Se soltava do abraço indo até o lado do carro do banco do passageiro.
– Você pode desistir do bebê e vai me ter por inteiro outra vez. - Destrancou o carro e entrou.
Ela entrou no carro colocando o cinto de segurança. - Não.
– Então vamos viver em celibato. - Sorriu de lado ligando o carro.
– Isso é ridículo. Você também quer isso não quer? - Ergueu as sobrancelhas para ele.
– Claro que quero. - Olhava para a estrada. - Mas você é mais importante.
– Droga de marido apaixonado. - Olhava pela janela, enquanto ele ria.
– Você já pensou no parto? Nos enjôos? Nessa criança chorando a noite? Faz só um ano que nos casamos. - Continuava olhando para frente.
– São coisas que estou disposta a enfrentar e além do mais... Nós namoramos um ano e meio no ensino médio, mais um na faculdade, passei um ano todo em turnê com você e começamos a morar juntos antes de casar foram quatro anos morando juntos, mais um de casados. Isso são oito anos no total bebê. Oito anos. - Olhava para ele.
– p**a merda faz quase dez anos que eu aguento você? - Ergueu as sobrancelhas.
Ela riu empurrando o ombro dele.
– Vamos pensar direito em tudo isso ok? Mas não agora. - Apoiou a mão sobre a coxa dela. - Vamos ver a casa depois falamos disso.
Sebby assentiu. - Não vai pode fugir disso para sempre.
– Não estou fugindo, você sabe que sou sincero. Eu não quero filhos. - Estacionou o carro. - É egoísta da minha parte, mas eu gosto da vida que vivemos.
– Eu também gosto... Mas... Tudo bem vamos falar sobre isso depois se você não desistir do celibato essa noite. - Desceu do carro com sorriso m*****o. - Pediu para a arquiteta colocar isolamento acústico no seu estúdio?
– Claro, no seu também e no nosso quarto. - Caminhou para dentro da casa em construção.
– Por que no quarto? - Caminhou com ele passando por cima de algumas tábuas de madeira no chão.
– Para você pode gritar em paz quando tivermos visitas. - Riu e estendeu a não para ajudar ela a passar algumas latas.
– Safado, já estava pensando nesse tipo de coisa. - Segurou a mão dele pulando as latas.
– Eu sempre estou um passo a frente. - Sorriu beijando a mão dela.
Ambos olharam para as janelas de vidros já instaladas.
– Fui muito perspicaz de te convencer a ter uma casa na floresta e não na praia. - Sorria o olhando. - Podemos ter imensas janelas e ainda olhar a natureza. Se você me irritar te tranco lá fora com os ursos.
Riu olhando para ela. - Vamos ver a cozinha.
Caminharam juntos até a cozinha com imensas janelas. Sebby se aproximou olhando para baixo. - Panqueca vai amar esse quintal imenso.
– Temos que fazer uma cerca. Do jeito que ele é vai sair correndo para dentro da floresta. - Apoiou a mão no fim das costas da esposa olhando para baixo também.
– Sim. E a hidro? - Olhou animada.
– Já instalaram. - Apoiou a mão no topo da cabeça dela. - Está no nosso quarto.
– Vamos testar? - Dizia animada.
– Claro, só que a água está gelada ainda pelo que me falaram. - Seguiu subindo as escadas.
– Não instalaram as placas solares ainda? - Ergueu as sobrancelhas.
– Ainda não. - Olhou para esposa.
– Eu já estava indo embora! - Arquiteta se aproximou de ambos. - O que acham?
– Está tudo incrível. - A de cabelos brancos disse animada.
– Que bom, venham ver o quarto de vocês. Vamos colocar as luzes embutidas e as caixas de som. - Apontou para os buracos no teto. - Quarto de vocês fizemos portas duplas com a parte do banheiro onde estão se toma banho aberta para o quarto. - Caminhava na frente.
– Você não vai conseguir fugir de mim quando mudarmos para cá. - Sussurrou para ele.
Ele gargalhou. - Me preocupa, eu sozinho no meio do mato com você. É realmente algo perigoso.
Riram juntos e ela abraçou o braço dele.
– Aqui onde planejo colocar uma cama big, com luzes caindo do teto como abajur. Ali o closet e a parte aberta do banheiro. - Apontava mostrando tudo para o casal.
– Amamos. - A pintora sorriu.
– Os quartos vão ser nesse estilo também. Vou mandar os projetos para vocês pelo celular. - Sorriu para os dois.
– Ótimo. - Assentiu.
– Agora... Para o quarto de um futuro bebê, podemos fazer branco! - Disse animada juntando as mãos diante do corpo.
Sebby deu um sorriso m*****o para o marido. - Eu adorei a ideia.
– Que bebê? - Ergueu a sobrancelha apoiando a mão na testa para a massagear. - Não é hora para pensar nisso.
– É sim! - A de cabelos brancos agarrou o braço da arquiteta. - Me fala mais sobre um quarto de bebê.
– Universo me ajuda aí, você não tá conspirando a meu favor. - Olhou para cima suspirando.
(~ ̄³ ̄)~
Castiel entrava no apartamento jogando as chaves no pote ao lado da porta.
– Esse apartamento parece um forno. - Passou as mãos pelos cabelos vermelhos amarrando em um coque. - Sebby?
Ela apareceu na porta da cozinha usando