Capítulo 10

1371 Palavras
- Aprende como se come de verdade meu pequeno cervo. – Eu faço pelo bem da nossa saúde. Não quero você com problemas de saúde. - Mordia com vontade. - Mas isso é maravilhoso. - Olhava para o cachorro quente. – De nada. - Ria bebendo o refrigerante. – Tudo bem. - Pegava o guardanapo ao acabar e limpava o rosto. - Vou te fazer uma pergunta que eu já tenho curiosidade faz um certo tempo. – Lá vem bomba. - Entregou o refrigerante para ela. – Com quantas mulheres você dormiu quando estávamos separados na faculdade? - Perguntou curiosa. – Eu não me lembro. Não foram tantas quanto imagina. E você com quantos caras você dormiu quando estávamos separados? - Se levantou pegando o lixo. – Quatro. - Cruzou os braços olhando para ele. - Um deles fiquei por seis meses. Estranhamente ele era ruivo. Castiel gargalhou. - Você teve um namoradinho? – Era mais algo sem compromisso. Ou eu buscando você em outra pessoa eu não sei. - Se levantou seguindo com ele até a lixeira. – Pobrezinho. Você nunca fala dessa época que esteve longe. Parece ter se divertido. - Sorriu olhando para ela. – Quando dei minha virgindade para você, você abriu um mundo novo para mim. Então... Eu peguei gosto pela coisa. Mas não era a mesma coisa do que com você. - Caminhava ao lado dele. – Claro que não. Só eu sei fazer do jeito que você gosta. - Jogou tudo no lixo e bateu as mãos. – Eu achava que sim. Você era gentil no ensino médio, atencioso... Amoroso. Agora você soltou alguma fera ai dentro. Se tornou mil vezes melhor do que naquela época. Foram de gemidos a gritos. Então por isso perguntei se você dormiu com muitas como treinamento ou sei lá. - Olhava curiosa. Ele gargalhava apoiando as mãos nos joelhos. - Você pensa cada coisa. – Isso é um sim para o treinamento? - Riu o olhando. – Devo ter dormido com poucas pessoas. Não se preocupa não foi treinamento. Eu só não queria te assustar nas suas primeiras vezes. - Olhava para ela rindo. – É claro, você nasceu um tigre. - Apoiava a mão no queixo. – Vamos ver a casa. - Passou o braço pelos ombros dela. - Você está pensando em coisas malucas, isso é t***o acumulado? – Provavelmente. - Passava a mão na cintura dele. - Podemos renogociar nossa guerra? – Faça sua proposta. - Caminhavam até o carro. – Que tal você começar a tirar a roupa outra vez, assim tenho algo para pensar no banho. - Olhava para ele mordendo o lábio inferior. – Tudo bem. Eu posso voltar a tirar a roupa, contanto que você não possa tocar. - Deu um sorriso m*****o. – Porcaria. - Se soltava do abraço indo até o lado do carro do banco do passageiro. – Você pode desistir do bebê e vai me ter por inteiro outra vez. - Destrancou o carro e entrou. Ela entrou no carro colocando o cinto de segurança. - Não. – Então vamos viver em celibato. - Sorriu de lado ligando o carro. – Isso é ridículo. Você também quer isso não quer? - Ergueu as sobrancelhas para ele. – Claro que quero. - Olhava para a estrada. - Mas você é mais importante. – Droga de marido apaixonado. - Olhava pela janela, enquanto ele ria. – Você já pensou no parto? Nos enjôos? Nessa criança chorando a noite? Faz só um ano que nos casamos. - Continuava olhando para frente. – São coisas que estou disposta a enfrentar e além do mais... Nós namoramos um ano e meio no ensino médio, mais um na faculdade, passei um ano todo em turnê com você e começamos a morar juntos antes de casar foram quatro anos morando juntos, mais um de casados. Isso são oito anos no total bebê. Oito anos. - Olhava para ele. – p**a merda faz quase dez anos que eu aguento você? - Ergueu as sobrancelhas. Ela riu empurrando o ombro dele. – Vamos pensar direito em tudo isso ok? Mas não agora. - Apoiou a mão sobre a coxa dela. - Vamos ver a casa depois falamos disso. Sebby assentiu. - Não vai pode fugir disso para sempre. – Não estou fugindo, você sabe que sou sincero. Eu não quero filhos. - Estacionou o carro. - É egoísta da minha parte, mas eu gosto da vida que vivemos. – Eu também gosto... Mas... Tudo bem vamos falar sobre isso depois se você não desistir do celibato essa noite. - Desceu do carro com sorriso m*****o. - Pediu para a arquiteta colocar isolamento acústico no seu estúdio? – Claro, no seu também e no nosso quarto. - Caminhou para dentro da casa em construção. – Por que no quarto? - Caminhou com ele passando por cima de algumas tábuas de madeira no chão. – Para você pode gritar em paz quando tivermos visitas. - Riu e estendeu a não para ajudar ela a passar algumas latas. – Safado, já estava pensando nesse tipo de coisa. - Segurou a mão dele pulando as latas. – Eu sempre estou um passo a frente. - Sorriu beijando a mão dela. Ambos olharam para as janelas de vidros já instaladas. – Fui muito perspicaz de te convencer a ter uma casa na floresta e não na praia. - Sorria o olhando. - Podemos ter imensas janelas e ainda olhar a natureza. Se você me irritar te tranco lá fora com os ursos. Riu olhando para ela. - Vamos ver a cozinha. Caminharam juntos até a cozinha com imensas janelas. Sebby se aproximou olhando para baixo. - Panqueca vai amar esse quintal imenso. – Temos que fazer uma cerca. Do jeito que ele é vai sair correndo para dentro da floresta. - Apoiou a mão no fim das costas da esposa olhando para baixo também. – Sim. E a hidro? - Olhou animada. – Já instalaram. - Apoiou a mão no topo da cabeça dela. - Está no nosso quarto. – Vamos testar? - Dizia animada. – Claro, só que a água está gelada ainda pelo que me falaram. - Seguiu subindo as escadas. – Não instalaram as placas solares ainda? - Ergueu as sobrancelhas. – Ainda não. - Olhou para esposa. – Eu já estava indo embora! - Arquiteta se aproximou de ambos. - O que acham? – Está tudo incrível. - A de cabelos brancos disse animada. – Que bom, venham ver o quarto de vocês. Vamos colocar as luzes embutidas e as caixas de som. - Apontou para os buracos no teto. - Quarto de vocês fizemos portas duplas com a parte do banheiro onde estão se toma banho aberta para o quarto. - Caminhava na frente. – Você não vai conseguir fugir de mim quando mudarmos para cá. - Sussurrou para ele. Ele gargalhou. - Me preocupa, eu sozinho no meio do mato com você. É realmente algo perigoso. Riram juntos e ela abraçou o braço dele. – Aqui onde planejo colocar uma cama big, com luzes caindo do teto como abajur. Ali o closet e a parte aberta do banheiro. - Apontava mostrando tudo para o casal. – Amamos. - A pintora sorriu. – Os quartos vão ser nesse estilo também. Vou mandar os projetos para vocês pelo celular. - Sorriu para os dois. – Ótimo. - Assentiu. – Agora... Para o quarto de um futuro bebê, podemos fazer branco! - Disse animada juntando as mãos diante do corpo. Sebby deu um sorriso m*****o para o marido. - Eu adorei a ideia. – Que bebê? - Ergueu a sobrancelha apoiando a mão na testa para a massagear. - Não é hora para pensar nisso. – É sim! - A de cabelos brancos agarrou o braço da arquiteta. - Me fala mais sobre um quarto de bebê. – Universo me ajuda aí, você não tá conspirando a meu favor. - Olhou para cima suspirando. (~ ̄³ ̄)~ Castiel entrava no apartamento jogando as chaves no pote ao lado da porta. – Esse apartamento parece um forno. - Passou as mãos pelos cabelos vermelhos amarrando em um coque. - Sebby? Ela apareceu na porta da cozinha usando
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