filho. - Beijou a bochecha dela.
– Bom, talvez você não seja tão bem dotado quanto me lembro. Quer esconder que o nude é real? - Ergueu as sobrancelhas olhando para ele.
Castiel gargalhou. - Vai tentar me insultar para que eu te prove o contrário? Que golpe baixo. Pena que não cola. Você já me pintou nu dezenas de vezes, tenho certeza que você se lembra.
Ambos saíram do carro indo até o restaurante.
– Tudo bem... Vamos conversar sobre isso devidamente. Já tem fotos de você sem camisa a internet, não podemos pagar alguém para vazar comparações? Como seu fã-clube? - Deu a mão para ele entrelaçando os dedos aos dele.
Ele ergueu as sobrancelhas olhando para ele e entrelaçou os dedos nos dela. - Você tem razão. Vou ligar para a Priya e propôr isso. Pode pegar uma mesa para nós?
– Claro, vai me dever duas. Uma pela mesa e outra pela ideia. - Piscou para ele e ambos se afastaram.
Ela escolheu uma mesa próxima a janela e se sentou. Nem se quer tocou no cardápio e apoiou o cotovelo na mesa olhando pela janela.
Estava com pensamento distraído quando ouviu uma voz familiar. Virou o rosto em direção e mais uma vez viu os longos fios castanhos de costas para ela anotando os pedidos da mesa vizinha.
Franziu o cenho e mais uma vez um longo arrepio percorreu seu corpo. Esfregou as mãos nos braços e viu em seguida o marido vir em direção a mesa puxando a cadeira para se sentar. Os imensos olhos azuis de fixavam na figura que estava de costas para ela.
– Sunshine já decidiu o que vai pedir? - Castiel se sentou olhando para o cardápio.
A de cabelos brancos imediatamente virou o rosto em direção ao marido. - Bom, eu não gostei de nada do cardápio, podemos ir em outro lugar?
Ele ergueu as sobrancelhas surpreso. - Tudo bem. Mas esse não é o seu restaurante favorito?
– Não sei mais se é. Estou me sentindo meio desconfortável aqui. Vamos comer um cachorro quente? - Disse com um doce sorriso.
– Tudo bem. Você quer conversar? - Olhou preocupado.
– Está tudo bem. Vamos? - Se levantou e estendeu a mão para ele.
O ruivo levantou segurando a mão feminina e a beijando com carinho, enquanto saiam do restaurante.
Só havia uma pessoa no mundo todo capaz de deixar Sebby tão desconfortável e essa pessoa era o pesadelo em forma de ser humano. O problema era que ambos frequentavam aquele restaurante há anos, então como seria possível essa mulher surgir do nada outra vez?
Ambos caminhavam até o trailer de cachorro quente, ela mordia o polegar pensativa. Talvez estivesse sendo paranóica, mas era justificável por tudo que ambos passaram graças a aquela mulher.
– Eu já volto. - Beijou o rosto dela e seguiu até a fila do trailer.
Caminhava de um lado para o outro impaciente.
– Amiga, vai cavar o chão assim. - Um voz doce e tranquila disse.
A de cabelos brancos imediatamente ergueu a cabeça olhando para quem dizia aquelas palavras. Suspirou aliviada ao ver a gentil expressão de Chani.
– Oi! Você tem trabalhado tanto que m*l vejo você. - Sorriu para a amiga.
– Eu ia ao seu apartamento hoje. Estava com saudades. - Chani foi a primeira a se inclinar para ambas se abraçarem.
– Eu adoraria. Estou feliz por você está no seu caminho agora. Mas tire um tempo para mim. - Sebby disse apertando a bochecha contra a da amiga.
– Farei. - A loira riu. - Podemos passar um tempo juntas. Ficou sabendo daquela vidente? Ela está de novo na cidade. Vem comigo?
– Claro. Da última vez ela me disse coisas maravilhosas. - Sorriu.
– Amanhã a noite podemos ir. Aproveitamos para jantar e passar uma noite juntas. - Dizia animada.
– Eu preciso mesmo disso. - Abraçou a amiga outra vez.
– Agora, por qual razão você estava andando num vaivém? - Olhou nos olhos azuis.
Sebby passou a mão pela nuca. - Amanhã conversamos, estou esperando o Cassy. - Apontou para o trailer de cachorro quente.
– Ah sim! Diga que mandei um oi. Faz tempo que não vejo ele. Bom vou indo, te mando o horário por mensagem. - Acenou e recebeu um aceno de volta.
Voltou a morder o polegar pensativa.
– Vai me dizer o que está rolando? - Olhou para ela com os refrigerantes apoiados contra o corpo e nos braços e os cachorros quentes nas mãos.
– Nada está rolando. - Pegou os refrigerantes para que ele pudesse abrir os braços.
– Não gosto quando você mente. - Caminhamos até um banco livre no parque e nos sentamos.
– Só fiquei imaginando coisas estranhas. - Apoiou o copo no banco. - Você já parou para pensar que se a Debrah não fosse uma bruxa... Você estaria provavelmente casado com ela agora e que ela teria a minha vida?
– Não concordo. Eu só comecei a cantar por causa daquela música que escrevi para você no ensino médio. Se eu tivesse com ela provavelmente nunca teria descoberto a força dos meus pulmões e o amor verdadeiro de alguém. - Mordeu o cachorro quente.
– Você... - Suspirou aliviada. - Você achar que sua vida seria diferente?
– Acho que eu estaria afundado em drogas e em um relacionamento infeliz. Ela ia me descartar na primeira oportunidade. Por quê estamos falando disso? Sabia que uma comida gorduroso não viria de graça. - Comia olhando para ela.
– Foram pensamentos bobos. Você me ama acima de tudo, como eu poderia desconfiar que você imaginava sua vida com ela. - Riu mordendo o cachorro quente.
– Você está se achando hein. - Sorriu limpando a bochecha dela com o guardanapo. - Mas é verdade, eu te amo acima de tudo e todos.
– Por isso não quer me dar um bebê, seria menos de mim para você. Eu tenho que parar de me questionar. - Olhava para ele, enquanto o ruivo limpava o rosto dela.
Castiel riu dobrando o guardanapo e passando por todo o rosto feminino. - Que bom que você mesmo se censura desses pensamentos malucos.
Ela ria empurrando as mãos dele. - Para eu já tô limpa.
Ambos apoiaram os ombros enquanto comiam. Sebby tinha um sorriso alegre no rosto. - Você sabe que também é o que mais amo no mundo né?
– Claro que eu sei. - Sorriu olhando para ela.
– Exibido. - Mordia o cachorro quente outra vez e a salsicha escapava do pão. - NAAAO.
O músico ria olhando para ela. - Você é a mesma atrapalhada de sempre.
– Cala a boca. - Olhava a salsicha no chão e um cachorro que imediatamente veio roubar e correr. - Porcaria.
– Vou comprar outro. Toma fica com o meu. - Entregou para ela.
– Não preciso de outro eu fico com meu pão. Um cachorro quente vegetariano. - Ria olhando para ele.
– Não seja b***a. - Pegou o pão da mão dela entregando o dele. - Fica com o meu.
– Você sem carne?? Olha para o seu tamanho, você precisa de quantidades absurdas de carne, fica com o seu. - Estendeu para ele.
– Eu tenho uma reserva de comida e olha para você nem tem onde estocar comida. Come o cachorro quente. - Mordeu o pão vazio.
A de cabelos brancos deitou a cabeça no próprio ombro olhando para ele rindo. - Vou comprar outro.
– Não precisa. Temos que ir até a casa ainda a arquiteta vai embora se demorarmos. Relaxa o traseiro ai. - Mordeu outra vez franzindo o cenho.
– Deve estar horrível para você. - Sorria apoiando a mão no ombro dele. Mordeu o dela. Passando a língua nos lábios em seguida. - Por quê raios tem bacon no seu cachorro quente?
– Por que diferente de você eu sei comer de verdade. - Comeu o restante do pão.
– Meu Deus, por isso eu controlo sua dieta, você vai morrer cedo se continuar comendo assim. - Mordeu outra vez. - Isso é delicioso.
Riu olhando para ela.