Devo admitir… Isso era bom. Muito bom. Cada vez mais, eu estava gostando de estar naquela casa. Gostando de estar ao lado dele. Por mais que a minha cabeça insistisse em dizer que tudo aquilo era loucura, que o jeito como nos conhecemos e o fato de eu estar grávida de um homem que eu m*l conhecia ainda parecesse surreal… Meu coração parecia não se importar. Eu simplesmente não conseguia parar de sorrir. Era estranho lembrar do começo. De quando eu entrei naquela casa pela primeira vez, toda assustada, me trancando no escritório dele como se aquele lugar fosse minha fortaleza. Agora, me pegava ali, no mesmo cômodo, me arrumando ao lado dele, como se fosse a coisa mais natural do mundo. E, no entanto… Meu coração deu um salto no peito ao lembrar de um detalhe crucial. Minha mãe estava ali.

