Bem ou m*l, sempre há brigas de casal II

3330 Palavras
Talvez eu pudesse usar algo que apreciávamos fazer juntas. Se seus gostos ainda fossem os mesmos o que eu acho possível, então eu posso usar isso ao meu favor. - É uma pena estar de dia ainda. - Sussurrei olhando para o céu nublado. - Por quê? - Senti sua voz transmitindo uma pequena curiosidade pela primeira vez desde que nossa conversa começou. - Durante o dia não posso ver as estrelas. - Expliquei. - Durante a noite gosto de passar várias horas vendo o céu escuro coberto por estrelas. É uma visão e tanto que hoje muitos não dão importância. Abaixei o olhar na sua direção e me surpreendi ao ver que agora Camila não tinha a cabeça erguida para o teto e de olhos fechados e sim inclinada na minha direção me fitando com curiosidade. - O que foi? - Me fingi de desentendida. - Nada. - Vai me dizer que não é bom olhar para o céu? Camila deu de ombros encerrando o assunto, ela também não dava uma brecha. - O que faz aqui? - Ela perguntou do nada. - Como? - Olhei-a confusa. - Você entendeu. O que está fazendo, vindo aqui conversar comigo? - Eu já disse, vim pegar um pouco de ar. Camila estreitou os olhos me encarando fixamente, estava na cara dela que ela descobriu que eu estava mentindo. Que droga! - Como sabe que eu quero conversar com você? - Perguntei derrotada já devia me acostumar que não da para enganar Camz. - Acho que você não foi uma boa atriz quando deu sua desculpa de ter vindo aqui e sua situação só piorou quando todos da casa sumiram assim que começamos a conversar. Arregalei os olhos. Eu nem percebi que todos tinham sumido, eles não tinham um jeito mais discreto para nos dar privacidade, não? A quem estou enganando já me denunciei quando fiz esse teatrinho. Ri balançando a cabeça. - E eu que sempre achei ser uma boa atriz. - Talvez, só esteja muito tempo sem praticar. - Respondeu. - Não. - Neguei com a cabeça. - Você sempre foi muito perspicaz. Ela voltou a fitar o teto. - Sinto saudades. - Sussurrei quase inaudível, porém tinha certeza que ela escutaria. - Hum? Suspirei estava na hora de começar a conversar sério. - É por isso que vim até aqui. Sinto saudades do tempo que passávamos juntas. Camila não me respondeu, mas agora ela parecia perdida em pensamentos. - Posso confessar uma coisa? - Nada. - Foi com você que eu aprendi a apreciar a beleza do céu. Sua perna direita parou fazendo assim a rede parar de balançar aos poucos. Sua voz somente surgiu quando a rede ficou completamente parada: - O que você e sua família são de mim? Por que os considero da minha família como todos dizem? - Nós nos conhecemos há pouco tempo. Na verdade você conhece Ally há mais de um século quando ela ainda era humana. Camila virou o rosto na minha direção não escondendo a surpresa nos seus olhos. - Diferente, não? - Falei e dei meu sorriso torto. Não sei o que deu nela, mas Camila me olhou diferente, não sabia dizer o que seus olhos transmitiam, mas dessa vez estavam estranhamente familiar. Por mais que eu já tivesse visto esse seu olhar, não podia dizer o que ele simplesmente significava, pois de alguma forma ela conseguiu esconder o verdadeiro sentimento por atrás deles. Ela fechou os olhos por alguns segundos os abrindo novamente como se não tivesse nada neles segundos atrás. - Não acha um absurdo eu acreditar que me simpatizei por alguma humana? - Disse ela. - Por que não? - Além do fato dos humanos servirem apenas para comida. - Reprimi a careta que tive vontade de fazer. - Eu não me vejo sendo amiga de ninguém. - E Sofi? - Isabella é um caso à parte. (N/a: Só lembrando que o primeiro nome de Sofi é Isabella) Trinquei os dentes. Eu não acreditava que ela pudesse falar assim como se não tivesse importância alguma. - É Sofi. - Disse um pouco exaltada. - Você só a chamava de Isabella quando era pra ela ser repreendida. Como você acha que sua filha se sente quando você não a chama pelo apelido carinhoso que deu a ela? Ela se sentou bruscamente na rede com os punhos fechados e me olhando com raiva. - O jeito como eu chamo ela ou deixo de chamar é um problema meu e não seu. - Sua voz começou a sair ríspida. - É meu, a partir do momento que estamos falando na felicidade dela. Merda! Quando começamos a discutir? Sendo que segundos atrás estávamos tendo uma conversa amigável. Mas eu não conseguia fechar minha boca. Ao mesmo tempo que eu queria fazer tudo por ela, eu estava revoltada por ela agir fria desse jeito. - Se você acha que vai conquistar sua filha agindo desse jeito, então você está perdendo seu tempo. Sofi não merece isso. - Arrependi-me das minhas palavras assim que saíram da minha boca. Camila arregalou os olhos. Mas que merda! Eu a magoei da pior maneira possível, mesmo que ela não estivesse agindo certo, não merecia essa palavras tão duras. Pode ser que eu tenha quebrado todas as barreiras que construímos desde que Camila voltou. Senti a culpa tomar conta de mim. - Camz... - Sussurrei. Contudo, parei assim que a vi me olhando com uma expressão assassina. Seus olhos surpresos segundos atrás foram tomados pelo uma fúria sem tamanho. Um rosnado mortal rasgou pela sua garganta. Antes que eu pudesse entender o que aconteceu no milésimo de segundo seguinte, senti meu corpo sendo chocado contra a parede. Grandes rachaduras foram feitas nela quase me fazendo atravessar para o outro lado. Porra, como ela me tirou da cadeira e me jogou contra a parede sem perceber? Não faço ideia, só sei que Camila nesse momento, mantinha meu corpo prensado entre ela e a parede atrás de mim, enquanto suas mãos estavam em volta do meu pescoço. Assustada, tentei me soltar dela, porém Camila estava longe de me deixar livre. Seu corpo grudou mais no meu impossibilitando praticamente qualquer movimento, só ai que eu percebi que estávamos perigosamente perto. Eu finalmente depois de desejar tanto, estava sentindo ela mais uma vez nos meus braços, ou quase isso. Nossos rostos estavam a milímetros um do outro se eu avançasse com a cabeça pra frente selaria nossos lábios sem nenhuma dificuldade. Hipnotizada, olhei para eles que estavam entreabertos eram muito mais perfeitos que nas minhas lembranças: Vermelhos e cheios. O seu hálito delicioso cariciava minha pele inebriando meus sentidos. Inconscientemente fui me aproximando dela. Eu precisava desesperadamente dos seus lábios colados aos meus novamente, que a vontade chegava a doer fisicamente. No entanto, antes que eu pudesse fazer o que tanto almejara, Camila chacoalhou meu corpo chocando-o contra a parede mais uma vez. - O que você quer com ela? - Hein? - Sua voz me trouxe de volta a realidade, aumentando ainda mais a confusão dentro de mim. - Não se faça de i****a. Você não acha que eu percebi o jeito que falou dela? Eu juro que se você tocar um só dedo nela eu arranco sua cabeça. - Ela cuspiu as palavras. Olhei-a em choque. Mas que p***a ela estava falando? Pior, onde ela tirou um absurdo sem cabimento desses. - O que disse? - Perguntei ainda em estado de choque, se isso fosse possível para um vampiro. Eu precisava saber se o que eu ouvi foi um fruto da minha imaginação. - Não. Teste. A. Minha. Paciência! - Camila pontuou cada palavra. - Você é maluca? - Juro que se a situação fosse outra, eu teria caído numa gargalhada estilo Dinah uma hora dessas. Ela realmente acha que tenho segundas intensões com sua filha? Com Sofi? - Não me chama de maluca! - Sibilou. - E quer que eu te chame do que? Só uma doida para achar que eu gosto de Sofi do jeito que está pensando. Camila rugiu alto e mais uma vez seus movimentos foram extremamente rápidos quando me pegou pela gola da camisa e me jogou por cima de si, fazendo assim meu corpo cair de costas na escadas que dava para o quintal da casa. Trinquei os dentes não por dor, mas sim para conter um palavrão. - Eu vou acabar com você. - Falou avançando para cima de mim. Caralho! Eu nunca bateria nela, mas não podia deixa-la me bater também sem me defender. Então fiz a única coisa que podia fazer no momento. Girei meu corpo pro lado de fora da casa quando ela tentou dar um chute no meu estômago destruindo assim boa parte da madeira da escada que já estava quebrada. Apressadamente sem perder tempo prendi sua perna com minhas mãos e puxei-a derrubando, que caiu de costas na neve fofa ao meu lado. Abri a boca desacreditada com o que acabei de fazer. Eu derrubei Camila? Quero dizer, eu realmente consegui deixar Camz sem ação? Porra. Camila é a melhor lutadora que existe. Como eu consegui com um simples movimento derrubá-la? Eu não fazia ideia e olhando para seus olhos vi que ela os piscava varias vezes como se também não acreditasse no que aconteceu. "Ótimo!" pensei irônica. A confusão durou pouco porque Camila virou o rosto na minha direção com a expressão assassina. Eu resolvi abrir a boca para pedir a ela que parássemos com aquela loucura, porém o que senti foi o soco que Camila deu na minha cara. Gritei com as mãos na minha cara. PORRA, isso dói muito. Não é a mesma coisa que levar um soco de Dinah é muito pior que isso. Se fosse humano eu teria quebrado o nariz, melhor sua mão afundaria na minha cara. - Você está bem? - Camila perguntou. - Bem? Eu pareço bem para você? - Falei indignada deixando somente uma mão em cima do nariz que provavelmente trincou com o soco. - i****a! Ahhh, já chega! Subi em cima dela prendendo cada um dos seus braços ao lado da cabeça. Encarei fixo seu olhar sem desviar os olhos. -Agora vamos agir como vampiros civilizados e conversar. - Não precisa entediar mais ainda minha vida, basta eu acabar com você e procurar algo de melhor pra fazer. - Debochou. - Você não vai fazer isso, porque Sofi nunca te perdoará se me machucar. - Era capaz de Sofi nem ligar se for sua mãe à me matar, mas Camz não sabe disso. Ela cerrou os dentes. - Eu já disse para ficar longe dela. - Não posso Camz, eu amo aquela pirralha como amiga ou filha e não do outro jeito. Sofi já encontrou seu companheiro assim como encontrei a minha. Pela primeira vez Camila deixou sua mascara cair e seus olhos não transmitiram o brilho que eu tanto sonhara em ver, mas sim apagados por algum sentimento r**m. Será que é o que estou pensando? Não, impossível. Expantei a ideia da minha cabeça. - Camz? - Chamei-a tirando uma das minhas mão do seu braço e levando direto pro seu rosto, mas infelizmente com um movimento simples Camila me tirou decima de si, derrubando-me na neve ao seu lado. - Me desculpe. - Ela murmurou chamando minha atenção. - Por ter lhe batido e tirado conclusões precipitadas. - Suspirou se erguendo. Espera, aonde ela vai? Ela não podia embora assim do nada, principalmente sem antes de colocarmos as cartas na mesa. Levantei-me tão apressadamente e segurei seu braço para impedi-la de ir. Camila abaixou o olhar para minha mão. - Vamos conversar, por favor? - Pedi. - Você não pode simplesmente sair daqui como se nada tivesse acontecido. Franzi o cenho. Ela parecia não ter escutado nada do que eu disse. - Camz, não me ignora! - Supliquei. Eu preferiria ela me batendo do que me ignorando. Nada, mas só agora percebi que ela olhava fixamente para um ponto. Segui com o olhar o caminho que encarava e quase engasguei ao me dar conta do que estava olhando. Camz fitava fixamente a aliança na minha mão que simbolizava a nossa união, o nosso noivado e nosso amor. Ela deve ter notado a semelhança. Nossas alianças eram idênticas do mesmo designer e a única diferença é que a dela tinha três pedras de diamantes. Será que ela se lembra da aliança que um dia já esteve na sua mão? Esperei pacientemente até ela finalmente reagir. Camila olhou para sua mão agora sem aliança e depois para seu coração. Sinceramente não entendi esse olhar, mas não importava, pois assim que ela ergueu o rosto vi duvida, hesitação e preocupação nos seus olhos. Camila estava deixando todos os seus sentimentos serem denunciados pelos seus belos olhos castanhos. - Você disse que tem uma companheira. - Perguntou e eu assenti. - Onde ela está? - Acho que você sabe onde... - Respondi sem desviar nossos olhares. - Camila, por favor... Se você soubesse o quão teu corpo implorava para ser tocado por mim, entenderia uma vez por todas o quão louca eu sou por você! Seus olhos incrivelmente castanhos me encararam de forma tão intensa que foi impossível sentir a pressão que meu m****o fez dentro da minha roupa. Engoli em seco mesmo que não houvesse a necessidade disso, de repente minha boca ficou seca e minha maior vontade era possui-lá ali mesmo. O quão errado isso seria? Ela se lembraria das nossas inúmeras noites de amor? Ela se lembraria que sou a dona do seu coração? Ela se lembraria que um dia, ela me amou? Ela ainda permaneceu me encarando, como se tivesse medo das suas vontades, mas consegui ouvir um "f**a se" sussurrado por seus lábios quando suas mãos firmes apertaram meus ombros e seus olhos desceram à minha boca, foi sentindo seu corpo colar no meu se tornando um que eu percebi que ela estava tão envolta no momento como eu. Camila não se afastou quando com cuidado, mesmo que não precisasse, impulsionei seu corpo para cima dando a chance para que ela enroscasse suas pernas em minha cintura, apenas para dar uma comodidade maior ao nosso beijo. Camila era o meu anjo, a minha salvação e eu me perguntei, enquanto nossos corpos estavam juntos e bocas coladas se um coração morto à tantos anos como o meu, seria capaz de bater novamente? Ela pareceu não se importar com as mãos bobas, mas ainda com cuidado fiz questão de voltarmos para o chão daquele lugar que estávamos. Ela estava tão envolvida que quase achei que minha Camz havia voltado e estava ali, prestes à me pertencer mais uma vez. Esse pensamento caiu por terra quando ela mudou nossas posições e tão naturalmente fez questão de demonstrar a sua insatisfação quanto as roupas que usávamos. Onde estava a mulher que à pouco queria partir? Estávamos sem roupas e ela encarou meu m****o rígido em minha barriga, seus olhos concentrados naquela parte do meu corpo e o desespero de ser rejeitada por ela me acertou em cheio, me deixando ansiosa por explicações mesmo que parecesse tão sem nexo. - Eu tenho um... - Olhei para ela sentindo vergonha, nem sabendo o porque. - Problemas genéticos, não sou uma mulher trans... Apenas algo incomum em um tempo tão arcaico. - Eu estava desesperada, seja pelo horror ou pelo prazer. - Eu... - Ela pareceu não saber o quê fazer. - Só cala a boca! Camila não me deixou pensar direito, ela apenas me empurrou com força contra o chão e eu senti as madeiras ceder embaixo de nós e sem preliminares ou algo do tipo, eu senti sua b****a molhada envolta do meu m****o. Me deixando de olhos revirados quando suas mãos foram para o cabelo em minha nuca, deixando minha cabeça estendida e à merce para ela, Camila não se fez de rogada enquanto rebolava no meu p*u de forma bruta, rude e acelerada. Sua boca em momento algum deixou a minha e eu nunca fui tão grata por não termos a necessidade de respirar. Mas fui obrigada a interromper o beijo quando um gemido alto escapou da minha boca. Camila estava tão cedenta quanto eu, mas não demonstrou pois parecia empenhada demais em subir e descer no seu delicioso brinquedo. Eu queria ouvir os seus gemidos, estava morrendo de saudades disso e por impulso, minha mão acertou um tapa certeiro em sua b***a incrível. Me perguntei se uma dia seria merecedora de estar ali dentro, mas ficaria para outro momento. Por que achei que estava sonhando no instante que um gemido alto saiu por seus lábios e eu me tornei desesperada por mais. Me restou mudar a posição que era sua favorita, a deixando de 4 com as pernas abertas e sua b****a brilhante totalmente exposta à mim. - Vai me f***r ou continuar parada aí observando? - Sua voz rouca perguntou. Encarei o seu rosto e Camila estava tão bela sob àquela luz da lua que me permitir suspirar mais um pouco, mas foi inevitável já que sua bunca começou a se esfregar em mim tornando minha vontade de estar ali maior. Segurei firme em sua cintura e meti duro, forte e rápido sabendo que assim atingiria seu ponto de prazer e deixaria essa linda mulher fora de controle. - Filha da p**a! - Esclamou enquanto o cabelo ia para frente do seu rosto, acompanhando o embalo de nossos quadris. - Diga que se lembra de mim, Camz... - Sussurrei, nem sabendo ao certo o por quê. - Diga que se lembra de... - Sua b****a apertou meu p*u com tanta força que quase foi impossível de segurar meu clímax que beirava tudo ali. Ela gemeu mais alto quando senti-la me soltar aos poucos e percebi que ela havia gozado, restando apenas à mim que aproveitei bastante daquele momento e a penetrei o quanto pude, até me derramar por completa dentro e fora dela, sentindo novamente vergonha por tê-la sujado daquele jeito. - Camz... Eu.. - Eu tentei dizer. - Sinto muito, isso não significou nada! - Sua frase me pegou de surpresa e eu congelei. Observei ela me tirar de dentro dela, ficar de pé e se vestir como se eu fosse uma garota de programa em qualquer esquina. Eu senti raiva, senti angústia e agonia. Tudo em menos de 5 segundos, foi o tempo que ela levou para se vestir e me encarar como se fosse um ser insignificante. Era a nova Camila ali, eu conhecia aquele olhar esnobe. Foi quando eu entendi que o amor é como uma garota de programa, ele te cobra 50, mas basta fechar os olhos para que te roube 300. Camila voltaria a me ignorar e fingir que aquilo não havia acontecido. E foi isso, eu precisava contar para ela e ela percebeu isso, tanto que Camila negou com a cabeça tentando se afastar o quanto podia de mim, mas não deixaria ela fugir, não agora que eu estava decidida. Segurei seus braços em cada uma das minhas mãos mesmo que ainda estivesse sem roupas e completamente exposta tanto fisicamente quanto emocionalmente. - Sim, sabe! - Não! - Ela disse, enfurecida. Como se sua rejeição fosse mudar meus sentimentos por ela. - Então eu direi: É você, Camz! - Percebi que ela trancou a respiração e se afastou prontamente de mim dando um passo para trás. Ela não podia se afastar. - Por favor. - Eu supliquei, não aguentaria se Camila não me quisesse nunca mais. - Não! - Camz me encarou com seus olhos vazios novamente. Sua rejeição foi pior do que eu imaginasse que podia ser. Senti como se meu coração esmagasse dentro do meu peito e entrando no oceano de dor e desespero. Ela se virou dando-me as costas e se afastou sem olhar nenhuma vez para trás. E eu fiquei ali, sem roupa e totalmente destruída. Me questionei se seria possível um coração morto como o meu, quebrar tanto como estava nesse instante.
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