Diogo Bittencourt Aspiro profundamente o ar antes de entrar na minha sala. Quem eu estava prestes a enfrentar lá dentro tiraria todo o meu bom senso. Finalmente entro no meu escritório, sem interrupções desta vez. Noto as costas largas do meu primo, enquanto ele estava sentado relaxadamente na cadeira em frente a minha mesa. Pelo menos, dessa vez, ele não teve a ousadia de sentar na minha cadeira. ― Eu estava esperando por você, primo. ― Ele diz e eu automaticamente reviro os olhos ao escutar a sua irritante voz. ― Como tem passado? Eu não podia ver o seu rosto, mas tinha certeza que ele estava com um sorriso insuportável nos lábios. Diego e eu nunca nos demos bem. Apesar de sermos muito parecidos fisicamente, a ponto de várias pessoas pensarem que éramos irmãos, eu e Diego não t

