Capítulo 36

1812 Palavras

Diogo Bittencourt ― Tá tudo bem? ― Gabriela questiona ao me pegar encarando a tela do celular. ― Sim, sim. Apenas... Recebi uma ligação estranha. ― Devolvo o meu telefone para o criado-mudo. ― Uma ligação estranha? Como assim? ― Não sei. Quem ligou não disse sequer uma palavra. Apenas ouvi o barulho de uma avenida movimentada. ― Você acha que... ― Engole em seco. ― Foi o homem que sequestrou a minha irmã? Suspiro. Era uma possibilidade. ― Não sei. Há uma chance. ― Encolho os ombros e respiro fundo. Gabriela se levanta da cama e caminha até mim. Os seus braços envolvem a minha cintura em um abraço, que não retribuo. ― Mas não vamos pensar nisso. Está muito tarde para pensarmos em problemas. Vamos deitar? ― sugere. A proposta de Gabriela era tentadora, mas depois daquela

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