Eu olhei para o meu irmão, que esperava a minha reação como uma criança espera por um doce. Seus olhos em meu prato, o cheiro do sugo dele em meu nariz. Ele estava tentando me quebrar com uma porção de massa. Que ridículo. — É bom para manter o foco — respondi, com a voz rouca e sem emoção. Ele inclinou a cabeça, feito um cachorro curioso. — Fico feliz em ouvir isso. Mas... não coma muito do aglio e olio, Dante. Pode dar dor de estômago. E Papa precisa de você em plena forma para o trabalho. Ele deu um passo para a frente, como se eu já não tivesse visto o molho de tomate no prato dele. — Você está perdendo o sugo da vida, fratello. Mas não se preocupe. Eu cuido dele por você. O ataque verbal tinha terminado. Agora, ele esperava a retaliação. Eu recusei-me a dar-lhe o prazer. S

