( Franco narrando) As ligações para a minha casa tinham parado por um bom tempo. Tudo havia voltado ao normal, pelo menos parcialmente normal. O que eu não conseguia entender era como a polícia não fazia ideia de quem era a pessoa por trás daquele caso. Sophia se sentia observada com bastante frequência e eu não sabia como tirar essa paranoia da cabeça dela. Era difícil tentar convencê-la a acreditar no fim daquela perseguição, que a pessoa tinha desistido de nos perturbar, porque para ela a tal mulher só estava esperando o momento certo para atacar e fazer alguma maldade. Eu entendia o medo e as preocupações que Sophia tinha com relação àquele assunto, mas não dava para continuar vivendo como se estivéssemos sob ameaça vinte e quatro horas por dia. Era cansativo e extremamente estressant

