(Franco narrando) – Franco! – Sophia se assustou e arregalou os olhos. – Aconteceu alguma coisa? O que... O que você está fazendo aqui? Ai meu Deus! Os meninos! Aconteceu alguma coisa com eles? – Ela levantou e cobriu a boca com as mãos. – Não seja cínica. Eu não suporto pessoas cínicas. – Cuspi as palavras sentindo a forma horrorosa com a qual o desprezo moldava minha face. – Franco não é o que você está pensando. – Paulo se meteu e eu apontei o dedo para a cara dele. – Não se meta nisso. – Ordenei e voltei a olhar para Sophia. – Você não é apenas irresponsável, Sophia, você é inconsequente e não parou para pensar nem por um segundo nas suas atitudes. Se queria ter um encontro com seu médico, era só avisar ao segurança e sair com o seu psiquiatra depois. – Mas Franco... – Ela tentou

