(Sophia narrando) Meu coração estava acelerado e eu só podia ter perdido o juízo. Não tinha outra resposta para justificar aquelas interações com Franco durante meu horário de trabalho. Eu não podia negar que voltei para a cozinha com um sorriso nos lábios emoldurando os sentimentos que eu queria muito que ficassem guardados dentro do peito, para evitar problemas com meu chefe. Mas como eu poderia mentir para mim mesma, quando eu sabia que tudo o que desejava era que ele tivesse virado o rosto e me roubado um beijo? Balancei a cabeça afastando a imagem da noite passada e esbarrei em Nico, que parou no meio do caminho para me encarar com aqueles olhinhos perspicazes. – Que foi Nico? Aconteceu alguma coisa? – Ajoelhei e segurei as mãos dele. – Meu pai está bravo com a gente, não é? Porqu

