14

931 Palavras

FRANCO NARRANDO Estacionei e comecei a caminhar pelo terreno até parar de novo no mesmo lugar da noite passada, e observar novamente os pés de alface no meu quintal. Dei de ombros e continuei andando até a porta da frente, quando abri a porta, senti um cheiro estranho no ar e tentei seguir na direção em que ele ficava mais forte. Eu só poderia estar louco, porque de forma alguma aquilo era cheiro de doce dentro da minha casa. Quando parei próximo à cozinha, já me preparei para esganar quem quer que fosse a pessoa cozinhando açúcar na minha casa. Não bastasse isso, ainda tocava uma música infantil insuportável. Que pai consciente deixa seus filhos cantarem isso aquilo? “Um, dois, feijão com arroz; três, quatro, feijão no prato...” Dei mais um passo em direção ao arco duplo da cozinha e f

Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR