Estava pensando nas palavras do professor...
Após a aula de história eu estava no meu armário quando ele apareceu, me entregou umas folhas e disse pra eu estudar em casa. Logo depois falou que alguma dúvida, era pra eu chamá-lo no privado e não no grupo pra todo mundo ver.
O grupo de matemática era pra todos os alunos que tinham aula com aquele professor, e na escola tinha três professores de matemática.
Então não haviam tantos alunos no grupo.
Mas não gostei disso. Mas também não questionei.
"Faça essas atividades em casa e me chame no privado, no grupo é falado muitos assuntos e você vai se perder toda. Vou te mandar umas fotos mais tarde de algumas atividades que te ajudaram".
Sua voz martelou na minha cabeça o resto do dia.
Eu não me sinto atraída de uma forma romântica. Não estou apaixonada.
Mas de alguma forma da... t***o.
Eu não sei.
Eu acho que é por que em toda a minha vida eu só transei com daddy, daddy tirou meu bv e meu bvl e a minha virgindade. Nunca na vida houve outro homem... Nunca.
Sempre foi o daddy.
E também eu nunca senti isso por outra pessoa, essa "vontade". Não é vontade, é só uma atração.
Quase curiosidade.
- amor. - me assustei mas sorri e daddy se inclinou pra me beijar.
Eu estava sentada na cama, no seu lugar da cama pra ser mais específica e daddy arrecem havia entrado no quarto.
O beijei, um selinho muito demorado e pude sentir o toque da boca que eu tô tão acostumada a sentir. Me deu t***o.
- sei que é importante estudar mas... Tu já tá nessas atividades de matemática desde que chegou... Nem isso, a gente já tava no carro e tu tava com essas folhas. - suspirei. - o professor deve ser aqueles velhos rabugentos né? - daddy riu indo pro banheiro.
- é... - dei uma risadinha forçada.
Como vou dizer ao daddy que o professor é lindo e autoritário...
Como?
Como?!
Mas fechei os livros, meu caderno e guardei as folhas. Eu não vou ficar fazendo isso enquanto é irrelevante e apenas eu tô fazendo, nenhum aluno ganhou, eu tenho certeza.
Amanhã tem matemática de novo.
Suspirei.
Voltei pra cama após tirar todo aquele material dali e me deitei no meu lugar da cama, sentindo sono.
- daddy. - ele tava vindo e tirou a blusa...
Eu já fiquei menstruada, foi só durante três dias e a médica disse que eu posso menstruar novamente antes do prazo certo.
Então acho que tô com aquele t***o antes da menstruação.
- eu... Vamos assistir filme? - digo e daddy se deita do meu lado.
- vamos. Quer ir lá pegar uma balinha? - neguei fraquinho.
Eu queria tanto s**o, mas com o daddy, sentir a pressão da sua mão em mim e não do professor.
Por que eu não paro de pensar nele?
Tô tão confusa!
Tão!
Me deitei de lado e puxei o short pra cima, queria que daddy notasse mas ele não fez isso.
Cheguei mais perto e deitei no seu peito.
- como foi a aula? - daddy colocou no último filme que eu tava olhando e que não acabou.
- foi legal. - não. Não foi. Foi nada legal. Foi estressante.
- legal não é legal. - riu.
- foi legal, mas cansativo.
- aah.
- e o seu trabalho daddy. - coloquei a mão sobre sua virilha.
- foi legal.
- legal não é legal. - ri e ele fez o mesmo.
- mas o meu legal foi até bom, conversei com uns amigos e rimos bastante, aí depois eu tinha um monte de email pra responder. - refleti.
E daddy faz tudo isso por mim, pra me dar o bom e o melhor.
Daddy é o único homem perfeito pra mim, não posso ficar me distraindo com um professor.
Daddy se mexeu e vi o volume no seu short. Minha ppk ficava piscando e não sei por que aaaa.
- daddy. - cheguei mais perto.
- hum? - ele olhava pro filme.
- me da sua mão? Deixa eu brincar com ela? - daddy riu e me olhou.
- que isso Maria.
- por favor... Só a sua mãozinha. - ele negou rindo.
- quer s**o pede.
- mais você não tá a fim.
- eu sempre tô... Mais tu que não parece que quer. - sorri fraquinho.
- eu quero carinho.
- eu dou. - daddy se virou pra mim. - te dou carinho. - e começou.
Enquanto eu estava de barriga pra cima e daddy de lado, ele levou os dedos pra dentro do meu short e começou a fazer carinho em mim.
Tava tão bom, muiiito bom mesmo.
Eu gemia baixinho e pedia por mais um pouco. Fincava as unhas no pulso do daddy e fazia ele dar mais carinho.
Ficamos assim por tanto tempo, tava tão bom, as veias no braço do daddy até estavam mais visíveis.
E foi quando gozei, daddy continuou com a mão ali e eu gozei tão gostosinho.
Cheguei a ficar sem ar.
Daddy sorriu.
- deu? Hum? - sua mão ainda estava ali e concordei.
- uhum. - daddy tirou ela aos poucos.
- quanto g**o. - rimos. - vamo lá limpar? Pra dormir um soninho? - concordei.
Daddy me ajudou a levantar assim como ele e fomos pro banheiro.
Coloquei a mão no pipi do daddy.
- que foi? - riu.
- ele não ficou duro daddy. - daddy sorriu e meu deu carinho.
- por que ele viu que a Maria precisava, mas do jeitinho dela. - sorri e o abracei. - parece que tá carente. - riu.
- sinto que tô fazendo algo de errado. - daddy pegou meu rosto.
- e tá? - neguei na hora mas logo pensei. - amor... Errado é tu me trair. - riu. - beijar outro cara... E fazer oque não gosto, igual ser m*l educada e se comportar m*l. - fico pensando.
Eu não fiz nada disso ainda.
Ainda, por que eu sou capaz de m***r Cheli na p*****a.
- eu não fiz nada disso. - daddy sorriu.
- então não tem motivo pra sentir isso. - me deu mais carinho. - vamo limpar.
Daddy baixou meu short mas logo viu que eu precisava de outra calcinha, então ele me despiu.
Passou lencinho em mim e eu tinha gozado muito.
- põe o pezinho. - coloquei no buraco da calcinha um e depois o outro.
Fiquei só de calcinha e blusa e voltamos pra cama.
- amor. - me virei pra ele e ele cobriu a gente. - oque foi? - me deu carinho.
- nada. - olhei pra ele mas fechei os olhos logo depois.
- nada não, me conta as coisas. - pegou meu rosto. - acorda. - sacudiu e ri.
- não é nada daddy. - me virei contra ele.
- tá me traindo? - ri.
- não. - realmente, eu não fiz nada.
- não quero ser trocado por um aluno da escola que nem trabalha e que não vai te dar futuro... Não o futuro que tu quer. - abri os olhos, olhando pro nada e pensando.
Daddy me agarrou por trás.
Mas ri.
- daddy, você acha mesmo que eu ia te trocar por um adolescente? - daddy e eu rimos.
- não acho. - me abraçou.
Senti o pipi do daddy.
- hummmm. - ele fez o som, mas de alívio, enquanto me puxava pra ele.
- daddy.
- hum?
Levei a mão do daddy pra minha ppk.
Ele riu.
- máquina, para máquina. - rimos.
- de ladinho, com carinho e calminha. - daddy suspirou.
- não, a Maria tá carente.
- então, s**o com carinho tira a carência. - eu sabia que ele queria, ele ficava suspirando.
- amor...
Levei a mão pro pipi do daddy e peguei o mesmo, estava meio termo mas assim que eu comecei o vai e vem, foi ficando duro.
Fiquei fazendo por um bom tempo até eu sentir algo molhadinho saindo.
Era o pré g**o né?
- vai daddy. - baixei minha calcinha. - de ladinho, eu sei que você gosta. - ele riu.
- não adianta falar isso só pra me convencer por que eu gosto de qualquer jeito. - ri.
Mas daddy pegou seu pipi e encaixou, fazendo carinho até gemer de um jeito grosso perto do meu ouvido.
Delirei.
Quando ele encaixou e deu aquela forçada, rebolei e quando daddy entrou com tudo comecei a gemer.
Um gemido de surpresa por que foi melhor do que eu esperava.
Daddy ia com calma e tava tão bom. Ele segurando minha cintura com força e puxando ela toda vez que fazia o vai e vem.
Meus s***s balançavam mesmo sendo uma f**a calma.
Não demorou tanto, mas demorou, daddy gozou na minha b***a e ppk e eu fiquei morrendo de medo de ter sujado o cobertor ou o lençol mas quando me levantei com cuidado não tinha sujado.
E lá fomos nós outra vez, se limpar.
E finalmente quando voltamos a gente dormiu.
Henrique.
Deixo Maria dormir por mais tempo hoje, normalmente almoçamos 13h, dormimos às 14:30 e ela acorda lá pelas 16h.
Já temos uma rotina e estamos acostumados, tanto que quando chega 23h da noite e já estamos cansados e pegamos no sono fácil.
Mas já era 17:30 e Maria ainda dormia. Se ela não acordou deve estar bem cansadinha mesmo.
Ela dormia toda esparramada na cama. Uma das mãos estava no seu queixo enquanto ela estava de barriga pra cima com as pernas no meu lugar da cama e a cabeça pro seu lugar, só que bem pra lá.
Ajeito ela, sua i********e estava exposta mesmo ela usando calcinha.
Coloquei ela no travesseiro e ela não acordou, meu deus.
Deixei, caso ela não queira ir amanhã pra aula, não tem problema, arrecem será o terceiro dia.
Tomo um banho rápido e saio pra comprar o jantar. Minha mãe queria fazer macarrão e não tinha nada.
No mercado comprei tudo e algumas coisas pra Maria, tipo barras de chocolate e achei umas coisas de maquiagem e peguei também.
Ah, Monster.
Por algum acaso o corredor que entrei tinha água, suco e bebidas assim só que todas lacradas, da última vez eu peguei o suco que ela pediu aqui mas nem tinha visto Monster.
Peguei três, mesmo fazendo m*l, mas ela não vai tomar tudo de uma só vez e nem um por dia. Peguei o preto com verdade, o azul de manga que ela ama e o roxinho.
Aí paguei tudo e percebi que peguei tanta coisa.
No caixa deu 232 reais.
Mas tudo bem, eu tenho dinheiro, só fico de cara por que o carrinho m*l ficou cheio e deu tão caro.
Isso me fez lembrar da Maria falando que gosta de ajudar. Acho que uma família que enche um carrinho, só pode levar coisas necessárias por que o dinheiro não dá. O meu carrinho foi só até a metade e deu tudo isso, e as coisas que comprei nem foram tantas.
É bem complicado.
Mas só por que eu pensei isso, vi uma criança no estacionamento.
O estacionamento era interno mas bem luminado.
De longe eu vi um menino pedido algo no sistema automático do estacionamento, aquela coisa que temos que pagar pra poder entrar de carro.
O homem, que estava dentro de um carrão, nem se quer deixou o menino falar e isso me deu tanto ódio.
Dei um assovio e o menino me olhou, chamei ele com a mão.
Abri o porta malas e comecei a guardar as compras.
- e aí amigão. - ele tinha uns 9 anos, no máximo.
- eai tio. - fizemos um toc.
- tava pedindo oque? - esperei ele falar.
- preciso comprar meu material escolar, eu queria dinheiro pra comprar um caderno. - nossa, e lembrar que gastei dois mil reais com a Maria e com o Pedro só em material escolar e algumas coisas que a escola pediu.
- e cadê a mãe, ou o pai?
Foi quando ele começou a me explicar. Seu pai catava latinha e coisas pra reciclagem e sua mãe tinha um brechó, que as vezes ninguém comprava nada.
Mas dinheiro extra pro material escolar ele não tinha.
Ele era o mais velho e tinha irmãos pequenos que ainda não estavam na escola.
E pelo rostinho que imaginei da Maria caso ela estivesse aqui, convidei ele pra entrar no shopping.
O mercado era dentro dele mas tinha várias lojas.
Ele claro, ficou tão feliz.
E eu não ia me importar de gastar dois mil reais com ele se fosse necessário.
E sabe o quão humilde ele era? Ele pegou apenas um caderno e um lápis, aí eu brinquei e perguntei se ele ia usar só isso até o final de ano e ele disse que sempre foi assim, ele levava só o caderno e o lápis.
Isso dói, eu tava disposto a comprar oque ele quissese e nem por isso ele se aproveitou de algo.
Foi inocente.
Mas conversei com ele, falei que era pra pegar tudo que ele nunca pode, aí ele ficou feliz e começamos.
Ele falou que pela primeira vez teria uma mochila nova e fiquei feliz por ele.
No caixa não passou de 400 reais e tinha bastante coisa.
Depois me senti na obrigação de comprar alguma coisa pra ele e compramos roupas, ele queria uma bola de futebol e compramos. Levamos alguns brinquedos pros seus irmãos e por algum acaso ele falou que eles eram bebês, e que ainda usavam fraldas. Eu comprei, sei lá.
São só crianças inocentes.
Após tudo isso, ele tava com seu material, sua bola de futebol e muito doce, parecia até a Maria, aí eu levei ele em casa.
Certamente seus pais achariam que ele roubou ou algo do tipo.
Sua casa não era a mais linda da rua, mas bem humilde com uma árvore grande que deve fazer uma boa sombra.
Conversei com sua mãe, com seu pai, vi as crianças, eram três, uma de 4, outra de 2 e uma de 8 meses.
Ela chorou tanto, sério, ficava imaginando Maria aqui chorando junto.
Me emocionei também.
Mas dei dinheiro, ela recusou várias vezes mas a convenci. Não era muito mas era oque eu tinha fora do cartão, 700 reais. Ela não parava aluguel e pelo que soube a luz era puxada de algum lugar, mas água ela pagava e já tava pra vencer.
Eles ficaram tão feliz que brincaram dizendo que amanhã poderiam fazer um almoço e me agradeceram tanto, mais tanto.
Eu me senti tão bem.
Quando fui embora, feliz, muito feliz, sem me importar que tirei dinheiro do meu bolso pra fazer o bem, cheguei em casa com o maior sorriso.
- daddy eu dormir muito. - Maria estava com os olhos arregalados e eu mais ainda.
- que isso menina. - disse minha mãe.
- Maria tá sem short. - ela olhou pra baixo e riu.
Ela estava nas escadas.
- esqueci. - subiu de volta e eu e a minha mãe rimos.
Levei as compras pra mesa e peguei oque era pra Maria... Minha mãe me xingou dos Monster por fazer m*l, mas assim que eu falei o motivo da minha demora, ela ficou toda melosa comigo.
Mas subi pro quarto.
- daddy, você não me chamou. - eram 19h.
- que hora tu acordou? - deu de ombros.
- agora. - meu deus.
Ela pegou uma blusa minha e tirou a dela, vestindo.
- posso ficar assim? - larguei a sacola na cama e levantei a blusa dela mesmo sabendo que ela tava só de calcinha.
- não, vai colocar um short. - ela fez um som.
- por favor, aff daddy, não gosto mais de você. - ri indo pro banheiro.
- amor, se a Maria parasse quieta eu deixava. - comecei a mijar e ela veio até mim.
- mais eu não fico mais brincando no chão.
- mais fica de joelho no balcão, senta no sofá igual um menino. - ri mas ela não.
- não existe isso, todo mundo senta como quer no sofá.
- eu tô brincando meu amor. - terminei e dei descarga.
- mais é brincadeira i****a. - cheguei por trás e lavei as mãos junto com ela.
- fiz algo bom hoje. - dei um beijinho no seu rosto.
- oque? Me irritar? Não me chamar? - ela realmente ficou brava. - odeio acordar brava. - tentou sair mas segurei suas mãos na minha e olhei pra ela contra o espelho.
Ela me olhou.
- eu comprei todo o material escolar de um menino... Ele ficou tão feliz... Aí levei ele em casa e dei dinheiro pra mãe dele... Comprei frauda pros irmãozinhos dele, tinha uma bebezinha de 8 meses. - Maria aliviou aquela cara.
- e comida?
- a mãe dele ficou tão feliz que vai poder comprar, eu dei 700 reais. - Maria se virou pra mim. - comprei chocolate pra ele, uma bola de futebol...
- aaaah daddy! Eu amo você! - me abraçou forte, tão forte que me senti mais feliz que o normal. - você é perfeito. - me beijou e fiz o mesmo.
Secamos as mãos, quer dizer, ela já tinha secado na minha blusa e eu não toquei nela pra não molhar.
Mas de qualquer forma tirei a blusa logo depois e coloquei um short normal.
- oque você comprou aqui?... Cílios postiços? Aaaah um pincel rosa! - sorri.
Fiz o bem na rua e o bem aqui, por que ver isso não tem preço.
- lembrei da Maria, entrei num corredor de menina.
- por que de menina? - dei de ombros pensando.
- só tinha desodorante feminino, absorvente, esmalte, maquiagem... Essas coisas. - Maria tirou tudo de dentro da sacola.
Viu os chocolates, os Monster, tinha esmalte, os cílios, pincel, uma... Skin care? Sei lá mas ia no rosto e era pra tirar e achei um gloss de kiwi, ela não tem mais.
- posso comer agora? - pegou um chocolate.
- não todo, mas pode. - ficou feliz.
- daddy eu amo Monster. - pegou o azul.
- mais vamos manerar, se quiser tomar um agora amanhã tu não toma. - ela pensou.
- pode tomar isso na escola? - penso, é energético mas acho que não.
- melhor não arriscar.
- mais na hora do lanchinho.
- aaah que coisa mais gostosa. - tive que apertar ela. - tá, leva, qualquer coisa eu vou na escola e finjo que te xinguei. - ela riu.
Não tinha problema pra mim, é só um energético, não tem álcool.
Maria ficou lá e eu desci, minha mãe começava o jantar.
Maria Clara.
Estava comendo meu chocolate mas só a metade, por que o daddy sempre tem razão das coisas e se eu comer tudo vou jantar e provavelmente posso ter dor de barriga.
Meu celular começou a vibrar.
Quando peguei era o grupo..
"Amanhã teremos um conteúdo novo na aula, espero que nenhum aluno se atrasse".
Era o professor, e só vibrou tanto por que outros alunos responderam pra ele.
Mas eu não, eu só vi.
Porém a curiosidade me matou e eu queria ver novamente a cara do professor.
Aaaah?

Ele trocou de foto.
Aaaah!
A boquinha dele parece a do daddy...
Mordi o dedo.
- amor. - que susto, tirei rápido. - calma. - ele riu. - tá vendo oque? p***o? - ri de nervoso.
- nada.
- daqui a pouco fica pronto o jantar, macarrão é rápido. Não come tudo isso aí. - coloquei na boca o restante do chocolate e mastiguei bem.
Gente eu tremia.
Mas olhei pro daddy, que se sentou na cama e pegou seu celular.
A cara de mau dele, contraindo o maxilar e fazendo as sombrancelhas ficar mais pra baixo.
Seu braço com tatuagens e com veias..
- daddy. - o professor pode até ser bonito, mas daddy é milhões de vezes mais.
- hum? - cheguei mais perto e passei o meu braço dentro do dele, entrelaçando.
Daddy xingava alguém por mensagem.
- fala meu amor. - ele parou e foi pro status.
- quem é fe? - cliquei e era um vídeo.
Era uma mulher normal com uma menininha.
- essa é minha colega de trabalho, igual todas as outras. São mães. - ela era bem mais velha que o daddy.
- você disse que não tinha elas aqui. - daddy riu.
- esse não é o w******p normal meu amor. - penso, era diferente mas igual.
- ata. - beijei seu braço.
Aaaah daddy é todo gostoso, como pode?
- daddy, sabia que seu pai e sua mãe são as melhores pessoas do mundo? - daddy e me olhou por alguns segundos.
- ué, por que? - ri.
- por que eles fizeram o homem mais lindo do mundo todo. - daddy não aguentou.
- aaaah que coisa mais fofaaaa.
Ele me empurrou na cama e desligou o celular jogando pra não sei onde.
Quando ele subiu em cima de mim começou a me encher de beijos e eu ri.
- coisa... Mais... Linda... Mais... Fofinha... Aaaah. - me olhou por fim. - te amo amor, ao ponto de te prender no porão pra ti nunca mais sair. - arregalei os olhos mas rimos.
- credo daddy.
- pra te proteger sim.
- mais isso seria sequestro. - ri mas daddy não.
- não no porão... Mas aqui.. queria te proteger do mundo, e faço isso... As vezes sinto que vão te tirar de mim. - isso me fez pensar em duas possibilidades.
- só se eu me apaixonar de novo ou você, ou minha mãe vim..
- como assim tu se apaixonar? Não, sou eu pra sempre e acabou. - daddy beijou meu pescoço e ri. - promete que nunca vai me deixar... E nem se apaixonar? - nos olhamos.
- você promete? - concordou.
- prometo.
- então eu também prometo.
Daddy inverteu as posições e me deitei por cima dele, ficamos abracadinhos daquele jeito mesmo.
Ele ficava falando coisas boas e me pedindo pra nunca o deixar.
E nunca farei isso.
Nunca.
Daddy é meu, e eu dele.
E não vai ser um professor, Letícia ou minha mãe que vai separar a gente.
Por que por enquanto eles são os únicos que parecem tentar fazer isso.