Maria Clara.
- amor. - abro os olhos rápido. - vamo voltar pra casa? - neguei, tirando o sinto. - Pedro já foi, tu tava dormindo.
Na verdade todos os alunos entravam.
- daddy o sinal. - daddy me segurou antes que eu abrisse a porta.
- amor tu tá cansadinha, não adianta ir pra aula. - penso.
- mais eu já tô de uniforme.. já tomei café... Hoje tem a primeira aula de artes. - daddy suspirou.
- vai me ligar se ficar com soninho? Pra eu vim te buscar? - concordei fraquinho. - então me dá um beijinho. - dei. - vou te levar até a entrada. - daddy pegou minha mochila.
Descemos do carro e hoje estávamos longe.
Eu estava cansada.
Mas tudo por que ontem eu tirei a sonequinha da tarde por muito tempo, aí era de noite e eu tava agitada... Daddy e eu transamos a noite toda.
Mas ele não tá com sono como eu, por que quando fomos dormir ele dormiu e eu fiquei me mexendo a noite toda.
Acho que fui dormir às 3h pra acordar às 7h.
- quer que eu vá até a sala pra falar do teu atraso? Pro professor não ficar bravo. - hoje tinha história no primeiro período. Concordei.
- sim por favor. - daddy me deu carinho.
Fizemos um teste como sempre e estávamos bem.
Daddy e eu fomos andando com calma e mostrei a sala onde o Pedrinho tava e dava pra ver pela parte da porta mas acho que não vimos Pedrinho.
- beijo no daddy. - beijei e daddy bateu na porta, a professora abriu.
- já estava sentindo sua falta. - sorri pra ela.
- desculpa o atraso, acabei de atrasando. - disse o daddy e era mentira.
- ah tudo bem, entre meu amor. - ela me deu espaço e entrei mas ainda ouvi daddy falar.
- ela não dormiu bem essa noite, não tava se sentindo tão bem. Qualquer coisa diz pra ela ir na diretora tá bom?
- pode deixar, vou ficar de olho. - daddy acenou pra mim e logo foi embora.
Depois a professora me fez perguntas.
Eu tava bem, daddy mentiu que f**o. Ele deveria ter dito a verdade, que dormi a tarde toda e que transamos tanto de madrugada.
Mais né.
Então os dois primeiros períodos foram rápido e eu até tava aguentando, aí era matemática.
Eu não tinha cabeça pra ficar fazendo cálculo. Mas hoje tinha a matéria nova... Conteúdo novo.
Aaaaaf.
Cheguei na sala e o professor não estava mas suas coisas estavam ali. Lembrei da sua foto no w******p.
Me sentei no meu lugar de sempre e Pedrinho não tinha aula com ele hoje então eu não vi ninguém que eu conhecia.
- bom dia turma. - meus olhos estavam caidinhos de sono. - fui pegar o conteúdo novo. - em suas mãos tinha um caderno e um bem fininho. - não vamos perder tempo, quero que tudo esteja copiado hoje e...
Ouvimos risadas e ele parou de falar.
E quem eu não via a alguns meses entrou pela porta.
Eram duas.
O traje de cheelearders... O cabelo loiro e as pontas rosas forte... Ela me olhou nos olhos.
Porém quando viu o professor fez uma cara e pareceu rebolar enquanto andava.
O professor olhou...
- gostaria de saber o motivo do atraso. - o professor se encostou na mesa e ficou com as mãos pra frente enquanto tinha o caderno nelas. - e mais ainda, cadê o uniforme? - é, por que quando fui eu, ele me xingou.
- primeiro de tudo, eu sou uma cheelearders...
- eu não perguntei isso. - todos olhamos pra Cheli.
- mais as cheelearders tem passe livre pra não usar o uniforme. - ele suspirou. Parecia até gostar, olhava de cima a baixo pra Cheli enquanto ela tava no fundo da sala em pé.
- e o motivo do atraso? - é sério que ele vai deixar isso passar?
- estávamos no banheiro... Somos garotas. - isso me incomodou de alguma forma.
O jeito como o professor olhava pra elas, como se imaginasse algo obsceno.
- tudo bem, não se atrasem mais. - foi pra trás da mesa. - vamos começar. - não acredito que quando fui eu ele me xingou e ela tá de boa?
Mas em fim, eu tava cansada.
Ele começou a escrever e acompanhei, copiando com a caneta preta mas olhei pros alunos... Todos de caneta preta ou azul... Menos Micheli.
- professor. - levantei a mão e ele se virou.
- diga. - me olhou, fundo nos olhos.
- posso escrever com a minha caneta rosa? Ou roxa? - eu queria muito as duas.
- preciso repassar oque eu falei da última vez?
- tem gente usando a caneta rosa. - ele olhou em volta e logo colocou os olhos na Micheli.
- Micheli, apenas caneta azul ou preta. - ficou olhando pra ela.
- e lá vamos nós começar um ano onde a novata pega no meu pé... Já não basta ter dito que meu irmão empurrou ela naquela floresta. - olhei pra baixo lembrando.
Passou tudo tão rápido, com flashs. As meninas com fome, eu com frio.
Fechei os olhos rápido.
- saia da minha sala Micheli. - abri os olhos e olhei pro professor.
- mais...
- essa sala de aula é minha. - Micheli afastou a cadeira da mesa e fez barulho.
- engraçado que ela sempre é a vítima.
- você não pode falar de algo que machuca alguém.
- claro que posso, isso aconteceu com meu irmão! Comigo! Entrei em um tribunal por causa dela!
- saia agora! - ele foi firme e comecei a tremer.
Sentia todo mundo olhando pra mim.
- Maria Clara. - olhei pra ele. - pode usar a caneta rosa ou a roxa, mas para provas e trabalhos caneta sempre azul ou preta... Combinado? - concordei fraquinho sentindo meus olhos cheios de lágrimas. - estão olhando oque? A matéria tá no quadro. - fiquei com medo.
Porém assim que ele começou a escrever eu recomecei a fazer tudo e com minhas canetas coloridas.
Aí ele terminou de passar e veio até mim.
- quer sair da sala um pouco? - neguei fraquinho. - muito bem, bem explicadinho e separado igual eu fiz no quadro. - seu dedo ocupou meu caderno. - colou figurinhas na folha? - sorri e concordei.
- pra ficar bonitinho. - ele riu fraco e aquela foi a primeira vez que ouvi sua risada.
- tudo bem. - ele alisou meu cabelo mas logo parou e saiu.
Engoli em seco.
Não toque no meu cabelo igual ao daddy, só se você for o daddy.
Não fiquei brava por estar triste, mas continuei copiando.
[...]
Estava na última aula quando o sinal tocou, tirei os fones de ouvido e comecei a guardar meu material escolar.
A professora deixou a gente ouvir música enquanto fazia o desenho. Era aula de artes mas hoje não pintamos nada em telas.
No meu armário guardei todos os livros que eu não guardei no intervalo das aulas e organizei meu armário. A fotinho do daddy e eu estava grudada ali dentro e sorri.
Daddy pediu ontem pra eu pegar a roupa de corrida que deixei aqui pra levar pra lavar e tava dentro de um saco plástico que tem na nossa lavanderia, coloquei dentro da mochila assim como o livro de história pra estudar em casa.
Alguém bateu no meu ombro.
- desculpa aí gatinha. - a voz.
Coloquei o cabelo atrás da orelha e fechei a mochila, colocando nas costas novamente.
- quanto tempo. - comecei a tremer e peguei uma uma caneta minha, pra me defender se fosse necessário. - Maria, vamos esquecer aquilo... Tô de boa já.
- de boa? - olhei pra ele. - eu quase morri CD! Você me deixou pra morrer! - comecei a chorar... Isso saiu tão... Natural mas com ódio.
- calma aí...
- não! Fica longe de mim! - eu o ameacei com a caneta e por sorte não tinha tantos alunos ali, mas o suficiente pra formar uma plateia.
- tô vindo pedir desculpas...
- depois de ter feito eu ficar dias dentro de uma floresta? Depois de estar perdida com três crianças..
- calma aí, essa parte já não é culpa minha..
- tudo é culpa sua! Tudo!
- ei! - alguém empurrou CD pra trás, uma mão forte que o machucou. - tá louco meu? Tá maluco? - era o professor.
- só tava conversando com ela...
- tu não tem que conversar, tu não é ninguém pra chegar perto de alguém que tu quase... - ele bufou. - vai, o sinal já tocou, te some aqui. - CD saiu andando bravo.
Ele me olhou.
- tudo bem? - coloquei as mãos no rosto e comecei a chorar, a caneta caiu no chão. - já podem ir, acabou o showzinho. - provavelmente os alunos foram andando. - calma. - me tocou. - ó a caneta. - parecia o daddy falando e eu queria muito ele.
- obrigada... Daddy tá me esperando. - peguei da sua mão e quando eu estava saindo ele me puxou.
- daddy? - concordei. - Pedro é o seu daddy? - fiz uma cara.
- Pedro é meu irmão.. meu cunhado. - ele pensou. - preciso ir. - me soltei dele e sai andando rápido.
Ele ficou lá parado, quando olhei pra trás suas mãos estavam dentro do bolso da calça e ele me olhava, como se tivesse me cuidando.
Atravessei a rua com cuidado e daddy parecia aflito.
- é pra um ficar esperando o outro. - disse daddy meio bravo após eu entrar no banco da frente.
- eu achei que ela já tava aqui. - disse Pedrinho e eu tava tremendo.
- que foi meu amor? - daddy tocou minha perna e eu só queria sentir seu toque.
- daddy... - abracei ele forte.
- ei... Tá tudo bem. - comecei a chorar igual um bebê. - que foi? Vamos conversar... - me deu carinho mas eu neguei ainda no seu abraço. - foi o Pedro? - neguei rápido. - Micheli? - neguei. - CD então. - concordei e senti daddy bufar de raiva.
- vamos.. embora? - daddy concordou e soltei ele.
- a partir de hoje quero os dois juntos na escola... Ouviu Pedro? - daddy falou bravo mas eu queria, queria muito ficar perto do Pedrinho.
- tá bom, ouvi. - daddy limpou meu rosto e colocou o sinto em mim.
- relaxa, tô aqui. Agora a gente vai pra casa, tomar um bainho, comer... Aí ficamos juntinhos. - concordei e ganhei um beijinho seu.
Daddy manobrou o carro e eu soluçava, tanto que chegava a doer.
Quando chegamos em casa, subimos direto pro quarto onde eu abracei daddy com tanta força.
- pode chorar, eu tô aqui. - e comecei de novo.
- ele... Ele só.. foi.. foi gentil... Mais... Ele me.. me empurrou... Daddy... Eu... Ele... - comecei a chorar mais. Daddy me balançou. - eu fiquei... Com muito... Muito medo... E fome... E ele.. nunca.. nunca voltou. - conseguia sentir a raiva do daddy, seu maxilar contraia sobre minha cabeça.
- xi... Não fala dele. - me deu carinho. - vem, vamo toma um banho. - fomos pro banheiro.
- você.. fica assim comigo? - pedi, eu queria ele no banho também.
- fico meu amor. - daddy tirou minha saia e desabotoou todos os botões da minha blusa.
Quando eu já estava sem nada, fui pro box e depois daddy veio já nu.
Ele foi pra baixo do chuveiro primeiro e se molhou todo... Todinho.
Passou as mãos no cabelo enquanto estava em baixo da água e comecei a chorar.
- amor.. - me olhou.
- é que.. você é.. todo... Todo lindo... E.. e meu. - ele riu.
- meu deeeeus. - me abraçou. - e a Maria também, toda fofinha, toda pequeninha, toda lindinha... Toda minha. - me deu carinho. - passou, olha pra mim. - olhei. - passou, quando estiver comigo nada vai te machucar. - daddy e eu fomos pra baixo do chuveiro juntos.
Eu me sentia carente com daddy me dando carinho e isso é impossível. Mas a carência não é só falta de carinho, ela pode ser várias coisas.
Daddy me deu banho, ele lavou todas as minha partes e foi bom sentir ele passando a mão na minha ppk, igual todas as vezes. Mas como já estou acostumada e sei quando daddy brinca ou não, fiquei normal. Ele tava passando a mão apenas e não fazendo pra eu sentir algo.
Quando saímos do banho me sentia um bebezinho.
- tô sentindo muito ódio por saber que alguém te fez chorar, mas vou te dar todo o amor e carinho. - me beijou no rosto e foi até o guarda-roupa com sua toalha na cintura.
Me sentei na cama com a toalha em mim.
- quando a Maria passar por isso, ou toma atitude, ou fica quieta na tua fingindo que não tá ouvindo. - daddy veio com as roupas. - olha pra mim. - olhei. - manda ele pra bem longe, ou simplesmente sai andando. Não tô te xingando mas por que quando é Micheli tu sai na p*****a com ela? - comecei a chorar. - amor... Tamo conversando, vem cá, para com isso. - daddy me levantou.
Acho que ele não percebeu.
- daddy.. - me olhou. - quando eu olho pra ele... Parece que ele vai me empurrar de alguma altura... - daddy ficou sério e eu o abracei forte.
- desculpa... Me desculpa. - me apertou forte no abraço. - esquece o que eu falei... Me desculpa... Mas pode bater nele e quando me chamarem pra ir na escola não vou fazer nada como te xingar ou ficar do lado da diretora que vai falar que tu errou... Bate mesmo, pode bater. - ri fraquinho. - olha pra mim. - olhei. - desculpa, fui insensível, não lembrei disso. - concordei fraquinho e daddy secou minhas lágrimas. - é uma princesa né? Tem que ser chorona. - ri.
- princesas não choram. - daddy riu.
- tô brincando... Mais a Maria é metade aquela ruiva... Valente né? - concordei. - e metade... Na verdade todas as princesas são duronas mas com seu ponto fraco. - sorri.
- daddy, eu amo a Cinderela... E a do enrolados. - esqueci o nome mas ele entendeu.
- e é uma princesinha. - me deu um beijo. - vamo dormi um pouquinho? - concordei. - então vamos colocar a roupa.
Daddy viu um pijama pra mim, era fininho e insisti pra não usar calcinha, ele deixou. Daddy se vestiu com o de seeeeempre, short.
Aí deitamos.
- amanhã vou comprar sorvetinho tá bom? Só pra Maria. - me abraçou por trás.
- e pro Pedrinho?
- Pedrinho não.
- Pedrinho sim.
- um só pra ti e um pra ele e Beatriz. - fiquei feliz.
- tá bom... Egoísta. - daddy riu.
- sabia que as vezes não é egoísmo? Eu só penso que tu merece mais, por que é só minha... Meu dever é te alimentar, te proteger, te amar pra todo sempre e sempre e sempre e sempre. - ri. - gosto quando a Maria tem as coisinhas só pra ela, por que odeio ver a carinha dela quando ela procura algo pra comer e não tem... Por que? Por que Pedro ou Beatriz comeram, aí eu pergunto se eles pegaram e eles dizem "não", aí fico bravo. - eu até entendia o daddy.
- daddy.
- hum?
- uma vez quando você foi dormir na minha caminha. - ele riu internamente.. - você levou uns docinhos muito bom.
- qual amor? Não lembro.
- era de festa, acho que tinha brigadeiro, beijinho...
- aaaah.. dentro de uma caixibha de papel?
- sim.
- eu lembro.
- você compra? Pra mim?
- compro meu amor. - me puxou mais pra ele. - claro que eu compro. - fiquei animada.
- daddy você dormia bem pertinho assim. - puxei a mão do daddy mais pra mim. Ele riu.
- verdade, a Maria tinha medo.
- eu ficava tão bem. - me deu carinho no rosto. - você ficava com o pipi duro daddy? - ele riu.
- algumas vezes... Mas só por que sou homem.
- não pode falar isso.
- não amor, não é nesse sentido... Só que não me controlo com a tua b***a no meu p*u. - riu me fazendo rir também. - tu ficava se mexendo a noite toda, as vezes parecia de propósito, mas eu nunca, nunquinha que mexi em ti, nunca te toquei meu amor. - sorri.
- sei...
- tá duvidando do daddy? Que f**o. - me fez cócegas e ri.
- é que teve uma vez...
- para. - daddy não gosta.
- mais eu gostei.
- te usei amor. - penso.
- não usou não... Por que você me usou se fui eu que comecei.
- e quem gozou? Eu ou tu.
- você.
- então, eu te usei. - penso.
Uma vez, quando daddy só ia na minha casa, minha vó foi visitar uma prima na outra cidade, daddy disse que tomava conta de mim e que faria o jantar ao invés de pedir algo.
Nesse dia ele comprou tanta coisa boa e doce que durou uma semana.
Mas não é isso que importa. Oque importa é que depois do jantar ficamos vendo filme... Daddy estava sem cueca pela primeira vez, e quando fomos pro meu quarto a gente brincou de cosquinha e de guerra de travesseiro... Eu senti o pipi do daddy, mole mas senti e fiquei curiosa.
Aí perguntei, daddy disse que só me mostraria essas coisas quando eu estivesse maior e não gostei.
E fiz um truque e daddy caiu.
Eu sentei no colo dele pra "conversar", me remexi tanto mas eu não sabia que dava pra deixar duro, eu nunca tinha visto. Eu só queria sentir ele na minha b***a hihi.
Só que ficou maior e duro e eu abri a boca muito surpresa e comecei a insistir pra ver.
Daddy deixou eu ver só a pontinha... A cabecinha.
Eu fiquei maluca pra ver tudo e pegar.
Aí o daddy se sentiu incomodado e falou que ia no banheiro e não tinha banheiro no meu quarto, só no corredor mas aquele era meu por que minha vó tinha o dela e lá em baixo tinha outro.
Daddy demorou tanto mas a porta não tava trancada e sim entreaberta, eu fui obviamente.
Daddy tava batendo punheta... E eu nunca tinha visto, meus olhos brilharam.
Aí eu cheguei pertinho, ele ficou me olhando e não falamos nada, daddy só colocou minha mão lá e era muiiiito bom de pegar.
Aí ele disse pra eu me ajoelhar e ali eu fui, coloquei a boca e acho que chupei muito bem por que o daddy não me interrompeu ou me ensinou como fazer, ele só gemia e dava carinho no meu rosto de vez enquanto.
Depois de tudo ele ficou pedindo desculpas e se arrependeu e como eu não sabia oque fazer com a sua p***a na minha boca, ele mandou eu cuspir na pia e assim fiz. Aí ele lavou a minha boca enquanto dizia que aquilo era errado e que eu ainda era muito nova pra saber desse mundo...
E eu? Sentia minha ppk pulsar pela primeira vez na vida e tava muito bom mas daddy não fez mais nada naquela noite.
Tanto que quando fomos dormir, ele dormiu abraçado em mim mas no meio da noite ele estava deitado pros pés e me senti m*l, mas fui lá pra baixo com ele e conversamos a madrugada toda.
Daddy disse que isso só era feitos por adultos e que quando as crianças faziam poderia acontecer algo de errado. Hoje eu acho que daddy quis dizer uma gravidez ou alguma complicação por que crianças não menstruam. E eu ainda não tinha menstruado.
Mas eu entendi daddy.
E foi ali que eu percebi o quanto ele era bonzinho e que nunca iria me machucar.
- para de pensar nisso. - me sacudiu e ri.
- eu gostei daddy. - me virei pra ele e o mesmo me olhou.
- foi errado, tu era uma criança.
- uma criança curiosa. - ele riu. - e você nunca fez nada comigo.
- e nem pretendia, por mais que eu tivesse meus desejos e quando eu tava sozinho na minha casa eu ficava com vontade de s**o, jamais ia ir pra tua casa, dormir do teu ladinho e fazer algo... E muito menos te comprar por que tu sabe que isso era muito fácil. - ri. - tô falando sério, qualquer um podia chegar com um chocolate ou uma boneca e te pedir algo em troca.
- tipo s**o? - concordou.
- qualquer coisa que leve essa pessoa a gozar. - sorri.
- mas foi bom daddy? Aquele dia? - ele sorriu.
- claro que foi.
- eu queria ter engolido mas eu não sabia se dava. - rimos.
- eu não ia mandar tu fazer isso. E eu tava morrendo de medo de tu falar pra tua vó e a gente nunca mais se ver. - fiz uma carinha.
- daddy... Eu gostei tanto que toda vez que eu lembrava, a minha ppk ficava se mexendo. - rimos.
- se mexendo?
- pulsando, mas eu não sabia oque era. - riu negando.
- eu já acho cedo tu ter perdido a virgindade com 14, mas eu só tirei ela por que eu sabia que era eu que tava fazendo isso. - sorri fraquinho.
- e doeu. - rimos. - seu pipi é muito grande.
- mais tu gosta. - me puxou pra ele.
- eu amo daddy... Quero ele todo dia. - riu. - ah! Daddy, você sabia que existe uma coisa chamada pack? - daddy ficou confuso.
- quem te falou isso?
- a Karla, ela disse que vendia pack do pé.
- hum. - daddy não gostou e se mexeu. - não vai pelos amigos tá? - concordei.
- mais isso da dinheiro? - concordou.
- sim, e não é só do pé.
- meu deus, até da ppk? - concordou.
- de qualquer parte... Não faz isso nunca tá? Essa pessoa pode colocar a foto na deep web, ou mandar pra outras pessoas... É f**o. - concordei.
- eu sei daddy, e tenho o meu daddy pra comprar meus packs. - daddy riu e me abraçou.
- ah, então quero todos. - rimos.
Daddy me abraçou e nos beijamos, com algumas pausas pra gemer... Vindo de mim por que eu não parava de lembrar daquele dia que chupei um p*u pela primeira vez e foi do daddy.
Daddy perguntou "oque foi?" E eu ria dizendo que nada e continuava o beijo.
E ficamos assim até eu acabar dormindo com o rosto no seu pescoço e pedi pro daddy me chamar antes das 17h e ele falou que não esqueceria.
[...]