Henrique.
- bom dia. - digo vendo um grupinho de adolescentes vindo até mim no carro.
Uma abriu a porta da frente, com a cara pensativa. Atrás dois entraram todo apaixonado e uma toda feliz.
Era Maria, Pedro e Becca e Malu.
Maria entrou na frente. Estava séria.
- como foi o primeiro dia de aula? - perguntei pra todos mas queria saber da Maria.
- foi muito legal! A escola é muito legal! Tem muitas pessoas! Tem pessoas brancas, negras, ruivas! Eu amei! - sorri pelo entusiasmo da Malu no banco de trás.
- eu em particular, odeio o primeiro dia de aula, por que eu tenho que mostrar a escola pros alunos novos mas foi legal, conheci um violinista de 15 anos que gosta de anime mas ele era muito chato por que parecia que não tinha reação de nada... Ah! Eu descobri que agora terei que dividir Pedro com Maria por que hoje eles ficaram muito grudados nas tudo bem, preciso de alguém que cuide dele pra mim... E você Henrique? - uau, Becca fala.
- eu nada, só tive um dia cheio também.
- eu até achei essa escola legalzinha. - disse Pedro e Becca falou algo mas prestei atenção na Maria, que estava com... Um livro de matemática?
- amor... E tu? - ela me olhou.
- eu oque?
- foi legal a aula? - concordou, e ficou nisso mesmo.
Mais tarde ela me conta.
Fomos pra casa.
Pelo que soube, Becca passaria o dia com Pedro "pra estudar". Malu iria pra casa, ela tá em aulas extra curriculares e pra ela é bom, então a deixei em casa antes de ir pra minha.
- amor. - Pedro e Becca foram entrando e fui até Maria ajudar ela com suas coisas. - oque foi? - ela estava tão pensativa.
- nada.
- não, nada nunca é nada pra Maria... Foi Micheli?
- eu nem vi eles hoje. - ótimo.
- que bom, então oque é? - Maria suspirou.
- tem um professor novo de matemática, substituto pra ser mais específica... Ele é muito chato. - ah, é isso.
- mais é assim mesmo, sempre terá aquele professor chato. Relaxa, tu se acostuma. - dei carinho nela e a mesma concordou.
Peguei sua mochila e Maria levou apenas seu livro.
A saia parecia mais curta que o normal e o seu cabelo tava bem grande já.
Mais não deixei de notar Maria, estava muito bonita naquele uniforme, ele valorizava muito seu corpo e eu espero que ninguém tenha olhado pra ela como eu.
Quando entramos subimos direto embora a comida já estivesse quase pronta.
- amor. - Maria seguia pro banheiro mas parou. - pode ir.
- fala daddy.
- faz xixi primeiro. - ela foi e larguei a mochila sobre a cama com seu livro de matemática... - professor Daniel Lima...
- daddy, posso tirar o uniforme? - concordei.
- uhum, vou ver uma roupa. - penso até ir pro guarda roupa.
Peguei um short jeans e uma blusa fresquinha pra ela.
- tô morrendo de calor. - veio até mim e vi ela se despir.
- e... Esse professor substituto é legal? - concordou mas agora estava tímida. Como se tivesse incomodada.
- é. E rude. - hum.
- tá, põe o pé aqui. - ajudei ela a se vestir.
- ele tem tatuagens e não tem cara de professor. - penso. - ouviu daddy?
- ouvi, só tava tentando imaginar.
- ele tem um pouco de barba e tem cabelo castanho... Tô com fome daddy. - sorri.
- então vai descendo, vou trocar de roupa e já vou. - ela concordou.
- beijinho daddy. - me inclinei e dei um selinho nela, logo Maria desceu e pensei.
Não é nada de mais, eu só conheço alguém chamado Daniel Lima. Só isso.
Mas existem tantos Daniel Lima por aí e o que eu conheço... Certamente não é professor de matemática.
Enfim, troquei de roupa e usei o banheiro, saindo e descendo logo depois.
Lá em baixo todo mundo já estava na mesa e só faltava eu.
Minha mãe fez perguntas pra eles sobre a escola e Maria não tocou no assunto do professor e eu pretendia deixar pra lá mas isso era impossível.
- daddy. - a olhei. - me dá mais disso? - sorri, coisa mais fofa.
- sim meu neném. - peguei seu prato e servi mais purê de batata, que estava em um recipiente grande e certamente Maria faria uma lambança pra servir. Até eu fiz. - oque comeu na escola? - ela mastigou pensando.
- como era o primeiro dia, na lanchonete só teve fast food mas eu não quis, Pedrinho e Malu comeram e Karla também mas eu não, eu e Becca compramos refrigerante e eu comi meu enroladinho. - ri. - oque?
- basicamente comeu fast food.
- mais o meu não era tão gorduroso. - rimos.
- sobrou dinheirinho? - concordou.
- sim, eu ia comprar sorvetinho lá, mas a máquina não tava funcionando hoje, só a partir de amanhã eu acho. - concordei entendendo.
- manera no sorvete né. - concordou óbvia.
- eu sei daddy... - se inclinou. - não quero fazer c**ô na escola. - ri.
- é, vai passar vergonha. - ela riu.
Na verdade não, mas Maria morre de vergonha.
Quando terminamos de almoçar Maria pegou bala fini e deixei, mas só por que vi que Becca ficará um pouco com Pedro... Pra m***r a saudade.
Então fiquei com peninha da Maria mas eu ficaria com ela.
Pra falar a verdade faz alguns dias que não transamos... Eu sinto tanto t***o na Maria que qualquer coisa me atiça.
Ontem ela tava tão entusiasmada com o primeiro dia de aula que eu não podia do nada atiça-la pro s**o, mas ver ela se despir, tomar banho do meu lado... Aí no quarto seca-la e sentir sua i********e com a camada veluda da toalha me impedindo de toca-la...
É algo tentador.
Mas sou maduro de mais pra simplesmente interromper a sua felicidade pra t*****r.
Sexo é bom, ela gosta tanto, mas não é legal quando ela nem cogita a ideia e eu sim, prefiro que ela me obrigue do que eu a convença disso.
Então... Meu p*u fica como Maria diz "meio termo", e nesse momento tava.
E piorou!
- p***a Maria. - eu sussurrei, mas só pra mim.
Maria subiu na cama, por meros segundos ela ficou de quarto... O shortinho tão apertadinho, a b***a bem redondinha e grande... Seus pezinhos...
- daddy. - parei de olhar. - para de olhar pra minha b***a, ela tá doendo por que hoje eu levei um tapão. - tá, parei os pensamentos.
- de quem? - fiquei bravo e ela riu.
- da Karla, mas só por que eu me inclinei na mesa pra roubar batata frita da Malu, aí ela mandou eu descer e me deu um t**a. Parecia os seus tapas.
Os meus tapas...
- deita aqui. - tirei a camisa que eu havia colocado pra me sentar na mesa, Becca já é de casa mas preferi usar.
Maria me olhou todo e o desejo voltou.
- daddy você tinha amigas que batiam na sua b***a? - ri.
- não.
- a Becca bate na b***a do Pedro. - hoje em dia tudo é normal.
- se batiam eu não lembro mais eu... - d***a.
- eu oque? - eu batia na b***a delas. - oque daddy? - me deitei.
- nada, eu não lembro se batiam na minha b***a. - preferi não dizer, isso vai deixar ela brava.
- ata, por que eu não gostaria de saber. - é, melhor não falar.
- e... Como foi a aula de matemática? - eu queria tanto saber.
Maria se calou.
- fala amor. - me virei pra ela e ela pra mim, com a bala fini de beijinho fechada entre a gente.
- eu ainda não sei se gostei mas o professor passa muita coisa. - ela mexeu no pacote. - e o seu trabalho? Tem alguma mulher nova? - ri da sua carinha.
- tem, e são pessoas boas. - realmente tinha, mais não sei por que quando falamos disso, parece que a Maria imagina mulheres de 20 anos, bem novinhas e gostosas.
Mas não, são adultas, maduras, algumas gordinhas, outras mais magrinhas. Não tem essa de gostosa. Todas são lindas e a grande maioria carrega um anel por ser casada e sobre a mesa como já percebi, sempre tem foto da família.
- se você tiver o contato no seu celular eu vou chorar. - ri, achando fofo.
- não tenho amor, para com isso. - fiz cócegas nela... Ela se virou de barriga pra cima, empurrando minha mão.
- aaaaah... - gemeu empurrando mais e meu p*u começou a latejar.
Quando toquei sua i********e por cima do short, dei carinho e fui devagar.
- hmmmm.... Ssss... - seu gemido e ela rebolando me deixava louco. - me fode daddy... Por favor. - eu continuei ali até ela se levantar e ficar de joelhos.
A mesma se despiu... Os s***s médios mas grandes pro seu corpo me deixaram loucos pra meter a boca.
Mas Maria não tirou o short, ela desceu da cama e trancou a porta, logo depois fechou a porta da sacada e as cortinas.
Quando ela veio, se despiu do meu lado e fiquei dando carinho no meu p*u.
A b****a da Maria bem gordinha.
- eu sei que você tava com vontade ontem. - ela se ajoelhou no tapete ao meu lado. - eu senti a noite toda mas eu tava cansada e hoje vou te recompensar. - isso é, ontem me controlei ao máximo que pude mas consegui dormir mesmo com vontade.
Deitado de barriga pra cima, Maria estava de joelhos fora da cama e se ela encostasse seu bumbum no calcanhar, não alcançaria mais a cama por ser tão pequena.
Quando senti o toque das suas mãozinhas no meu p*u, aquilo me atingiu tanto.
Delirei mas continuei olhando.
Ela pegou no mesmo e tirou pra fora, sorrindo e seus olhinhos brilhavam me olhando. Que delícia.
Quando abocanhou tudo, eu gemi forte e segurei sua cabeça.
- porra.. - ela forçou o mesmo lá na guela e quando tirou ficou com falta de ar e pra mim foi ótimo.
Ela chupou por mais tempo e a cada sugada que ela dava, me aliviava todo.
Quando ela tirou o resto do meu short e subiu em cima de mim, fui um pouco pro lado e ela sentou no meu p*u esfregando a b****a toda nele.
- aaaaaah daddy... Hummmmm.. - ela mordia os lábios e apertava um dos s***s e eu só olhando e gemendo.
Passei um pouco de baba na sua entradinha e ela tava toda molhadinha já.
Quando encaixei...
- nossa que apertadinha. - Maria gemeu com aquela cara de s****a e arranhou meu peito.
Forcei mais e entrou, gememos alto e juntos.
- gostosa. - digo entre os gemidos.
Maria começou a quicar e a gemer e mesmo sendo fofa, parecia uma mulher adulta sentando em mim.
Depois de um tempo eu troquei as posições, ela ficou de quarto e eu em pé fora da cama, tendo a melhor visão possível.
Ela toda só pra mim.
A b****a gordinha engoliu todo o meu p*u e comecei a ir rápido.
Ouvia ela gemer e pedir por mais.
Batia na sua b***a, apertava, xingava ela... Estava chegando no meu limite mas Maria cansou a se deitou de barriga pra cima. A puxei mais pra ponta e pincelei o p*u nela.
- vai daddy, fode a sua bebezinha. - ela segurava as próprias pernas e se mexia até eu meter.
Fiquei olhando ele entrar com calma nela e a voz da Maria gemendo me deixou louco.
Quando comecei as minhas investidas rápidas, nossos gemidos se misturaram e foi quando acabei gozando.
Fora claro.
Maria se masturbou assim como eu fazia no meu p*u e gozamos juntos.
Fiquei um tempo raciocinando e recuperando o fôlego.
- hmmmm... Que delícia. - ela passava as mãos na bucetinha... Que b****a gostosa.
- foi gostoso? - só queria ouvir dela.
- muito... Ele parece tão maior. - ri.
- ficou longe dele. - ela sorriu. - vem, vamo tomar um banho.
- e mimi né? - sorri.
- e mimir.
Fomos pro banho, eu estava tão satisfeito assim como Maria, que nem rolou uma repetição.
Quando saímos eu a vesti com uma blusa e uma calcinha de "criança" como ela disse "aquela que cobre o bumbum todo". A deixei assim por estar calor e por não ver problema.
- daddy. - amarrei a cordinha do short e me deitei, vendo ela já deitada e linda vestida assim.
- hum?
- vamos comer a balinha e ir dormir tá? - sorri por achar fofo.
- tá bom neném. - me deitei e virei pra ela, fechando os olhos automaticamente.
Ela abriu o pacote com cuidado e quando ouvi um barulho dela mastigando a bala, a mesma empurrou uma na minha boca.
- aii. - ri.
- come, pra você repor as energias... Pra mais tarde. - meu deus, toda fofinha.
- obrigado. - comi a bala, era doce e bem boa.
Mas aquela foi a única por que senti sono.
Maria Clara.
Daddy pegou no sono e logo depois eu fui junto.
Mas não dormi muito, quando acordei daddy já tinha acordado e não estava mais na cama.
Me levantei e fui fazer xixi e lavar o rosto, eu babei no travesseiro. Mas não escovei os dentes por que eu queria comer a bala que ainda tava ali na cama e ia ficar um gosto muito r**m.
Quando sai coloquei um short já que eu não usava um e peguei a bala descendo.
Mas tava um silêncio muito grande.
- daddy? - ouvi a risada da Becca mas logo depois...
Meu deus.
Ela gemeu!
Ela estava no quarto com Pedrinho mas mesmo assim, eu ouvi.
Bia estava na sala.
- Bia cadê o daddy? - ela estava arrumada.
- o Uber chegou, vou lá, beijo. - ela se levantou do sofá, estava arrumada. - vou na Luh, o Henrique saiu e minha mãe também. Tchau. - ela foi rápido pra rua.
Ok né.
Conhecendo daddy, acho que ele foi comprar café por que já era hora de tomar.
Mas enquanto isso eu subi e peguei meu material de matemática pra fazer e voltei pro balcão da cozinha.
Agora não ouvia mais gemidos.
Ok...
Trouxe meu notebook junto por que tínhamos aula presencial e online mas isso era só para dever de casa.
O professor mandou mensagem no grupo...
Eu precisava pedir ajuda, é pra amanhã e tem muiiiita coisa.
Ok, eu consigo, é só mensagem.
- professor, gostaria de saber se posso fazer apenas até a 18 por que as demais são muito difíceis.
Mandei.
Tentei ser educada, espero que ele não leia de forma grosseira.
Ele está digitando... Na verdade ficou um bom tempo fazendo isso.
- quando passo uma atividade em aula, ela deve ser terminada em aula e caso o aluno não faça isso, é responsabilidade dele ou dela terminar em casa para trazer no próximo dia da nossa matéria. Você tem até amanhã para terminar o restante das questões e estou aqui para alguma dívida.
Grosseiro!
- então você pode me ajudar? É difícil.
- você tem dificuldade? Por que é uma das melhores alunas que tenho.
Fiquei em choque.
- vou te colocar no reforço, é a tarde. Assim posso te ensinar melhor mas ele só começa daqui a duas semanas. Até lá teremos um tempo para aprender a nova matéria que tem no 2° ano.
Não respondi.
Reforço? Eu? Eu sei fazer mas eu só não entendi!
Não mesmo, não é assim que funciona.
Não farei reforço nenhum, é a tarde? Quem vai me buscar depois?
Bom, espero que o horário do daddy não mude.
- tá bom professor.
Digo na mensagem, ele não responde, então clico na mesma pra ver quem viu e seis alunos virão, não... Um deles era o professor.
Uou.

Tipo... Ao vivo ele já é bonito mas...
Maconha?
Professora isso é uma maconha?
Bom, não posso dizer nada, afinal, ele parece ter a mesma idade do daddy, e pra fumar não existe idade.
Ok, parei de ver por que ouvi um barulho na porta e desliguei o computador rápido.
- oi meu amor. - ganhei um beijo na cabeça, era daddy obviamente, cheio de sacola. - tava estudando? - concordei, na verdade não, a grosseria do professor me fez perder a vontade de terminar então fechei tudo e guardei os lápis.
- eu tava mas já acabei. - não, e nem vou.
- o daddy foi no mercado rapidinho, mas tinha fila. Agora só pode entrar um, pra não ter aglomeração. - fiquei de joelhos no banco e abri a sacola. - comprei lanchinho de novo pra deixar aí, também pra de tarde. - fiquei feliz. - e comprei os suquinhos que tu pediu. - daddy tirou da sacola vários sucos, eles estavam dentro de um plástico, igual vem das fábricas, todos juntinhos e bem lacrados.
- ebaaaa. - fiquei feliz e ele riu.
- a gente não pode esquecer que semana que vem vai ser cheio. - penso.
- por que?
- tem dentista, tem ginecologista... Tem... - daddy pensou. - ah, Maria tá ficando sem calcinha.
- e agora preciso de meias brancas... Na verdade pode qualquer uma mas branco combina mais com o uniforme daddy... E tem que ser até o meio joelho. - sorri feliz. - igual de baby girl. - daddy riu negando.
Ajudei o daddy a guardar tudo e tinha muita coisa boa, ele comprou farinha, leite e ovos e acho que amanhã vou fazer um bolo por que o resto tem.
Tomei café apenas com daddy por que quando fui bater na porta do Pedrinho e da Becca, ninguém respondeu, aí eu entrei e eles estavam dormindo.
O uniforme da Becca jogado no chão...
Enfim, s**o.
Comi bolacha que tinha aveia, tipo integral, era de chocolate e eu amo por que não parece ser tão doce. Bebi Nescau e depois comi pão de queijo que daddy comprou e tava muito bom, tinham assado na hora.
Quando terminamos, daddy tirou a camisa e tentei comparar ele com o professor.
Era a mesma porcentagem de beleza, igualzinha.
A única diferença é que daddy tem tatuagem pelo braço todo, mas só em um, enquanto o professor acho que tem nos dois e no pescoço também.
Nunca vi a barriga do professor mas se ele é fortinho, deve de ter um tanquinho. Mas o daddy... O meu daddy...
Ele é perfeito.
Único.
Vou tentar reparar amanhã se o professor tem anel no dedo.
[...]
Já era de noite eu tava morrendo de sono, ia dormir em dois segundos com certeza.
- daddy. - fechei os olhos e cheguei mais perto, encostando meu corpo no dele e sentindo seu cheirinho no seu pescoço.
- hum?
- você faz assim?.. - peguei a mão dele e fiz ele bater na minha b***a. Daddy riu internamente aaaa.
- faço. - e começou.
Daddy ficou dando batidinhas na minha b***a até eu viajar na maionese. Tipo, eu tava pensando em nada com nada, eu tava viajando mesmo.
Mas em uma dessas "viagens", o professor apareceu e daddy também.
Eu estava sonhando acordada.
Abracei a cintura do daddy forte e logo dormi..
Pensando nos dois.