Maria Clara.
Tive um pesadelo h******l e estava de baixo das cobertas a uns vinte minutos chorando de medo.
O quarto tava todo escuro e daddy não estava aqui.
Ok Maria, calma.
Daddy sempre disse que os bichos papão são nossos amigos.
Respirei fundo e fechei bem os olhos, saindo de baixo das cobertas e ligando o abajur bem rápido.
Aí abri os olhos.
Daddy realmente não estava.
Me levantei e sai correndo do quarto.
Lá em baixo não tinha ninguém e era 2h da manhã.
Daddy não tá me traindo mas onde ele foi????
Subi pro quarto da Pri por que no do Pedrinho, Bia, Malu e meu pai, as camas são de solteiro e eu não posso dormir com a tia Cris e nem com Caio.
Eu só entrei e quando cheguei ao lado de Pri, que estava de conchinha com Matheus, eu cutuquei ela.
- Pri... - ela se assustou.
- oi meu amor, oque aconteceu? Que foi? - se preocupou.
- daddy saiu e ainda não voltou, posso dormir aqui? - ela concordou na hora.
- ué, que estranho. - isso me fez pensar em coisas ruins então fiquei imaginando que daddy poderia estar me traindo.
Era melhor do que imaginar ele dentro de um carro capotado em uma montanha.
Não.
Daddy não é louco de me deixar assim.
- deita aqui do meu lado. - ela me deu espaço na cama mas fiquei tímida.
- posso dormir no meio? - ela sorriu.
- pode meu amor. - chegou pra ponta e sorri.
Me enfiei ali no meio e Matheus me abraçou e ri.
- que susto. - disse ele.
- daddy saiu, não quero dormir sozinha.
- vai ter que aguentar os roncos dele Maria. - disse Pri e ri.
- meus peidos também. - em um segundo Matheus peidou e eu e Pri fingimos sentir nojo mas rimos logo depois.
Matheus virou pra sua ponta e eu e Pri fizemos o mesmo.
Ela me abraçou por trás e eu fiquei com as pernas sobre as do Matheus e ali dormimos.
É muito melhor dormir com duas pessoas... Mesmo que de um calor insuportável. Mas você se sente protegida... Mesmo ouvindo roncos altos do Matheus.
...
Abro os olhos rápido me assustando com o chute que ganhei.
- desculpa Maria. - foi Matheus obviamente.
- já tá na hora de levantar? - me espreguicei e Pri não estava na cama.
- eu acho que sim. - rimos.
Matheus se levantou primeiro e foi pro banheiro e eu falei que ia pro meu quarto e ele só disse "tá bom".
No meu quarto daddy estava atirado na cama de bruços com tênis e roupa.
Igual como ele saiu.
Cheguei perto e cheirei ele... Sem cheiro de mulher, sem marca... Que bom.
- daddy.. - ele se acordou na primeira tentativa.
- p***a Maria... Que susto. - se virou de barriga pra cima e gemeu de dor no corpo.
- quero saber onde você foi. - me sentei em cima do daddy, sentindo seu pipi bem.
- quero saber onde tu dormiu.
- com a Pri e Matheus. - daddy me olhou sério.
- tu tava sem calcinha. - penso até dar de ombros.
- mais somos irmãos.
- não é isso, é só que aparece um pouco. - olhei pra minha virilha e é... Um pouco aparecia.
- tá, você não falou onde foi. - daddy suspirou me olhando.
- seus olhos são lindos. - olhei confusa.
- sim, iguais da minha mãe e vó. - sorriu.
- seus cabelos... Seu rostinho... - sorri.
- tá daddy, tá me enrolando. - daddy riu.
- eu fui encontrar uma pessoa, e eu vou te falar quem mas no momento ela pediu sigilo. - fiquei pensando e daddy me sentou do seu lado e se levantou.
- espera. - fui atrás dele pro banheiro. - quem é? - daddy tirou o pipi pra fora da roupa e fez xixi.
- confia em mim? Eu demoro pra te contar as coisas mas nunca escondo e vou te falar, mas no momento certo e não assim do nada. - é, não quero que meu dia estrague.
- mais essa pessoa é sua futura namorada? Ou melhor amiga? Ou é uma mulher que você ama? - daddy riu e sacudiu seu pipi guardando logo depois.
- não a amo, não sinto simpatia e nem nada... No máximo gosto dela como pessoa. E não é minha namorada, só tenho uma... Que agora é minha noiva. - daddy me deu um beijo e foi lavar as mãos.
- tá bom. - fiquei pensando.
- vamos escovar os dentinhos e ir tomar café. - assim fizemos.
Daddy estava muito... Sei lá, muito misterioso. Mas eu quero ouvir essa novidade no momento certo.
Sei lá, sinto que tem haver com minha mãe mas eu não consigo mais acreditar que ela tá viva.
Talvez aquela mulher que vi, seja uma amiga, ou...
- daddy... Minha mãe tem uma irmã gêmea? - fiz uma pausa pra cuspir a espuma da pasta de dente que tava na minha boca.
Daddy não riu e nem nada.
- não, não tem. - enxaguou a boca. - vamo? Lava a boquinha pra gente descer. - assim fiz, ainda pensando.
Odiava pensar, ficava tanta coisa na minha cabeça.
Mas eu não quero ouvir se for algo r**m.
Não mesmo.
Henrique.
Com as horas passando rápido, comecei a ficar mais louco.
Tudo oque eu e Melissa conversamos ontem...
"Henrique de uma chance ao seu pai, ele fez tudo isso por amor".
Era como se... Ele amasse Maria mais do que eu.
"Seu pai te amava, ele dizia isso todos os dias. Confiei minha filha a um adulto por tudo que ele me disse... Você poderia ter estuprado Maria mas tudo que ouvia era 'meu filho é um bom homem, ele é protetor... Cuidadoso', nunca duvide do amor dele Henrique".
Tá mais e por que teve que ser assim? Por que ele teve que se afastar? Sendo que era só me contar a verdade.
Aí pensei, contando a verdade Maria e eu teríamos "um amor" vindo só dela, por que eu saberia que estava ali apenas pra cuidar dela e caso me apaixonasse... Não seria real.
Mas também meu pai não precisava se afastar, ele poderia ter escondido tudo isso mas continuado por perto quando mais precisei e quando não estava nem aí pra ele.
Seu único dever era estar presente.
Dou um soco na parede e quase grito de ódio. Estava traumatizado pelas cenas de violência dentro da minha casa quando criança, mas mais ainda por pensar que eu era realmente um cara h******l pro meu pai acabar se afastando de mim.
Estava traumatizado e desorientado por pensar que posso perder Maria em dois segundos.
As intenções de Melissa ontem eram essas.
"Henrique eu vim pra ficar... Vim pra ter Maria de volta".
Conversamos sobre tantas coisas...
Álvaro pra ela é um monstro e eu não falei nada. "Vi duas delas Henrique, duas!". Eu tive que contar que era Maria Luísa e ela chorou tanto, me implorando pra cuidar delas.
Porém... Sempre há um porém.
Melissa não pode dar as caras, precisa de mais alguns meses e isso vai machucar Maria mais ainda.
Eu falei firme a ela pra não aparecer de repente na vida da Maria, por exemplo na escola, na rua... Não queria que ela aparecesse do nada.
Ela prometeu... Mas não falou que conseguiria e eu até entendo.
Sabe... São coisas tão... Bem planejadas.
Parece um filme, uma série... Eu tô ficando maluco.
- daddy. - olho pra porta e vejo Maria, minha Maria... Aquela menina tão pequena e tão falante.
- vem cá comigo. - me sentei na cama e ela fechou a porta vindo.
- você ouviu um estouro? - neguei confuso. - parece que alguém deu um soco na parede. - aaah..
- acho que caiu algo sem querer. - ela sentou no meu colo.
- e... - me olhou, tão linda. - você vai falar sobre oque tá acontecendo? - respirei fundo.
Sei que uma vez contando algo pra Maria, mais de vez vezes ela vai querer saber.
- isso vai me machucar daddy? - concordei fraquinho e fiz carinho na sua coxa.
- no sentido de doer aqui, sim. - toquei seu coração e ela olhou pra baixo segurando a minha mão.
- e... Você vai embora? - sorri.
- por que acha isso? - suspirou.
- eu sinto que você vai me deixar.
- não vou, não fala isso por que não vou. - dei carinho nela. - por que acha isso Maria? - perguntei de novo.
- daddy, não sou mais um bebê e eu não tenho menos de 14 anos, por que nessa idade você não me contava nada e eu gostava... Eu era mais feliz, eu só ia pra escola, voltava, arrumava a casa, comia, brincava... Era tudo que eu mais gostava de fazer e depois dos 15 anos tudo mudou, parece que eu virei adulta e você me contava tudo. - a olhei o tempo todo.
- mas a Maria esqueceu que no dia do aniversário de 15 anos dela, ela falou "agora eu sou uma mocinha e quero saber das coisas". Aí depois tu ainda especificou o motivo de não ter te deixado ver teu pai... Aí eu falei tudo pra ti. - me olhou.
- você... Acha que minha mãe tá viva daddy? - eu não queria dizer assim de cara.
- eu acho que... Talvez. - ela olhou pra baixo e eu vi as lágrimas. - por que isso é r**m? - me olhou e uma delas escorreu.
- por que ela me deixou...
- por um bom motivo. - interrompi.
- qual bom motivo daddy? Ela fingiu uma morte... Eu fiquei com febre por dias e vomitei por que eu sabia como era uma perda, eu sabia que a pessoa nunca mais ia voltar. - ela desabou em lágrimas e me abraçou. - não quero.. não quero ela daddy. - fechei os olhos abraçando ela e respirando fundo.
- tá tudo bem. Vamo deitar. - Maria desceu do meu colo e deitamos.
Sei quando algo a deixa fraca, ela não me solta por nada e fica tão pertinho. Fora o rostinho triste e a carinha de choro.
- daddy.
- hum? - cobri a gente e ela estava bem encolhidinha com as pernas dobradas e encostadas no meu quadril.
- você... Se ela estiver viva você vai me dar pra ela? - sorri a olhando, já deitado e relaxado assim como ela.
- a Maria tem 16 anos meu amor. - fiz ela pensar. - mesmo com essa idade e sendo menor, já tem como decidir com quem quer morar. - ela pensou mais.
- e... Eu posso morar com você pra sempre? - sorri.
- deve. - dei um selinho nela mas Maria me agarrou e começou a me beijar de língua.
Suas pernas ficaram retas e a puxei mais pra mim, sentindo seu corpo macio ao meu mas não teria nada além do beijo por que ela tá chorando e triste.
- daddy.. hum... Vamos brincar. - ela gemeu tão fraquinho e isso conseguiu me acender.
- não pode, a Maria tá dodói. - ela me agarrou mesmo assim.
- pode sim, eu já tenho 16 anos e posso decidir oque eu quero. - ri, sentindo ela voltar a me beijar.
Suas mãos delicadas e suas unhas grandes ficavam passando no meu abdômen até descerem mas impedi por estar gostoso sentir ela se esfregar em mim.
Ela continuou até eu chegar ao ponto de querer obriga-la de tão gostoso... Mas eu não faria isso.
Maria se despiu e eu também. Depois ela desceu nua da cama indo trancar a porta e bati uma p*****a olhando ela nua e foi muito gostoso.
Quando ela voltou, ficou entre minhas pernas na cama e começou a me c****r.
Eu fechei os olhos de tanto prazer e comecei a gemer sentindo Maria ali.
Eu, um homem de 26 anos fudendo uma adolescente de 16.
Era gostoso por que eu conhecia essa adolescente e a amava mas lá no fundo era muito tempo de idade e nosso amor foi planejado.
Maria me tirou dos pensamentos batendo muito forte e eu quase gozei.
- calma.. - rimos. - deita aqui. - digo e ela vem, engatinhando me deixando louco.
Assim que Maria abriu as pernas eu senti vontade de meter logo, mas eu queria sentir ela gemer e rebolar na minha boca.
Chupei ela todinha e fiz ela me xingar por estar provocando, mas Maria gozou como sempre acontece e ficou toda molhadinha que nossa.
Quando meti meu p*u deslizou pra dentro perfeitamente.
Nos olhamos e senti uma sensação muito boa. Sempre vejo esse rostinho por baixo ou por cima... É o rosto que tô acostumado a ver e é o rosto que quero ver pro resto da vida.
Nunca terá alguém melhor que a Maria, nem na cama e nem no mundo.
Transamos tão gostoso, mesmo com safadeza tinha muito amor também e quanto mais a gente se olhava, mais gostoso ficava.
Acabei gozando na sua barriga por que depois de várias posições, voltamos pra do início.
- daddy... Isso... Foi tão... Gostoso. - disse sem ar fechando os olhos.
Eu via sua barriga se movimentar um monte por causa da falta de ar e sobre ela tava a minha p***a toda.
Maria tinha uma cinturinha fininha e perfeita e isso me deixou fascinado olhando.
- daddy... Ainda tá.. bem durinho. - disse pegando meu p*u e masturbando mais um pouco, sentia um restinho de prazer mas começou a dar aquela dorzinha pós f**a.
- bainho? - me soltou e negou.
- soninho. - ri e ela fechou os olhos com um sorrisinho.
- primeiro banho, vem... Ou quer dormir com a p***a do daddy na barriga. - ela abriu a boca e fez cara de s****a.
- queria dormir com ela no meu estômago por que eu ia engolir. - ri e nos levantamos.
No banho rolou mais umas brincadeiras, mas só dá minha parte que masturbou Maria toda.
Ela gozou e gemeu tão alto.
Após o banho estávamos satisfeitos e nos deitamos.
- daddy. - liguei o ar e fechei a porta da sacada deixando só um pouquinho aberto por conta de ficar muito gelado.
- hum? - fui pra cama e vi ela toda feliz. - que foi? - ri.
- você é muito gostoso. - me agarrou e eu nem havia deitado direito.
- tu também... Muito gostosa. - Maria me beijou e cobri a gente.
Novamente na posição do começo, segurei seu corpo macio bem rente ao meu e sentia sua i********e no meu p*u.
Mas só sentia por que vesti Maria com um shortinho que ela pediu, era um tecido leve mas ele ficava apertado nela.
Então dá pra imaginar ela sem calcinha com a i********e gordinha no meu p*u.
Dava pra sentir nitidamente.
- daddy. - parou o beijo e me olhou.
- hum?
- eu te amo.
- eu também minha princesa. - ela me deu um último beijo até se virar e vi todo o processo por ter levantado o cobertor pra ela fazer isso.
A b***a esfregou todinha no meu p*u e eu já estava satisfeito mas mais um pouco e meu p*u ficava duro de novo.
Abracei ela e assim ficamos até dormimos e eu nem percebi.
[...]
Já era 01h da manhã.
Maria dormia na cama e eu estava sentado na cadeira em frente a mesa com o computador ligado.
Aquela mesinha é da Maria pra ela escrever e fazer oque ela quer. E nesse momento tem vários cadernos, o notebook, tablet, seu celular, diário, canetas e coisas da escola.
Hoje Maria, depois da soneca que tiramos, ficou um bom tempo enfiada dentro da internet, livros e cadernos.
Fazendo coisas para Havard.
Eu não queria, sinceramente, férias é um período pra você curtir e descansar, porém Maria não pensando em sua mãe e em tudo que tá acontecendo, já tá de bom tamanho.
Então eu não interferi quando vi ela das 13h até a 19h fazendo trabalhos e estudando.
Claro, trouxe um lanche pra ela mas ela m*l tocou, estava realmente focada. Até usou seu óculos e foi bom, Maria tem um pouco de problema de vista.
Mas agora eu estava em frente ao computador na conta do i********: da Maria. Procurei por alguém estranho.
Maria tem 223 seguidores e segue 187.
Sua conta é privada e por isso tem poucas pessoas.
Como ela diz "só quem eu conheço pode entrar no meu insta".
Mas se ela aceitou então ela conhece.
Mas não consegui achar ninguém estranho, as fotos de perfis e nomes eram comuns.
Esse momento com o computador também me fez ver meus e-mails e a escola da Maria mandou um.
As aulas começam mês que vem, em fevereiro, dia 23 pra ser mais exato.
Mas eu precisava pagar a mensalidade já por que esse ano seria pago por mês e não por ano.
Quando Maria entrou na escola eu paguei já todos os meses que ela estudaria, até por que ela entrou pouco mais do meio do ano. Mas como a diretora mesmo específicou "as aulas serão seguidas normalmente mas terá meses em que os alunos ficarão em casa, que será aqueles dias em que o covid se agravará mais".
Então paguei as mensalidades, três adiantadas que era o limite e aproveitei pra fazer a pré matrícula do Pedro.
Não tinha como fazer online mas tinha como já fazer um agendamento e já dei o nome, a idade e só amanhã pra eu ver se há vagas no segundo ano.
Enfim, tomei um banho rapidinho mas fiquei pensando por bastante tempo.
Quando sai Maria entrou no banheiro e me assustei.
- daddy.. - sai do box com a toalha na cintura.
- hum? - ela baixou o short e sentou no vaso, ouvi o barulho do seu xixi.
- eu... Sonhei que.. - bocejou. - eu tava em... Havard... Mas era Hogwarts. - ri.
- como assim meu amor? - ela riu.
- eu não sei, mais tinha um enorme castelo. - sorri me secando e pensando no quanto gosto da Maria assim.
Ela se limpou e veio lavar as mãos, nisso eu já estava seco.
- você vai dormir comigo agora? - que coisa mais fofa meu deus.
- claro que eu vou. - ela sorriu.
Fomos pro quarto logo depois dela secar as mãos e me vesti com um short como sempre.
Aí deitamos mas Maria parecia mais acordada.
- daddy.
- hum? - eu estava de barriga pra cima e Maria ao meu lado virada pra mim.
- você acha que um dia a minha mãe vai voltar e falar que ela não morreu?... Eu não acredito que ela tá viva mas parece. - respirei fundo mas tentei não fazer barulho com a respiração.
- não sei meu amor. - Maria colocou uma das pernas sobre as minhas. - mas olha só. - me virei pra ela mas sua perna continuou ali. - eu acho que ela sempre te amou...
- quem ama não abandona. - me interrompeu e toquei seu braço.
- quem ama faz o impossível pra ver aquela pessoa bem... Quando o daddy foi preso eu sofri muito... Não sabia se a Maria tava bem, se ela tava comendo... Se tava se cuidando... Eu tava maluco e fiz o possível pra te ver bem. Passei a tua guarda pra minha mãe, mandei minha mãe te proteger com a vida dela... Fiz o possível pra te ver bem e sempre vou fazer. - ela olhava pro meu peito e mexia na minha corrente que não tirei.
- mais... Ela vai me roubar de você. - sorri.
- por que a Maria vê assim? - deu de ombros.
- eu sinto. - quando ela sente... É real. - parece que um dia ela vai me prender dentro de um quarto e nunca mais me deixar sair. - isso me deixou preocupado, mas só pelo fato de que a mãe da Maria parecia uma lunática falando dela.
- nunca vou deixar isso acontecer. - dei carinho nela. - nunca.
- você promete? - me olhou. Os olinhos brilhando.
- eu prometo. - dei um beijo nela e logo depois ela entrou dentro do meu abraço, tirando a perna de cima da minha e colando seu corpo no meu.
Fiquei pensando e imaginando um dia a mãe da Maria levando ela pra sair... Aquela pode ser a última vez que verei Maria.
Isso dói tanto, uma dor tão inexplicável.
Machuca.
Muito.
Maria dormiu por que senti sua respiração mais forte e o corpo mole, ajeitei ela na cama e dormi logo depois.