Henrique.
Conversava na cozinha com Matheus e Álvaro enquanto bebiamos cerveja.
Resolvemos assar uma carne no forno e salsichão, só pra deixar as mulheres um pouco afastadas da cozinha e descansar.
Então Pri e minha mãe estava lá em cima fazendo algo.
Maria, Malu, Bia e Pedro graças a deus estavam de bem na sala jogando videogame todos os juntos.
Descasquei a última batata que assariamos e coloquei na forma pra temperar. Enquanto isso ouvia as histórias de Álvaro e dava risada.
Caio hoje não estava, teve que ir pra São Paulo resolver algo de novo, ele já havia ido mas parece que surgiu outro problema.
Maria Clara.
- isso não vale, aaaah. - larguei o controle do videogame brava.
- mais você não tá atirando, como que quer sobreviver Maria? - disse Pedrinho e revirei os olhos.
- eu quero jogar GTA.
- não, depois.
- agora, por favor, isso é chato... Bia daddy disse que você quem manda. - Bia tava concentrada.
- quando eu m***r o filho da p**a do Pedro eu coloco no.. GTA... p***a Pedro! - Malu riu.
- vai Malu, atira! - Pedro e Malu eram do mesmo time.
- Maria eu vou perder... Não vai dar pra jogar GTA. - peguei o controle e revirei os olhos, mirando e acertando Pedrinho no jogo. - EEEEEEH. - festejou me sacudindo mas eu nem dei bola. - vai lá, põe GTA. - agora sim, fui feliz da vida.
- vou colocar GTA e vai ser bem mais legal de jogar. - digo, virada pra eles.
Porém quando me virei, a janela estava aberta e ficava bem atrás da tv e um pouco pro lado.
Foi no mesmo momento em que ouvimos um som e começamos a gritar.
Ela veio na minha direção.
- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! - eu berrei aqueles gritos fininhos.
- AAAAAAAAH mata ela! - corri pro sofá e subi em cima do Pedro mas ele ficava me empurrando e a barata tava voando.
- AAAAAAAAAA DADDY! - me joguei no sofá e a gente se cobriu com as almofadas e até o Pedro tava gritando.
- oque foi?! - daddy viu a barata e pegou o chinelo mas ela tava voando em volta da luz.
- AAAAAAAA MATA ESSA p***a! - ela foi na direção da Bia e comecei a rir assim como Pedro e Malu.
Mas ela veio na minha direção e eu passei por cima de todo mundo e pisei em todo mundo e gritei igual uma louca.
Ai daddy matou por que ela parou em cima do sofá.
- pra que fazerem fiasco? É só uma barata. - xingou.
- só uma barata, não era você que tava com medo. - digo. - homem não tem medo.
- Pedro tava com medo. - disse Malu.
Pensando bem agora, Malu não saiu correndo de medo. Ela gritava mas rindo.
- fecha daddy. - apontei pra janela e levei o dedo a boca.
Daddy ficou bravo por que gritamos.
- daddy. - chamei e ele me olhou. - você tá triste?
- não, tô bravo. - é, bravo. - só não gritem desse jeito, sabem que esse condomínio é cheio de frescura... - a campainha tocou. - viu. - daddy ficou bravo.
Realmente, lembro do primeiro dia quando chegamos, "não pode ficar depois das 22h andando pelas ruas; após às 21h o condomínio é restrito por total silêncio; não pode ter nada sobre as calçadas se não terão que pagar uma multa". A multa existe em todos os condomínios, até no meu, mas mesmo assim. Muita frescura.
Já era mais de 20h.
Daddy foi lá e fiquei com medo.
Não precisava nem ir até a porta por que eu ouvi o guarda perguntando se tava tudo bem. Acho que ele faz uma pequena ronda pelo condomínio, por que ele tava muito perto da nossa casa no momento e não teria como ele ter vindo tão rápido assim.
Por um lado é bom, ele está protegendo a gente e assim com essas regras tudo fica mais fácil mas por outro lado isso é chato, esse é o lar de alguém e a pessoa tem hora pra sair da rua?
Quando daddy voltou, bravo, fechou a porta e desligou o Xbox. Pedro ficou bravo e daddy mandou a gente fazer alguma coisa, ou seja, se separar.
Conheço daddy, estava bravo por termos gritado e feito o homem vim aqui mas tudo sempre gira em tornos dos irmãos e daddy tá bravo com a Bia.
Bia tinha jogado a culpa toda em mim pela queda da Letícia e eu joguei nela por que era a verdade.
Aí daddy ficou bravo com ela por que falou que acreditava em mim.
Então tudo conspira pro daddy ficar irritado.
Ele mandou eu ir fazer alguma coisa no quarto e fiquei chateada por que era minha vez de escolher o jogo, comecei a chorar e pedi pra Malu me deixar sozinha.
Eu nunca posso jogar no Xbox do Pedro e quando eu posso sempre tem algo pra atrapalhar e hoje foi uma barata.
Não tenho medo dela, mas ela voa e pode grudar no meu cabelo ou sei lá, fico com medo.
- Maria. - daddy abriu a porta e engoli o choro, fazendo barulho. - tá chorando por que? Não xinguei só tu. - entrou no quarto.
- mais era a.. a minha vez de.. de jogar. - voltei a chorar. - você e a barata.. estragaram.. tudo. - daddy riu mas fiquei mais irritada ainda.
- Maria vocês sabem que não podem gritar...
- mas não planejei que uma barata entraria pela janela.
- eu sei, mas se junta com eles e fazem tudo errado. Não te quero perto da Beatriz. - cruzei os braços na cama.
- para de ser chato e m*l. - fiz cara f**a e daddy sentou na cama.
- já percebeu como é fácil te manipular? - não respondi. - é muito fácil, oque Beatriz te falou depois de tudo?... Te pediu desculpas? Sendo que tu levou toda a culpa? - não respondi novamente e fiquei soluçando. - não quero que se afaste dela mas fico bravo quando algo assim acontece, por que? Por que mesmo que não tenha sido só a Maria que gritou, vão colocar a culpa nela e eu vou me irritar. Sei que todo mundo tava gritando mas era só tu que tava em pé no sofá gritando mais alto ainda. - daddy me tocou. - olha só, quando eles não te deixarem jogar, sai de perto, deixa pra lá, não fica insistindo tá? - concordei fraquinho. - vem, vamo jantar. - me deu a mão e levantamos da cama.
- daddy, posso sentar com você na mesa? - concordou.
- deve.
Lá em baixo tia Cris e Pri estavam a mesa já e perguntaram sobre os gritos e Bia colocou a culpa no Pedro "esse moleque que não serve nem pra m***r uma barata".
Eu ri mas realmente, Pedro não matou e no meu ponto de vista isso é tarefa do homem da casa... Mas só por que quem sempre matou baratas foi daddy. Mas mesmo assim, todos tem direito de sentir medo e Pedrinho sente e tudo bem.
Na mesa daddy me serviu, sentei ao seu lado e Malu, Pedro e Bia no balcão.
Mas aqui era chato, eles só falavam coisas chatas.
Daddy colocou um salsichão, carne, batata assada, arroz e salada de maionese no meu prato. Ou seja, tudo por que era oque tinha e o resto eram legumes assados da Pri mas eu não quis por que eu sei que não comeria.
Pri sentou do meu lado e ficamos conversamos baixinho.
Pri falou sobre sua mãe... Oque me fez lembrar da minha mas eu continuei ouvindo e sorrindo pra suas histórias.
Minha mãe passava o dia inteiro comigo brincando de esconde esconde pela casa, de fazer barracas pra gente se esconder dentro... A gente lia livrinhos de princesas juntas o tempo todo.
E é muito estranho ver alguém tão parecida com ela e pensar que caso ela esteja viva, ficou tantos anos longe de mim... Por que não me amava.
Daddy conversava com meu pai ao seu lado e não percebeu que meu rosto caiu de tristeza mas eu continuei comendo por que ao contrário de 99% da população, quando fico nervosa ou algo do tipo, sinto mais fome.
Todo mundo fica sem apetite nessas horas mas eu, Maria Clara Pavanelli, como oque eu ver pela frente e ajuda muito.
Quando terminei de comer estava cansada e peguei uma bolacha da marca Bono pra ir pro quarto comer e levei refrigerante na minha garrafinha termina de unicórnio, que tia Cris me avisou antes que tava lavada pra eu usar.
Ela disse me apertando e falando que eu tava distante mas dei um abraço nela e falei que ultimamente daddy estava carente e eu estava com ele. Aí ela riu dizendo "carente é? Sei".
Mas realmente daddy estava mas também não falei que daddy broxou outro dia.
No quarto eu coloquei na Netflix na tv e em um filme de princesa e fiquei comendo minha bolacha até daddy entrar, depois de uns 15 minutos.
- ah já pegou bolachinha? - daddy trazia um salgadinho e uma barra de chocolate.
- eu quero. - me sentei rápido. - me dá, me dá. - ele riu e adentrou o quarto fechando a porta.
- não te vi saindo da mesa... Tá tudo bem? - concordei fraquinho e daddy sentou na cama do meu lado.
- eu tava cansada. - daddy abriu o salgadinho pra mim, aquele azul do cheetos. - fala a verdade. - pegou meu queixo e olhei pra ele automaticamente.
- mais eu tô. - daddy me olhou sentimental.
- te conheço... Não é por que eu te xinguei aquela hora né? - neguei fraquinho.
- não. - daddy suspirou.
- pego pesado mas nunca vou passar de xingamentos ou castigos... Sei que já te bati com o chinelo mas nunca vou te dar uma surra. Nem com nossos filhos serei assim. - eu ri por que era engraçado quando daddy me batia com o chinelo mas machucava. - não ri. - riu também.
- daddy, gosto quando você banca o meu papai mas eu não fico brava quando você grita, por que você só grita quando faço algo que realmente é errado. - daddy me deu carinho.
- nunca vou brigar sem motivo, nunca. - sorri fraquinho.
- tá... Mais... - queria perguntar tanta coisa ao daddy. - nada.
- fala... Por favor. - me ajeitei na cama mexendo no salgadinho.
- é possível que minha mãe não tenha morrido? - daddy ficou em silêncio, mudando a expressão do rosto bem devagar.
- Maria...
- daddy eu vejo ela todos os dias... Tô começando a me sentir maluca. - meus olhos se encheram de lágrimas e daddy me puxou pro seu peito.
- ei... Não fala assim. - me abraçou forte. - tu não é nem tá maluca. - sai do abraço.
- então ela tá viva? - daddy suspirou.
- eu não sei meu amor. - voltei a abraça-lo. - não sei.
Henrique.
Como sempre... Ela dormiu.
A deitei com cuidado no meu lugar da cama por que ela estava bem perto de mim e não queria acorda-la.
Fechei o salgadinho com cuidado e levei tudo que trouxe lá pra baixo.
Maria soluçava.
Sua mãe tá viva, tenho certeza disso e nesse momento... Sinceramente... Não sei se ela é do bem ou do m*l.
Eu não sei.
Ao subir desliguei a tv, mijei, lavei o rosto, pensei um pouco em frente ao espelho e logo voltei pra cama, me deitando no lugar da Maria sentindo o cheiro do seu perfume no seu travesseiro.
Abracei ela forte e fique por muito tempo pensando. Era cedo pra dormir e eu não estava acostumado a ir tão cedo assim pra cama.
Será que a mãe da Maria fez tudo isso por amor? Ou pra se proteger apenas a si mesma?
Por que ela abandonou Maria? Por que não levou Maria junto?
Aaah... Suspiro.
São tantas hipóteses.
São tantas coisas que dizem e provam o contrário e outra que provam que a mãe da Maria fez tudo por amor.
Tem que ser por amor, ela confiou sua única filha pra um adulto que nem conhecia, eu.
Tem que ter amor no meio disso.
Maria se mexeu, tava tudo escuro e acho que ela se assustou.
- daddy... - ela acordou assustada.
- tô aqui, tô aqui. - dei carinho nela.
- não gosto da ponta, não me solta. - não soltei e puxei ela bem pra mim. - quero o meu lugar de volta. - me abraçou forte.
- então vem. - Maria passou por cima de mim ainda abraçada a mim e ri, fazendo ela fazer o mesmo.
- parece que tem alguém do lado da cama. - disse e eu quase falei que do seu lado é a mesma coisa por que a cama não é grudada na parede, mas isso a deixaria com medo todos os dias então só sorri.
- por isso a ponta é o lugar do daddy. - dei um selinho nela.
- daddy, eu queria fazer sexo... Mas só por que tô carente. - ri.
- não... Sem s**o. - ela chegou mais perto.
- só um pouquinho assim. - mostrou nos dedos e achei fofo como sempre e ri.
- não. - ela não insistiu.
Nos abraçamos e dei batidinhas na b***a dela, com calma pra ela se sentir confortável.
Não demorou muito e ela estava mole e a respiração mais forte, amoleci também e peguei no sono rápido.
[...]
Estava acordado mas ainda deitado na cama, sentindo as pernas da Maria sobre as minhas até ela se mexer e me machucar.
- aaau. - essa foi forte.
Maria acordou.
- desculpa daddy. - a voz saiu fraquinha.
- foi nada meu amor. - Maria deu uma joelhada por cima do meu p*u mas teria doído mais se ela tivesse virada pra mim e eu pra ela.
Mas me virei pra mesma e ela fechou os olhinhos me olhando até não me ver mais, sorri por acha-la linda mesmo com o rostinho inchado e o cabelo bagunçado no rosto.
Maria é perfeita de qualquer forma.
Peguei meu celular no criado mudo e tinha tantos e-mails. É a primeira coisa e a única prioridade no meu celular, e-mails.
Até por que lá é o meio mais correto de mandar mensagem pra alguém quando se trata de trabalho.
Mas tinha mensagem do dentista.
"Bom dia senhor Henrique, aqui é o Dr Carlos, o dentista da Maria. Gostaria de saber se ela está usando o aparelho móvel e em cima disso gostaria de marcar uma consulta pra ela pro dia 12/02. Se possível pode me retornar?".
Nossa.
Me levantei na hora a procura desse aparelho móvel mas não achei em lugar nenhum. Nem dentro da mala, nem no guarda roupa, nada.
Mas quando fui ao banheiro fuçar nas coisas da Maria, achei dentro da sua bolsinha que tinha mais maquiagem e em cima daquela pia já tinha um monte.
Ufa.
Tava limpinho e bem conservado.
No quarto Maria tava se mexendo até acordar.
- daddy... - se espreguiçou.
- vamo levantar? Hum? - apoei os punhos na cama só pra beija-la e logo me levantei. - levanta, escova os dentinhos, vamos tomar café e colocar o aparelho. - dei pra ela.
- aah daddy não. - fui abrir as cortinas.
- por que não? Não sou eu que tô mandando, é o dentista meu amor. - fui paciente e ela colocou a mão no rosto por causa da claridade.
- fica r**m de falar e fica com um cheiro muito r**m. - ri.
- mais da pra te entender perfeitamente e o cheirinho só fica depois de comer, aí a Maria escova os dentinhos e o aparelho. - fomos pro banheiro e Maria tava com uma cara de quem não gostou.
Escovamos os dentes, ela escovou os dela e o aparelho e depois lavou o rosto, aí a deixei mas fiz xixi antes.
Troquei de roupa e deixaria Maria ver uma roupa pra ela hoje.
Ultimamente tô percebendo que Maria tá muito dependente de mim e pra todo mundo isso é r**m, eu não acho.
Até por que eu sei que ela é capaz de fazer as coisas sozinhas mas gosto de ajudar.
- deu? - vejo ela sair do banheiro no mesmo momento em que eu dava laço na cordinha do short. - vamo? - concordou.
- a roupa.
- pode escolher. - fez uma expressão de cansada.
- gosto quando você escolhe. - é, melhor mesmo se não ela pega seus vestidinhos.
- ta bom coisa mais linda. - dei carinho nela.
Me sinto até um estilista por que quando vou ver a roupa da Maria, vejo uma que ficará linda nela.
Peguei um vestido colado e um pouco justo mas era de ficar em casa. Era azul marinho e vesti nela.
Maria se arrumou corretamente e descemos.
Lá em baixo todo mundo já estava acordado e hoje era um dia quente, Maria foi direto pra piscina por que as meninas estavam indo e enchi as bóias, levando um iogurte, suco e bolacha pra elas comerem.
Aí fiquei tomando café com os meninos e conversando.
[...]
Já era noite quando aquele celular começou a tocar. Maria estava no banho.
O peguei bem rápido, o som era muito alto.
Quando atendi ouvi aquela voz.
- Henrique, você pode encontrar nesse endereço que te passarei?
Fico pensando se deveria.
- só quero conversar, te espero em uma hora.
Ela desligou e eu nem pude palpitar sobre.
Era ela, era a mãe da Maria. Tenho certeza disso.
E não é, deve ser irmã gêmea.
- daddy! - saio da transe e sigo pro banheiro, colocando o celular no bolso e o sentindo vibrar duas vezes quando entrei no banheiro. Mas Maria não disse nada.
- diga meu amor. - ela passou as mãos no rosto tirando o excesso de água.
- você vai maratonar filme comigo? - concordei pensando enquanto pegava a toalha.
- fazer oque? - eu ouvi mas não raciocinei.
- ver filme daddy. - ela riu e eu a enrolei na toalha.
- aaah... Tá bom. - Maria riu.
Me distrai daqueles pensamentos quando Maria brincou.
"Daddy meus s***s estão bem sensíveis e quando eu faço isso... Aaaaah..".
É, isso aconteceu a 2 minutos. Ela pegou os biquinhos dos seus s***s e apertou bem devagar fazendo massagem... Logo depois gemeu.
- faz você daddy. - pediu toda fofinha e quando passei a toalha azul marinho minha na sua i********e, vi o seu meladinho nela.
- que p***a Maria. - ela riu.
- vai daddy, só um chup chup. - ri da palavra e da sua carinha. - vai por favor. - ficou bravinha e chupei um dos seus s***s, apertando o outro.
Maria gemeu muito gostosinho.
- chupa mais pra baixo. - mesmo com outras coisas na cabeça, meu p*u ficou duro.
Peguei Maria no colo e ela riu, fomos pro quarto e apaguei as luzes.
Quando a deitei na cama conseguia ver seu corpo todo e comecei a chupa-la.
Que b****a fascinante.
Maria gemia e rebolava na minha boca e seguimos assim até ela gozar... Isso aconteceu quando ela deu um berro de prazer, apertou meu cabelo com mais força e forçou a b****a na minha boca.
Minha saliva se misturou com o g**o dela e tinha muito.
Ela me olhou toda s****a e ficou de joelhos no tapete.
Ali eu ganhei a melhor mamada do mundo.
Demorou, muito pra eu gozar e em alguns momentos segurei a cabeça da Maria pra ela c****r com mais intensidade e ela gostava por que quando eu tirava o p*u da sua boca, ela ria com falta de ar.
Mas eu cuidava, não gosto de machuca-lá pra doer, só por prazer.
Então enquanto ela estava gostando eu ia rápido.
Quando gozei foi dentro da sua boca e como Maria disse "eu senti muita p***a descendo na minha garganta e era muito grossa".
Eu ri achando nojento.
E acabou ali e ela parecia satisfeita.
Tomei meu banho com ela na minha volta conversando e nisso lembrei que eu precisava sair em uma hora.
Conversamos, falei que eu precisava sair e ela pareceu entender. Pediu pra ir junto mas eu falei com educação que não dava.
E após me arrumar todo eu saí de casa.
Era noite e o lugar da localização era um restaurante bem bonito no centro do Rio. A luminosidade era boa.
Quando entrei no restaurante eu peguei uma mesa, não vendo ninguém parecido com aquela mulher.
Pedi um drink, fiquei nervoso, tentei me acalmar e quando eu estava prestes a pegar o telefone olhei pra porta. Era ela, falando com a recepcionista.
Usava um vestido preto e mesmo no auge dos seus trinta e poucos anos, ela estava muito bem conservada.
Mas não era pra isso que queria olhar... Seu rosto.
Igual nas fotos.
Era ela.
Era a mãe da Maria.