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Sob seu olhar Possessivo

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Sinopse

Ao sair para trabalhar naquela manhã fria de outono, Zoe Sanders nunca poderia imaginar que teria sua vida totalmente transformada, após ser feita de refém em seu local de trabalho o Soulbank Central, Zoe tem sua vida salva pelo Capitão da SWAT Alex Walker, porém seu coração será roubado por seu corajoso herói, que se revelará um homem incapaz de aceitar perder a mulher pela qual tem quebrado regras para se fazer presente.

Até onde podemos ir por amor?

Venha descobrir juntamente com a Zoe!

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CAPÍTULO 1
Zoe Sanders É uma típica manhã de Outono, muitas árvores perdem suas folhas que colorem o gramado do parque, uma brisa fria bagunça meus cabelos enquanto caminho tranquilamente para meu trabalho, em minha pele sinto o calor fraco dos poucos raios de Sol que resistem às nuvens de um céu nublado e preguiçoso. Não demora muito para que eu chegue até a entrada restrita aos funcionários do banco Soulbank Central, localizado no lado sul do Central Park em Nova York, sigo pelo corredor de paredes cinzas e chão de porcelanato preto espelhado em direção ao vestiário feminino, onde deixo minhas coisas no armário pessoal e levo comigo somente meu crachá e caneta, com uma postura ereta, porém um certo desânimo chego em meu guichê de trabalho, isso mesmo, sou atendente bancária, ouço os mais variados lamentos desde justificava de contas atrasadas que estão sendo pagas naquele momento, como reclamações por transações que não deram certo sabe-se lá Deus porque. — Bom dia Jack, como foi o fim de semana? — Jack Miller é um dos poucos colegas de trabalho que tenho realmente uma amizade, pois aqui geralmente é um sorriso pela frente e uma puxada de tapete por trás. — Faltou você como sempre, quando você vai finalmente sair da toca? — Não estava muito animada para balada, sem contar que você já tinha um carinha te esperando, eu não iria para ficar de vela ou atrasando sua noite. — Pra quem está com a pulga atrás da orelha se perguntando a resposta é sim, Jack é gay, e acho que talvez por isso nos damos tão bem. — Deixa de ser boba Zoe, você nunca me atrapalha e sabe muito bem disso, adoro sua companhia, e você precisa sair mais e mostrar essa beleza para o mundo garota, curta sua juventude que passa muito rápido por sinal. — Falou o coroa de sessenta anos! — Falo segurando o riso, mas sabendo que no fundo Jack tem razão, preciso me divertir e curtir mais a vida, apesar de amar ficar em casa vendo séries e comendo besteiras, as vezes é bom sair da zona de conforto. — Estamos abrindo pessoal, vamos faturar, tenham um bom dia! — Fala nossa supervisora Suzan Scott no centro do salão com seu discurso motivador, só que não! Mal as portas são liberadas e logo vários clientes começam a chegar, uma pequena fila única se forma para nossos guichês e sem perder mais tempo começamos o atendimento, nesse período de a******a somos em quatro guichês em funcionamento, um ao lado do outro, geralmente sempre ficamos no mesmo guichê, a não ser que o mesmo esteja em manutenção. Após atender três clientes, vejo um homem de roupas escuras e boné se aproximar do meu guichê, fico um pouco incomodada com ele já que é o único a usar uma máscara, mesmo com a pandemia já extinta e a obrigatoriedade encerrada. — Bom dia senhor, em que posso ajudá-lo nesta manhã? Ele me olha de um jeito que me causa arrepios e em seguida tira de dentro da jaqueta uma arma dando um tiro para o alto, no mesmo instante levanto minhas mãos e aciono a alarme silencioso sem que ele perceba utilizando meu joelho, já que o botão fica escondido por debaixo da bancada a minha frente, o homem olha para trás e sigo seu olhar percebendo que há mais duas pessoas com ele já mascaradas, com somente os olhos a mostra, eles se movimentam de maneira organizada, um pega o gerente indo em direção ao cofre, o outro organiza todos os reféns incluindo nós funcionários no centro do salão onde um pouco antes nossa supervisora anunciava a a******a do banco, o homem que deu o tiro para o alto vai até os guichês e recolhe todo dinheiro ali disponível, mas antes que ele chegue no último guichê as sirenes da polícia soam aos nossos ouvidos. — Quem foi o herói que acionou o alarme silencioso? — O homem pergunta com uma voz grossa e me arrepia até a alma. Logo ele começa a procurar o botão do alarme, fico deitada de bruços com as mãos na cabeça e com a cabeça baixa torcendo para que ele não o encontre, mas infelizmente ele o descobre e logo deduz que fui eu que acionei o alarme, ele vem até mim tomado de fúria, Jack me olha aflito e balanço minha cabeça em uma negativa pra que ele se mantenha quieto, sinto sua mão puxar meus cabelos com força me fazendo levantar rapidamente. — Se acha muito esperta não é boneca, vamos ver se você vai gostar de ser feita de escudo. —Diz ele segurando meu cabelo, fazendo com que nossos rostos ficassem bem próximos sustentando seu olhar de fúria. Mas antes mesmo que sua mão pronta para me golpear chegue até a mim, uma voz masculina ressoa através de um megafone pelo ambiente, mostrando firmeza em sua solicitação. — Aqui é a polícia, liberem os reféns e saiam com as mãos para cima! — olho em direção ao carro de polícia parado em frente ao banco e constato ali mais duas viaturas que acabam de chegar, meus olhos ficam rapidamente no policial de meia idade e cabeça branca, com o megafone nas mãos a espera da resposta ao seu pedido. De maneira bruta, ele me vira de costas e ainda me segurando pelos cabelos, vai me empurrando até o vidro lateral da porta giratória. — Trás papel e caneta pra bonequinha aqui! Vamos ver se sua letra é tão bonita como você.— Sussurra a última parte em meu ouvido, meu corpo estremesse e um soluço escapa de meus lábios junto com as lágrimas de medo que rolam por meu rosto. Após seu comparsa trazer o papel, ele dita o que eu devo escrever. — Escreve o número do telefone da mesa do gerente e diga para um negociador da SWAT ligar, só falarei com ele. Escrevo o que ele me manda e posiciono o papel no vidro a minha frente, olhando para fora constato que vários repórteres e até alguns parentes de alguns colegas já estão atrás da faixa de contenção. Olho novamente em direção aos carros de polícia e vejo um blindado da SWAT chegar de forma rápida e segura, logo uma equipe de cinco oficiais fortemente armados, vestidos com um uniforme preto e um colete a prova de balas também na cor preta com o nome SWAT no peito na cor branca, todos usam capacete e touca ninja pretos, deixando assim somente os olhos visíveis, descem e se dividem, provavelmente tomando suas posições estratégicas, mas um deles em especial chama minha atenção, um homem alto, e apesar do uniforme percebo ser bem musculoso também, se aproxima do policial com o megafone que a pouco solicitava a rendição do bando, ao trocar algumas palavras com o colega, o oficial da SWAT olha em nossa direção, nossos olhares se encontram, e estranhamente um sentimento de esperança me invade, como se eu tivesse a certeza que aquele oficial iria me salvar daquela situação. Minutos depois o telefone começa a tocar e ainda me puxando pelos cabelos, seguimos andando de costas até a mesa, que por ser num canto mais reservado, tira a visão de quem está do lado de fora. Ele atende e começa a falar sem dar qualquer chance da pessoa do outro lado da linha se apresentar. — O negócio é o seguinte, vocês vão trazer um carro blindado e com tanque cheio até a entrada de funcionários, como ato de boa fé vou deixar a mulher grávida sair, mas só ela, se tentar alguma gracinha, começo a matar um refém a cada cinco minutos, se apresse, você só tem vinte minutos. Desligando o telefone sem dar qualquer chance de um diálogo ele puxa a cadeira e me coloca sentada, sinto uma dor intensa em minha cabeça no momento em que ele solta meus cabelos, olho em volta e só então vejo a mulher grávida indo em direção a porta com as mãos na cabeça e chorando muito, pelo megafone o policial a instrui a sair com calma, logo dois homens da SWAT vem ajuda-la chegar até a ambulância que está posicionada na lateral direita do banco. O tempo se passa e o telefone toca novamente. — E então? Já chegou nosso carro? — Sim, porém você precisa liberar os reféns, caso contrário não liberaremos o veículo!— Ouço a voz firme do negociador que fala tranquilamente suas condições. — Vou liberar todos que estão deitados no chão, mas a bonequinha aqui vai ter o prazer da nossa companhia até chegarmos ao nosso destino, ela é nossa garantia que vocês não irão fazer qualquer besteira. — m*l termina de falar e desliga o aparelho arrancando o fio da parede. — Quero todos em fila com as mãos na cabeça, sem gracinha, ou sairão daqui num saco preto. Rapidamente todos fazem conforme foi dito pelo bandido, Jack me olha com lágrimas nos olhos enquanto caminha vacilante. Minha atenção é desviada para os ladrões que se organizam com as bolsas cheias de dinheiro do cofre, meu algoz por sua vez agarra meus cabelos novamente me conduzindo para o corredor que tem em seu final a porta de acesso dos funcionários, enquanto caminho sendo guiado pelos puxões de cabelo, ouço sua voz ao meu ouvido. — Não se preocupe, vamos nos divertir muito daqui a pouco bonequinha, aposto que você é uma fera na cama. Meu choro se intensifica ao ouvir seus planos para meu destino. Ao abrirem a porta vejo um furgão preto parado na frente da saída, antes de saírem eles observam em volta para ver se há alguma emboscada, logo um dos dois ocupada o lugar do motorista, enquanto o outro jogas as bolsas na parte de trás do furgão e ocupa o lugar do passageiro ao lado do motorista, por último damos um primeiro passo pra fora e algo chama minha atenção no prédio a frente, vejo um sniper posicionado com uma mira a laser na testa do homem que mantém a arma apontada para minha têmpora e com seus dedos enlaçados em meus cabelos. De repente os homens dentro do veículo levantam suas mãos em sinal de rendição, enquanto o bandido que me segura se distrai com o movimento dos companheiros dentro do furgão, sinto um braço forte me puxar para frente enquanto o corpo do homem atrás de mim é lançado para o chão com um chute e logo mais um oficial da SWAT aparece em sua corda de rapel rendendo assim o bandido. Ao perceber que estou a salva, minhas pernas finalmente se rendem ao nervosismo me fazendo fraquejar, o oficial que me salvou das mãos do bandido e o mesmo que me ofertou um olhar de consolo e esperança momentos antes, percebe meu estado e me pega no colo me levando até a equipe médica que me aguarda para me examinar. Deito na maca e uma máscara de oxigênio é colocada em meu rosto, em questão de segundos já estou dentro da ambulância que logo sai em direção do hospital a toda velocidade com as sirenes ligadas, aos poucos o som das vozes dentro da ambulância ficam mais distantes até que não ouço mais nada, tudo se transforma em silêncio e escuridão.

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