CAPÍTULO 8: O INÍCIO DE UM RELACIONAMENTO

808 Palavras
Pedro cresceu e, ao atingir os 14 anos, iniciou um relacionamento com uma jovem de 16 anos de sua cidade chamada Elisabete Um dia Pedro e a Elisabete estavam conversando sentados no banco da praça: Elisabete: Pedro, você lembra quando a gente brincava aqui na infância? Nunca imaginei que um dia estaríamos assim, juntos. Pedro: Eu lembro sim. E sabe, acho que sempre senti algo especial por você, desde aqueles tempos. Agora que estamos mais velhos, quero saber se você quer namorar comigo? Elisabete: Eu também gosto de você, Pedro . Eu aceito namorar com você. E naquele momento os dois se beijam apaixonadamente... A relação, que floresceu a partir de uma amizade de infância, culminou em matrimônio quando Pedro completou 18 anos e ela, 16. DIA DO CASAMENTO O ar na igreja estava carregado de uma expectativa doce, quase palpável. Os bancos de madeira polida estavam repletos de convidados, um mar de rostos sorridentes e olhares curiosos. À direita, a família de Pedro, com sua mãe secando discretamente uma lágrima de alegria, e seu padrasto, Seu João, com um sorriso orgulhoso. Sua irmã estava vestida lindamente e seus tios cochichavam animados, pontuando a espera com risadinhas contidas. Do outro lado, a família de Elisabete, igualmente emocionada, com sua mãe, Dona Helena, ajustando o lenço de renda, e seu pai, Seu Francisco, com os olhos fixos na porta principal, aguardando o momento. No altar, sob a luz suave dos vitrais coloridos que filtravam o sol da tarde, estava Pedro. Ele vestia um terno impecável, que realçava seu porte elegante. Sua postura era de um homem feliz, mas havia uma leve inquietação em seus olhos, uma ansiedade boa que o fazia sorrir sozinho de vez em quando. Ele ajeitou a gravata pela décima vez, um gesto nervoso que seus pais, lá na primeira fila, reconheceram de imediato. Seus olhos varriam a nave da igreja, buscando um sinal, um vislumbre. De repente, a música começou a tocar. Não era uma melodia qualquer, mas a canção que Pedro e Elisabete haviam escolhido juntos, uma melodia que falava de amor e de um futuro a dois. Um sussurro percorreu a igreja, e todos os olhares se voltaram para a porta. A porta se abriu lentamente, revelando a figura deslumbrante de Elisabete. Ela parecia flutuar, envolta em um vestido branco que caía em cascatas de renda e seda, adornado com delicados bordados. O véu, preso por uma tiara de pérolas, emoldurava seu rosto, onde um sorriso radiante se abria. Em suas mãos, um buquê de flores brancas e verdes, tão puro quanto a emoção que irradiava dela. Um suspiro coletivo ecoou pela igreja. Pedro, ao vê-la, sentiu o coração dar um salto. O sorriso que já estava em seu rosto se alargou, transformando-se em uma expressão de pura felicidade e admiração. Seus olhos brilhavam, fixos nela, sem piscar. Era como se nada mais existisse no mundo, apenas Elisabete, caminhando em sua direção. Ele não conseguia conter a alegria, e um riso abafado de pura satisfação escapou de seus lábios. Era o sorriso de um homem que sabia que todos os seus sonhos estavam prestes a se realizar. Enquanto Elisabete avançava lentamente pelo corredor, acompanhada de seu pai, Pedro sentiu uma lágrima solitária escorrendo pelo seu rosto, uma lágrima de gratidão, de amor e de um futuro que se abria brilhante diante deles. Ele estendeu a mão, o sorriso ainda maior, pronto para recebê-la e iniciar o próximo capítulo de suas vidas juntos. Lá no altar , Pedro e Elisabete se olham emocionados. LUA DE MEL No caminho para a lua de mel, dentro do carro , Pedro e Elisabete conversam : Pedro : Hoje é o começo da nossa vida juntos. Quero que saiba que tudo o que vivemos até aqui foi uma preparação para este momento. Elisabete: Eu confio em você, Pedro. Vamos construir nossa história com amor e respeito, sempre preservando o que somos. O casamento de Pedro e Elisabete foi consumado na virgindade, marcando uma experiência íntima compartilhada desde o início da vida conjugal. No quarto, Pedro segura a mão de Elisabete com carinho: Pedro: Foi mais do que eu poderia imaginar... compartilhar esse momento com você, tão especial e verdadeiro. Elisabete :Eu também me sinto abençoada. É o início de uma nova etapa para nós dois. A DECISÃO DA SEPARAÇÃO Cinco anos após o casamento, quando Pedro completou 24 anos, Elisabete solicitou a separação: Na sala de estar , Pedro percebe uma leve tristeza no olhar de Elisabete e pergunta: Pedro: Acontece alguma coisa ? Porquê você está triste? Elisabete : Pedro, eu tenho pensado muito... acho que precisamos seguir caminhos diferentes. Não está sendo fácil para mim continuar assim. Pedro (surpreso) Mas... por quê? O que aconteceu? Elisabete : São coisas que não consigo explicar direito agora, mas sinto que essa é a melhor decisão para nós dois.
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