CAPÍTULO 15

1225 Palavras
Catherine - Porque a gente está aqui? - questiono - Desce - diz simplesmente - Eu não vou entrar na sua casa. - Meu Deus garota, eu não vou fazer nada com você, só tenho que pegar uma coisa aqui e não queria ir na sua casa e voltar. - Hum - falo descendo do carro. Observo que sua casa e é bem bonita, vamos entrando até chegar na sua porta, assim que ele abre já vejo as coisas pretas, como homem tem cisma com móveis pretos? - Entra aí, não demoro - diz entrando casa a dentro, e eu sento no sofá esperando. - Meus olhos não estão acreditando no que estou vendo - surge um homem do nada, que me faz tomar um susto e levantar. - Quem é você? - falo encarando ele - pera eu te conheço, você é o cara do i********: - se não for parece muito. - Eu mesmo, Marcelo - diz esticando a mão para um cumprimento. - Catherine - falo o cumprimentando. - Eu sei, você é bonita pessoalmente também, estou impressionado - dou risada. - Você está bem? - questiono. - Estou sim, você que não deve está estando noiva do Alexandre. - Até o momento estou viva - falo no tom de brincadeira - Não se preocupe, vai piorar - Vocês se conhecem a muito tempo? - pergunto. - Sim, somos quase irmãos, ou seja somos quase cunhados - dou risada, ele fala sorrindo, isso é engraçado. - Você não faz parte disso - falo me referindo a máfia. - Não, graças a Deus - diz com um clamor fortíssimo - nada contra também tá, longe disso - fala em desespero como se eu fosse achar r**m. - Não se preocupe - falo sorrindo - eu nasci nisso, mas sei que é uma realidade meio diferente. - Coloca diferente nisso, você está ansiosa pro casamento? - Pra ser bem sincera não - ele rir - Sua cara não n**a - Estou bem mais ansiosa para entregar meu trabalho da faculdade que falta pouco tempo e eu não fiz ainda. - Você faz o que? - Artes plásticas - Uau, faculdade de gente rica - acho que nunca rir tanto conversando com alguém igual com ele - você tem que entregar o que? - Um quadro, um quadro meio provocativo, algo assim. - E você pensou em que? - questiona me encarando. - Em nada - só de falar me dar tristeza - Minha queridinha, você está perdida - Ah cara, obrigada por falar... eu nem tinha percebido. - Desculpa não foi minha intenção - Você mora aqui? - questiono curiosa. - Por enquanto sim - Me mostra aquele corredor que eu te desculpo - falo curiosa vendo um corredor com fotos. - Ah sua manipuladorazinha, vocês vão ser um casal perfeito . - Isso que é o importante, vai me mostrar? - A casa não é minha, mas vamos O corredor não é muito longe da sala onde estávamos, mas não vou levantar e ir lá sozinha. Ele me leva até o corredor e tem algumas fotos, fotos de viagens, fotos do Alexandre, a grande maioria ele criança, mas uma me chama atenção... uma foto dele com o rosto grudado na câmera e seus olhos em destaque, por mais que o rosto dele esteja bem grudado na câmera da pra ver que ele está sorrindo, pelo formato que seu olho está. Eu não me aguento e pego meu celular e tiro uma foto, acho que tive uma ideia. - O que você está aqui? - o Alexandre surge no corredor, me fazendo tomar outro susto, será que ele viu? - Eu só fiquei entediada e vim ver as fotos - me explico. - Não é você, ele - aponta pro seu amigo. - Eu moro aqui cara - o Marcelo responde como se fosse óbvio. - Mas não era pra você está aqui, vamos Catherine - fala puxando meu braço pra saída. - Foi um prazer conhecer você - falo enquanto o Alexandre puxa meu braço pra saída. - Igualmente, volte sempre - diz Saímos da casa dele ele entra no carro, e novamente nem abre a porta. - O que o Marcelo falou com você ? - questiona. - Ué, nada que eu já não saiba - E porque você estava vendo minhas fotos? - Você demorou tanto que eu queria algo pra me destrair - ele rir - Hum... e porque você tirou foto da minha foto? - m***a, ele viu. - Pra nada - minto - Então apaga - diz ainda olhando pra estrada. - Porque? - Se não é pra nada, não tem porque você ter minha foto criança no seu celular - aproveito que ele está olhando pra estrada, envio a foto para a Jessica - Aqui - mostro no galeria e ele me olha de canto de olho - apagada - vou até os "apagados" e apago também - feliz agora? - Com certeza - diz e acelera o carro ainda mais. Chegamos na minha casa e meu pai está na porta esperando. - Se perderam foi? - questiona de braços cruzados. - Desculpa, a culpa foi minha... acelerei demais e o pneu acabou furando, aí tive que ajeitar - vejo o Alexandre mentindo na maior cara dura. - E foi? - diz olhando pra mim, meu pai sabe que não minto pra ele, bom... não mentia né - Sim, ainda bem que ele conseguiu trocar até rápido - ah Alexandre você me deve uma. - Certo, se dispersam que já está tarde - fala entrando em casa. Quando olho pro lado o Alexandre está me olhando com um olhar fixo, o olhar dele é realmente muito profundo e expressivo. - Valeu por não descordar, se seu pai soubesse que eu te levei na minha casa, isso seria um grande problema. - Valeu nada, você me deve uma... tchau - falo entrando e ele fica com uma cara de bobo me olhando. Vou direto pro meu quarto e vejo a mensagem da Jessica *** * Quem é amiga? 🤨 * kkkkkkkk é o Alexandre, eu te enviei porque ele me viu tirando a foto e pediu pra apagar, tinha que salvar em algum lugar e te enviei. * Você vai fazer o que com essa foto? * Não sei ainda, mas ela pode me servir pra algo * Você é maluca kkk, como foi lá hoje? * Foi tranquilo, mas eu vejo que ainda não estou pronta pra assumir responsabilidades e obrigações que uma esposa da máfia tem que fazer. * Amiga eu não a diferença de carne e fígado, você acha que eu estou???😒😫 * Que saco, mas depois eu fui pra casa do Alexandre * VOCÊ FOI NA CASA DELE????😲😲🫨🫨🫨 * Sim, não fizemos nada 😏, mas conheci aquele amigo dele, ele é bem legal... ele que me levou até a foto. * E eu achando que você tinha tirado a foto na casa do seus futuros sogros e você tirou direto da fonte kkkk, ele não tentou nada? * Não amiga, ele parece que nem me malda... anda do meu lado porque está cumprindo sua obrigação. * Hum... ele né gay não??🤨 veio pro Brasil capengado com outro homem. * Será? Kkkkkk e eles moram juntos. * 🤨🏳️‍🌈? * kkkkkkkkkk você é terrível
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