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1252 Palavras
Capítulo 56 Ester narrando Eu saio do quarto e encontro Alana com uma mochila. — Está se mudando para cá? – eu pergunto para ela. — Sim – ela fala – até a gente arrumar outra casa, eu não queria vir, mas minha irmã está me fazendo muito m*l. — Eu sinto muito – eu falo para ela – sua irmã é muito toxica. — De mais, eu demorei muito para perceber. — Você merece ser feliz, estou feliz por você – eu falo para ela sorrindo e ela em encara. — Eu não queria vir. — Não? – eu pergunto para ela – porque? — Porque não queria te fazer m*l – ela fala e eu a encaro — Como assim me fazer m*l? – eu pergunto para ela. — Eu sei que você e Sampaio – ela fala e eu a encaro – não diga isso alee por favor, mas eu sei que vocês ficaram. — Foi uma única vez – eu respondo rapidamente – há algumas semanas atrás , logo que eu cheguei e fui eu, eu meio que tinha um plano h******l na minha cabeça, estava desesperada. Eu sei o quanto vocês se amam e por isso tranquei vocês aquele dia, porque não queria mais te ver sofrendo , porque eu sempre senti que você o amava. — Obrigada Ester, você é a melhor amiga que eu poderia ter – ela fala – mas não queria que você também se sentisse m*l. — Jamais me sentiria – eu falo abrindo um sorriso para ela – Eu não vejo a hora de ir embora desse lugar, você realmente acha que me envolveria e apaixonaria ainda mais pelo dono do morro? Isso eu deixo para você – ela começa a rir. — Você é incrível. E o espaço que você está arrumando, as coisas dentro do morro, parabéns. — Você vai nos ajudar no espaço? – eu pergunto — É claro que sim – ela fala sorrindo – isso vai me ajudar bastante, pode contar comigo. — Fico feliz – eu falo – eu preciso ajeitar umas coisas com HT. — Claro -e la fala – vou ajeitar as minhas coisas no quarto do Sampaio. Eu sorrio para ela e desço as escadas, fico feliz por eles, que eles realmente vão se dar certo, vão poder ficar juntos como ele queria, até porque ela o amava. Eu saio de casa e vou até a quadra e vejo que os homens que aceitaram pagar a divida com trabalho braçal estão cumprindo e os materiais que eu pedi para eles também. Sampaio se aproxima de mim e eu o encaro. — Arrumou uma forma de fazer que as dividas fosse pagas. – ele fala — Quem deveria ter feito isso era você. — Tenho muita coisa para fazer dentro desse morro – ele fala – nem sempre consigo pensar em tudo. — Então você tem as pessoas erradas te ajudando – eu falo para ele – quer ouvir uma fofoca? — Que fofoca? – ele pergunta — Sua mãe está usando o colar que era da minha mãe , muito estranho, não? – ele me encara – e a Patricia está se encontrando com Marcos toda vez que sai do morro, amigo do meu irmão. — Como você sabe de tudo isso? — Sou uma boa observadora – eu olho para ele – meu jeito estranho e perculiar de ser, é apenas para as pessoas acharem que eu sou burra, otária, não é mesmo? – ele me olha – mas eu não sou. Capítulo 57 Sampaio narrando Eu tinha negado a carta de Pedro Henrique, jamais faria acordo nenhum com ele, eu realmente queria ir até o fim nisso. Eu olho para minha mãe sentada na mesa e encaro o colar dela. — Que colar bonito não é mesmo? – Joca pergunta sentando na mesa junto comigo e com ela. — É – ela responde — De onde você ganhou ele? – eu pergunto para ela. — Comprei – ela fala — É uma joia – Joca fala — Bem cara – eu respondo — Não estou entendendo – ela fala – comprei em uma loja de rua. — No mínimo esse colar custaria uns 40mil reais – Joca fala – esmeralda. — Ouro branco – eu falo também – com rubi. — Onde vocês querem chegar? – ela pergunta – querem saber de quem eu ganhei ele? — O bom que a senhora é esperta e sabe como funciona o morro. — Ester reconheceu ele – ela fala — Deixa Ester fora disso – eu falo para ela — Estão defendendo de mais ela – ela fala para nós – estão deixando ela sotla de mais aqui dentro, porque voc~Es querem prejudicar ela. — Não, pelo ao contrário – eu falo – quem jogou ela aqui dentro quis prejudicar ela, você sabe que não vamos encostar o dedo nela. — Então, porque o meu colar é importante? – ela pergunta – em meu filho? — Porque você era amante do pai dela, não era? – ela me encara com os olhos arregalados. – era ou não era? — Foi depois que seu pai morreu – eu falo – foi um caso breve e logo ele morreu depois. — Eu sabia – Joca fala – na hora que Sampaio me disse, eu me toquei nisso. — Ele não estava em um casamento bom a esposa dele, e nas idas e vinda dele aqui no morro acabamos nos envolvendo – ela fala – mas , Ester não precisa saber disso, ela tem uma boa visão sobre o casamento dos pais dela. — Me entrega o colar – eu falo para ela e ela me encara – em entrega o colar, agora. Ela tira o colar e me entrega e eu entrego para joca, ele pega o martelinho que tinha no bolso. — Não, o meu colar – ela fala nervosa – vocês. – Joca começa a bater e solta o microfone e ele me entrega – o que é isso? — Um grampo – eu olho para ela – tem alguém escutando tudo que você faz mamãe, seu filho da p**a – eu falo no microfone e Joca levanta pegar um copo de água – seus dias estão contados seu m***a. – e eu jogo o microfone na água. — Eu jamais imaginei isso – ela fala – eu jamais. — Por segurança a ordem está dada – Joca fala para ela e eu me levanto – você está proibida de sair do morro igual Ester, se sair a ordem é m***r. — O que? – ela pergunta — É a ordem mamãe, não desrespeita , não quero te enterrar tão cedo – ela me encara e a gente sai. Eu acendo um baseado quando saímos de dentro de casa e joca faz o mesmo. — Quantas m***a esse cara não deve ter ficadfo sabendo – ele fala — Essa escuta é de tempo – eu olho para ele – já vinha uma traição desde que o pai da Ester e Jp eram vivos. — Ele já queria passar a perna na gente – ele fala — Por isso se envolveu com a minha mãe, a parte frágil – eu falo – depois da morte do meu pai. — É a mesma coisa que Alana está fazendo com você. — Sai da minha cabeça piolho – eu olho para ele – deixa Alana fora disso. Ele balança a cabeça em sinal de negação.
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