Vozes Baixas, Verdades Altas Rubi Meu corpo caiu na cama como um boneco mole. O vestido subiu, mostrando quase toda minha calcinha de renda branca. Nem me mexi. Só respirei fundo, cansada e entregue. Tuka veio logo atrás. — Quantas vezes eu te disse pra não me provocar, hein? — ele se jogou em cima de mim, com uma perna entre as minhas. — Mas pelo visto você não entendeu. Ou entendeu bem demais. A voz dele era suja, firme, debochada. Meu corpo se arrepiou inteiro, mas minha mente… ela gritava. Senti sua boca quente no meu pescoço, os lábios deslizando por cada centímetro da pele arrepiada. Tentei resistir, tentei segurar um pouco mais. Mas quando os beijos chegaram na minha barriga e depois na minha cintura, eu não consegui mais fingir que não tava sentindo nada. — Quero ouvir

