Capítulo 28

1092 Palavras
Ele a colocou deitada em um colchão no chão, foi apagar a luz, voltou para perto, se aproximou subindo em cima dela enfiado no meio de suas pernas, chupando seus s.e.i.o.s com força, a apertando lhe marcando inteira. À mercê daquele t***o louco, ela sussurrou, o puxando pra beijar: — F.o.d.e gostoso comigo? Ele a beijou com muita vontade roçando a ereção na i********e dela, a sentindo úmida quente, falou se afastando, saindo de cima: — Vire-se! De costas pra mim. O comando profundo de sua voz séria a deixou toda arrepiada, ansiosa pelo que estava por vir, ele era diferente dos outros. Sem demora, ela fez o que ele falou e o sentiu a pegando pela cintura, puxando pra ficar de quatro. Ele chegou mais perto, com o corpo irradiando poder e desejo, foi empurrando a cabeça dela contra o colchão, a fazendo ficar da maneira correta, completamente submissa ao domínio dele. Acariciando suas costas, ele disse enquanto subia e descia com as mãos, a deixando arrepiada, inquieta, tensa com a expectativa do que ele faria primeiro: — Você é tão sexy e linda! Não se mexa, fique exatamente como está. Sem entender muito bem, ela obedeceu, porque sabia que aquele jogo ia acabar e, com certeza, ela seria recompensada por seguir as ordens. Ele se aproximou mais, ameaçando p.e.n.e.t.r.a.r com a mão, foi tocando sutilmente sua i********e, massageando, indo até atrás, espalhando toda a lubrificação dela. Ninguém nunca havia feito aquilo, tocando atrás, ele só ameaçou pôr o dedo, tocando com um pouco de pressão, contornando, brincando com a sensibilidade dela. Ela gemeu, se mexeu como quem não queria, falou apreensiva, saindo um pouco da posição: — Noah? Ele lhe deu um tapa fraco na b.u.n.d.a, falou sério: — Quer outra coisa além da minha mão em você? Ela disse voltando a deitar, com a b***a empinada, recebendo um empurrãozinho dele: — Quero! Ele respondeu irônico, com malícia, enquanto chegava cada vez mais perto, passando só a cabecinha na entrada da bceta, ameaçando penetrar: — Imaginei. Preciso prevenir você de que provavelmente serei muito intenso, na primeira vez que te f.o.d.e.r! Você quer isso? Ela respondeu com firmeza: — Eu esperei semanas por isso! Ao terminar a frase, ela o sentiu entrando de uma vez só, com força e precisão, gemeu com dificuldade pra respirar, perdeu o ar com a fisgada. Ele foi cumprindo com o que falou, m.e.t.e.n.d.o rápido e forte, a segurando pela cintura, sem pausa ou diminuição de ritmo, ele a fez gemer cada vez mais alto e a conduziu a um orgasmo precoce, que encharcou os dois mais ainda. Precisando de ar, já mole em êxtase, sentindo aquela energia que percorria cada centímetro de seu corpo, ela chamou por ele baixinho, gemendo: — Noah? Ele disse diminuindo o ritmo um pouco: — Se você quiser que eu vá devagar, é só pedir pra apanhar. Ela se calou enquanto ele a puxava pelo cabelo, se beijaram um pouco, ele a empurrou para deitar de novo, foi estocando cada vez mais forte, parou saindo de dentro, a deixando desesperada sentindo a falta dele dentro de si, voltou a se unir a ela, começou a meter lentamente indo e vindo quase saindo de dentro, logo a pegou com força, metendo rápido, e ouviu o que tanto queria: — Me bate. Orgulhoso de si, ele sorriu, deu um tapa mais forte e respondeu diminuindo o ritmo, indo devagar: — Assim, gostosa? Ela estava com aquela sensação descrita por ela um dia como "estranha", sentindo sua b****a latejando, era muito t.e.s.ã.o e mais um o.r.g.a.s.m.o que se aproximava facilmente. Respondeu enquanto se contraía involuntariamente, apertando ele dentro de si: — Aham...aiii que delícia, não para. Já estava difícil pra ele aguentar daquele jeitinho devagar, voltou a meter com força e novamente ouviu: — Me bate. Ele parou de se mexer porque estava quase alcançando o êxtase, falou apertando o quadril e b.u.m.b.u.m dela: — O que você quer? Ela disse rindo, se mexendo para sentir ele mais fundo: — Me bate, forte! Ele deu um tapão, puxou o cabelo dela com força, falou rindo, encantado com a safadeza dela: — Ooooo, não faz isso! Fica quieta. Ela percebeu que ele estava gostando muito, continuou se mexendo, empurrando seu corpo contra o dele, perguntou com deboche, gemendo: — Por quê? Tá r**m? Ele foi deixando, sentindo, ela estava quase o tirando pra fora, se mexendo lentamente com o movimento de vai e vem. Ele falou a puxando com força, travando o corpo dela, a fazendo ficar parada: — Ahhhhh, c.r.l.h.o., eu vou g.o.z.a.r, para! Ela disse provocando, rindo: — Me bate! Ele fez o que ela pediu, deu dois tapas, a pegou com toda a sua força e juntos g.o.z.a.r.a.m. Ele tirou fora na hora e h.e.j.a.c.u.l.o.u nas costas e b***a dela, ofegante, fez carinho, a puxou para beijar. Se deitaram, ela se virou de costas pra ele, ficou deitada de lado, quieta alguns instantes. Ele se aproximou, abraçou, falou notando uma mudança repentina nela: — Tudo bem? Ela disse só: — Aham. Foi levantando, pegou a toalha, entrou no banheiro e fechou a porta. Ele ficou confuso, achando que talvez tivesse ido longe demais no comportamento com ela. Logo ela chamou por ele do banheiro, apreensivo, ele foi lá, entrou. Ela estava tomando banho, falou se escondendo com os braços: — Quer tomar banho comigo? Essa banheira funciona? Ele também estava mais sério, disse que sim, colocou pra encher. Ela saiu do chuveiro, se aproximou abraçando ele por trás. Ele falou correspondendo ao abraço: — Sabe que pode me falar qualquer coisa, né? Ela disse irônica desconcertada: — Qualquer coisa? Tipo o quê? Ele se virou para abraçar, deu um beijão, falou tirando a toalha dela: — É, se não gostar de alguma coisa ou quiser parar. É que você ficou diferente! Não tô acostumado com mulheres como você. Ela respondeu rindo, envergonhada, indo para a banheira: — Mulheres como eu, tapadas? Lesadas? Não fica me olhando. Vem! Ele entrou junto, sentou, a colocando em seu colo, de frente pra ele, falou carinhoso, mexendo nas mãos dela, entrelaçando com as suas: — Você não é nada disso. Eu tô até surpreso com tudo! Tô gostando muito de estar com você, é melhor do que imaginei, você é s.a.f.a.d.a, né? Eles estavam se olhando nos olhos, ela falou rindo: — Não sei, como se chama aquilo? Tem um nome? Tipo quando acaba e o homem? Ele disse rindo: — G.o.z.a.r? Ela respondeu curiosa: — É, vocês ficam falando, eu vou gozar sempre.
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