Ele foi logo atrás, pulou muito preocupado com ela, estavam próximos na água, foram saindo do rio com dificuldade, tossindo, escorregando no barro, tiveram que correr mais um pouco pela mata, no escuro.
Ele falou que tinha pensado naquilo quando escolheu aquele lugar para se encontrar, foi guiando ela pelo escuro, alguns minutos depois chegaram em uma estrada . Ele disse que já estavam chegando, ela sorriu, falou cansada, com espanto:
— Na sua casa? Nossa!
Ele disse irônico:
— Tá feliz de ir na minha casa? Vamos ter que pular o portão. Acho que perdi as chaves!
Ela disse que estava tão cheia de adrenalina que pularia até uma muralha, só pra parar de correr. Ele havia deixado o cadeado simplesmente encostado, foram entrando rindo do quanto tudo foi louco, ele falou que estava ficando lá na antiga casa, o carro dele estava lá, ele pegou a chave da porta no meio do jardim.
Assim que entraram na sala, ela foi tirando os tênis, sentou na escada exausta, nervosa, começou a chorar sentida. O cachorro dele estava lá, correu até os dois, foi lamber ela.
O Noah tirou a camiseta, olhando os machucados dele, se aproximou dela, tirou sua blusa, falou próximo, ajoelhado na sua frente:
— Eiii, fica calma, já passou. Tô muito orgulhoso de você, m.a.l.u.c.a!
Ela falou que ele podia ter morrido. Ele disse levantando a blusinha dela pra tirar:
— Mas eu não morri, você está sentindo dor? Está machucada, olha!
Ela ficou de sutiã, disse que estava com o corpo todo doendo, tinha arranhões nos braços, na barriga e costas. Ele a pegou no colo e subiu, foi para o quarto que era dele antigamente, entrou no banheiro, colocou ela sentada no mármore da pia, ligou o chuveiro. Ela falou levantando, chegando perto dele mais calma:
— Você está sangrando, deixa eu ver! Precisamos pegar a bolsa.
Ele se queixou de dor quando ela colocou a mão e a afastou, disse que não precisava de ajuda, que já tinha deixado ela machucada o suficiente. Ela voltou a se aproximar, abraçou ele, falou que nem estava acreditando que aquilo tudo aconteceu. Ele respondeu pensativo:
— É, somos dois, queriam me pegar, f***r com os meus negócios. Não dá pra confiar em ninguém nesse meio, eu nem quero pensar nisso, se estivesse sozinho não ia ficar aqui, já ia atrás resolver! Vai lá tomar banho, senão você vai ficar doente.
Ela estava pensando nele, relembrando a noite anterior, que foi muito boa, se concentrando em ajudar com a dor. Ele suspeitou, falou se afastando:
— Tá fazendo aquilo?
Ela disse que não. Ele respondeu abrindo a calça dela:
— Você tá gelada, com a boca roxa de frio. Entra logo no banho.
Ela ficou quieta, foi tirando a calça e as meias, apoiada nele, só de lingerie se aproximou cabisbaixa, puxando a calça dele pra baixo. Ele foi tirando as roupas, ficou só de cueca, a porta do banheiro já estava fechada e o vapor da água quente embaçando o espelho. Sem dizer nada, ela o pegou pela mão, foi entrando no box, o chuveiro era forte e grande, o jato de água doeu um pouco os arranhões, ela falou fechando os olhos:
— Aiiii.
Ele a abraçou por trás, carinhoso, ficaram em silêncio, sentindo a água cair por um tempo sobre os dois. Ela estava olhando as folhinhas, os matos, galhos e terra descendo pelo ralo, falou o nome dele baixinho. Ele estava com a cabeça bem longe, preocupado, respondeu segurando as mãos dela entrelaçando seus dedos, abraçado por trás ainda:
— Oi, quer que eu saia? Tudo bem?
Ela respondeu se virando de frente pra ele, abraçada desconcertada:
— Tive medo de perder você.
Ele pegou o shampoo, começou a lavar o cabelo dela e respondeu sério:
— Eu com certeza tive mais, por você. Não podemos fazer essas coisas, se te pegam eu não iria me perdoar. Você me ajudou muito hoje, mas não pode se arriscar desse jeito!
— Sempre teimosa.
Ela se virou de costas novamente, começou a se lavar com o shampoo, ele abriu o sutiã dela sem falar nada, foi acariciando seus s.e.i.o.s, apertando, ela deixou e fechou os olhos. Encostada no corpo dele, ficou quieta, sentindo suas mãos grandes e firmes deslizando pelas suas curvas.
Ele a segurou pela cintura, a fazendo ficar muito perto, pra sentir que ele já estava e******o, duro, ele foi beijando o pescoço dela, falou sério, acariciando sua barriga bem embaixo, perto da calcinha:
— Você quer?
Ela se virou de frente pra ele, falou tirando a calcinha enquanto o encarava nos olhos, um pouco tensa e séria:
— Eu sempre quis!
Ele sorriu com malícia, ainda só olhando na direção do rosto, pegou o shampoo, começou a se lavar, falou pra ela:
— Você não deveria falar esse tipo de coisa, p.e.l.a.d.a na minha frente.
Ela se aproximou, começou a acariciar o corpo dele, dando banho, perguntou por que não. Ele respondeu tirando a cueca:
— Porque tá me deixando cada vez mais com vontade e, quando eu começo, eu não paro rápido.
Ela disse irônica, provocando, se aproximando para beijar:
— Quer fazer o que comigo?
Ele a beijou sutilmente, atiçando, enrolou a mão no cabelo dela, puxando com força, disse beijando seu pescoço:
— Ahhhh, Rebeca!
Ela o queria muito, já estava sem tempo para os joguinhos e flertes, o encarou e falou com firmeza, levando a mão dele a tocá-la intimamente:
— Faz o que você quiser, pode f.o.d.e.r comigo, com toda sua força!
Desacreditado, ele sorriu, começou a m.a.s.t.u.r.b.a.r ela com intensidade, seguiu provocando, dando beijinhos, ela queria beijar e fazer mais coisas, falou submissa, cedendo ao jogo dele:
— Me ensina a te dar prazer! Quero te tocar também.
Ele levou a mão dela até embaixo, a fazendo segurar seu p.au, foi mostrando como bater p.u.n.h.e.t.a, começaram a se beijar ardentemente.
Ela nunca tinha colocado a mão daquela forma e teve receio por isso, era muito grande e grosso, um parâmetro assustador, já que os outros ela não viu tão bem assim pra saber, apenas sentiu.
Ele desligou o chuveiro, foi saindo do box, pegou as toalhas, começou a secar ela, beijando, chupando seu corpo todo, enchendo de marcas. Ele a beijou na boca e voltou a m.a.s.t.u.r.b.a.r um pouco, ela se denunciava sozinha do quanto estava excitada lambuzando seus dedos. Ele a pegou no colo, nua, abraçada de frente pra ele, agarrada, foram indo para o quarto se beijando. Ela falou com os lábios colados aos dele:
— Apaga a luz!