Capítulo 25

1712 Palavras

Sofia. Deus como minha cabeça doía. Quando abro meus olhos novamente vejo que eu não estava mais naquela sala tão escura. Eu agora estava num quarto, eu chamei de quarto porque eu estava em uma cama pequena. Tentei me mover e vi que eu não estava mais amarrada. Meu rosto doía na parte da bochecha e boca, então me lembro dos socos que aquele homem tinha me dado e lembro do segundo homem que apareceu e que eu não podia ver seu rosto. No quarto não parecia haver mais nada além dessa pequena cama, no canto esquerdo havia uma porta muito simples. Nesse momento sinto um aperto na minha bexiga e tento me levantar na esperança que aquela porta me leve a um banheiro. Quando tento me mexer, meu corpo maltrado dói e sem querer solto um ruído de dor. Com mais cuidado praticamente me arrasto até a b

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