Capítulo 15. Comi meu cunhado

825 Palavras
Meu nome é Mel. Se você me visse na rua, de minissaia e salto, jamais desconfiaria. O silicone deixou meus p****s redondinhos e firmes, meu rosto é delicado, mas entre as pernas guardo o que muita gente chama de "surpresa", e que chamo de minha ferramenta de prazer. O Alex, marido da minha irmã, sempre foi o tipo "hétero top": academia, camisa apertada e aquele jeito de quem manda em tudo. Só que sempre percebi o jeito que ele me olhava nos churrascos de família. Era um olhar que queimava, que descia do meu decote até a minha cintura, parando estrategicamente onde ele imaginava que o segredo estava escondido. Naquela noite, a minha irmã, a Bia, exagerou no vinho e capotou no sofá da sala. O Alex estava na cozinha, terminando de lavar uns copos, só de bermuda de tactel. Entrei devagar, o barulho do salto estalando no piso frio. — A Bia apagou mesmo, né? — eu disse, encostando no batente da porta e deixando o quadril levemente de lado. O Alex virou, secando as mãos, e o olhar dele foi direto pros meus p****s, que saltavam debaixo da regata de seda branca. — Pois é, Mel... O vinho derrubou ela. Mas você parece bem acordada. Eu me aproximei, parei a centímetros do peito dele. — E você? Tá com sono ou quer terminar a noite de um jeito mais interessante? Ele não respondeu com palavras. Simplesmente largou o pano de prato e segurou minha cintura com uma força que me fez suspirar. — Eu não aguento mais te olhar e não poder encostar, Mel. Você é gostosa demais, p***a. A gente se pegou ali mesmo, na cozinha, mas a urgência era tanta que fomos para o quarto de hóspedes, bem longe de onde a Bia roncava. Assim que entramos, ele me prensou na parede e começou a puxar minha regata. — Deixa eu ver esses peitos... — murmurou, as mãos trêmulas. Quando meus sëios siliconados ficaram livres, ele soltou um palavrão baixo de pura admiração. O Alex não perdeu tempo. Me puxou para a cama e começou a chupar meus p****s com uma vontade absurda. A boca dele era quente, a língua brincava com meus m*****s enquanto ele apertava a carne firme com as mãos grandes. Eu sentia meu corpo todo vibrar. Era um delírio ver aquele homem, que todo mundo achava tão "certinho", se perdendo no meu corpo de travesti. — Você é perfeita, Mel... — dizia entre uma mamada e outra, a voz rouca de tësão. Enquanto ele se deliciava com o meu b***o, eu sentia o volume dentro da minha calcinha latejar. Estava dura, pulsando, louca pra mostrar pra ele que o que eu tinha ali embaixo ia fazer ele esquecer qualquer outra mulher. Afastei a cabeça dele devagar e segurei o rosto dele. — Alex...quero te comer. Ele olhou pra baixo, pros meus quadris, e deu um sorriso safado. — É tudo o que eu mais quero agora, Mel. Libera isso logo. Puxei a calcinha de renda pra baixo e ela saltou. Grossa, latejante, pronta pra ação. O Alex arregalou os olhos por um segundo, mas logo a luxúria tomou conta. Ele não teve nojo, não teve dúvida. Segurou com firmeza, sentindo o calor e a textura. — Deita de costas — ordenei, e ele obedeceu na hora. Eu me posicionei por cima dele. O contraste era lindo: meu corpo feminino, curvas de mulher, pele macia, mas com aquele poder entre as pernas. Passei a ponta do meu paü nos lábios dele primeiro, vendo ele fechar os olhos e gemer. Depois, fui descendo. Lubrifiquei bem a entrada dele e, com calma, fui entrando. Ele soltou um gemido abafado no travesseiro, as costas arqueando. — p**a que pariu, Mel... — ele arfava. Eu comecei a me movimentar. No começo devagar, sentindo o aperto dele, e depois com mais ritmo. Comi ele com vontade, com a autoridade de quem sabia exatamente o que estava fazendo. O som dos nossos corpos se chocando era o único barulho no quarto, além da respiração pesada dele. Olhava pra baixo e via meus p****s balançando conforme eu me mexia, e o Alex, completamente entregue, esticava os braços pra tentar alcançá-los de novo. Me abaixei, deixando que ele chupasse meus m*****s de novo enquanto eu acelerava as estocadas. Era o paraíso. O "macho" da família estava ali, sendo dominado por mim, implorando por mais. O prazer estava no limite, sentia cada centímetro de mim reagindo ao calor dele. O Alex começou a se debater embaixo de mim, sinal de que ele também estava chegando lá. — Vai, Mel... me føde forte... me quebra no meio! — ele implorava. Eu dei minhas últimas estocadas, sentindo o clímax subir como uma onda elétrica. Gozei com tudo, sentindo meu paü pulsar dentro dele, enquanto ele também se derramava nos lençóis, o corpo todo tremendo. Ficamos ali, um em cima do outro, suados e com o coração saindo pela boca.
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