Capítulo 14. Minha dona me fodeu com um consolo

889 Palavras
Me chamo Erica, e hoje é sexta-feira, o dia que mais aguardo na semana toda. Não é pelo fim de semana, nem pelo happy hour que nunca vou. 20h em ponto, toco a campainha do apartamento 304, e a minha dona, R.R., três segundos depois, a porta se abriu, e ela estava lá. Preto, só preto. Um robe de seda preta, solto, deixando ver a curva dos sëios. O cabelo, também preto, solto sobre os ombros. E aquele olhar que me atravessa, que me desmonta com uma só mirada. Entrei em silêncio, deixei minha bolsa no banquinho do corredor, já conhecido. — Vem — ela ordenou, com um movimento de cabeça. Eu a segui até o quarto, ela se sentou na beirada da cama enorme, fiquei de pé diante dela, esperando. R.R. me estudou por um longo minuto, os olhos percorrendo cada detalhe do meu corpo. — Tá com saudade? — a voz dela era um baixo, quase um sussurro que me fazia tremer por dentro. — Sim, minha dona. — De quê? — De você. De... de estar aqui. Ela sorriu, e aquilo me aqueceu toda. — Deita — apontou para o centro da cama. Deitei, ela se aproximou, a seda do robe roçando na minha perna. Sem pressa, ela abriu o robe e deixou cair no chão, ficou só de calcinha. Em vez de subir na cama, ela ficou de pé ao lado, e com um dedo, traçou uma linha do meu queixo, passando pelo pescoço, até o decote do meu vestido. — Hoje você me serve primeiro, Erica. Entendi, e o meu corpo inteiro pareceu ligar um interruptor, uma corrente de excitação percorrendo cada nervo. Ela se deitou ao meu lado, de costas para mim, e então rolou, ficando por cima de mim, mas não alinhada. Ela se posicionou de forma que sua büceta ficou exatamente sobre o meu rosto, e o rosto dela, sobre a minha calcinha. Antes que eu pudesse fazer qualquer movimento, ela baixou o quadril, pressionando-se contra a minha boca. Comecei devagar, beijando os lábios dela, lambendo suavemente. Ela emitiu um som baixo, um gemido que era combustível para mim. Me concentrei, usei a língua da maneira que sabia que ela gostava, focando no ponto certo, com uma pressão que ia e voltava, aumentando o ritmo conforme os sinais do corpo dela. Estava perdida no sabor dela, no ato de servi-la, de sentir seus quadris começarem a se mover contra a minha boca, buscando mais. Meus próprios quadris se mexiam no vazio, atritando-se contra o ar, desesperados por toque. A respiração dela ficou ofegante, depois entrecortada. Os músculos da sua coxa ficaram rígidos perto do meu rosto. — Assim... continua assim... — ela sussurrou, e a voz estava rouca, cheia de puro präzer. Continuei, com dedicação total, até sentir o clímax dela chegando. Foi uma série de contrações poderosas contra a minha língua, um gemido longo e profundo que saiu do seu peito, e o seu corpo todo tremendo por alguns segundos gloriosos. Não parei até o último tremor passar, bebendo cada gota dela, me sentindo poderosa por tê-la levado lá. Ela deslizou para o lado, ofegante, um suor fino brilhando na sua pele. Virou-se e me olhou. Os olhos estavam escuros, satisfeitos, mas com um brilho perigoso. — Agora é a sua vez — ela disse, e a voz ainda tinha um tremor. — Mas não vai ser fácil. Se levantou, foi até a gaveta da cabeceira e voltou com o consolo de silicone roxo que a gente já conhecia bem. Era considerável, com uma leve curvatura. Ela o segurou na minha frente. — De quatro, agora. Eu virei rapidamente, meu coração batendo forte. A ansiedade e a vontade eram uma coisa só, um nó na minha garganta e um fogo na minha virilha. Senti ela se ajoelhar atrás de mim. Primeiro, os dedos dela, abrindo caminho, me encontrando encharcada. Eu gemei alto contra o lençol. — Você tá mesmo com saudade, né? — zombou suavemente. E então, sem aviso, senti a cabeça larga do consolo na entrada da minha büceta. Ela empurrou, devagar mas com firmeza, me preenchendo completamente. Um gemido escapou dos meus lábios, um som de alívio e necessidade extrema. — Tão bom, minha dona... — eu sussurrei. — Calada — ela ordenou, mas a voz estava carregada de malícia. — Você só geme quando eu mandar. Ela segurou o consolo com uma mão, começando um movimento de vai-e-vem lento e profundo. Era uma inundação de sensações. O movimento ritmado por trás, me preenchendo de um jeito que me fazia ver estrelas. Eu estava perto, tão perto, e gemei alto, desobedecendo, e meu corpo se contraiu violentamente em uma onda de prazer tão intensa que me cegou. As pernas tremiam, desabei de lado no colchão, o consolo ainda dentro de mim, o mundo girando. Por um longo momento, só houve o som da nossa respiração ofegante. Então, senti o colchão ceder. R.R. deitou atrás de mim, envolveu meu corpo suado com os braços e puxou-me para perto do seu calor. — Me desobedeceu — ela murmurou no meu ouvido, mas a voz estava macia, satisfeita. — Desculpa, minha dona — consegui dizer, enterrando o rosto no travesseiro que ainda tinha o cheiro dela. Ela riu baixinho, um som que vibrou no meu corpo todo. — Você foi perfeita.
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