Roberto Narrando Voltei para o Brasil não foi por saudade de casa, nem por apego a ninguém. Voltei porque pequenos problemas precisam ser resolvidos de perto, com método e sangue-frio. E também para “apoiar” a Leide. Minha eterna pütta. Do jeito dela, do jeito meu. Útil quando convém, descartável quando atrapalha. Há dias estavam tentando invadir meus arquivos pessoais. Gente fuçando onde não devia, errando senha, deixando rastro. Amadorismo puro. Demorei, mas descobri quem era: Andreza. A v********a começou ainda em Chicago, achando que inteligência se confunde com audácia. Mandei ela de volta para o Brasil, Claro dizendo que ia sumir o filho dela. Mas a minha pretensão é zero, não vou cair nesse conto novamente. Dei corda. Deixei ela achar que estava avançando. Enquanto isso, eu monit

