Liz Narrando PH é simplesmente, surreal. Um príncipe perdido dentro de um corpo de bandido. Uma contradição ambulante que funciona perfeitamente. Ele consegue ser paciente e bruto na mesma respiração, carinhoso e ao mesmo tempo com uma pegada firme que me desmonta inteira. É absurdo como esse homem é tudo ao mesmo tempo. Tudo que eu nem sabia que queria. Quando a gente chegou na casa da mãe dele, meu coração quase saiu pela boca. Eu morrendo de medo dela não gostar de mim, achar que eu era interesseira, ou até duvidar que o bebê fosse dele. Mas a forma como ela me abraçou, meu Deus. Ela me acolheu como se eu já fosse da família há anos. Me apertou com carinho, alisou minha barriga com os olhos brilhando, como se já amasse meu filho antes mesmo dele existir por inteiro. Aquilo me desmont

