Lê
Sou a Letícia, tenho 19 anos, todos me conhecem por Lê, só minha família que me chama pelo nome tradicional! Vivo a vida que pedi para Deus, não preciso trabalhar mas trabalho porque eu gosto, meu pai paga todas as minhas contas e eu larguei do meu namorado recentemente. Como eu criei um laço com a Marcela gerente de uma loja que eu trabalhei eu resolvi passar lá para saber se ela não queria sair para algum barzinho comigo e a gente se divertir um pouco, já que hoje era sexta feira
Lê: Oi amiga, tudo bem?
Marcela: Oi miga, tudo no jeito e você?
Lê: Um pouco cansada, estava no cursinho, já achou alguém para trabalhar? Vi que já tirou o papel
Marcela: Ai hoje eu também estou cansada, já passei em 3 lojas e por incrível que já pareça mais cedo passou uma moça aqui que é tudo aquilo que a gente estava procurando e o patrão amou
Eu sempre ouvia a Marcela falar com esse tal patrão, sabia que eles moravam no mesmo lugar e que tudo começou lá, não era uma loja de grife mas também não era uma loja barata, vendia roupas e sapatos, mas como vivemos no a Rio de Janeiro, porque não fazer uma secção de biquinis
Lê: Miga, sabe que do nada veio uma coisa na minha cabeça, porque você não fala pro patrão ampliar os negócios e colocar uma secção de biquínis, vivemos no Rio de Janeiro o que mais vende é coisas de praia, sabe começa aqui, faz fotos, divulga e de vender bem, coloca naquelas bancas nas praias mais movimentadas
Marcela: Olha má idéia não é, sabe que eu nunca tinha pensando por esse lado, assim que eu tiver contato com ele eu vou falar sobre, a moça que veio aqui mais cedo tem um corpo magérrimo e os biquínis no corpo dela iria ficar lindos, vou dar uma procurada em fornecedor
Lê: Estou aqui só enrolando e não falei, vamos em algum barzinho comigo hoje? Fale que sim eu preciso sair, te imploro
Marcela: Tenho uma proposta melhor para você, já foi em alguma festa em favela?
Lê: Não amiga, mas sempre que vejo vídeo alguma coisa é muito top
Marcela: Pois se arrume bem linda que eu vou te levar no pagofunk na favela da Penha
Lê: Então já vou pro salão arrumar meu cabelo, que eu sei que as mulheres de lá andam só no estilo, beijos
Sai da loja e já fui a caça de um salão para lavar e escovar meu cabelo e se ainda der tempo vou fazer a maquiagem também. Por sorte eu consigo horário em um salão do lado do prédio que eu moro, enquanto eu escovava o cabelo eu pensava em que roupa colocar, meu Deus eu não tenho roupa, entrei no i********: da loja da Marcela e fui olhando alguns vestidos, já não dava tempo de eu sair para outros lugares atrás de roupa, tinha que achar alguma coisa ali que desse para Marcela trazer para mim
Whatsapp on :
Lê: Miga me socorre
Marcela: que foi maluca?
Lê: Você consegue trazer esses dois vestidos para eu experimentar? Eu não tenho roupaaaa!
Marcela: Vou levar alguns que chegou hoje mas ainda não coloquei no estoque. Assim que acabar aqui eu vou na sua casa
Lê: Obrigada ❤️
Whatsapp off :
A Marcela já tinha passado aqui e deixado a sacola com alguns vestidos, terminei as coisas no salão e já subi pro meu apê para tomar banho e experimentar e rezar para algum dar certo, a Marcela não erra nunca, ela trouxe até algumas sandálias de salto de combina com o vestido, tenha amigas assim.
Entrei em casa cumprimentei meus pais e avisei que iria em uma festinha com a Marcela, eu sempre aviso, mas hoje vou omitir aonde eu vou, eles não iriam ficar confortável em saber que eu vou subir um morro e muito que estou indo para uma festa lá
Tomei banho com muito cuidado para não molhar o cabelo e nem minha maquiagem, me sequei passei um creme corporal e um perfume good girl, ele é chamativo e assim que eu gosto.
Peguei a sacola e de cara já adorei um vestido cinza todo de brilho e com as costas abertas, coloquei ele no corpo e já não queria tirar mais, mas não sei, não é um baile é um pagofunk eu não queria ir muito enfeitada e como já fiz uma maquiagem bem chamativa, vou continuar experimentando e ver se acho outra coisa
Coloquei uma saia preta e um cropped de brilho preto, e achei que saiu super bem, coloquei um coturno ao invés de salto que dá para aguentar mais tempo. Mas eu acabei ficando com dois vestidos, agora é só esperar a Marcela
Whatsapp on :
Marcela: Miga chama um uber e pede para ele te deixar na entrada da Penha, vou estar te esperando já
Lê: Achei que você fosse passar aqui em casa vacaaaa. Ok! Já vou pedir e já chego, beijos
Whatsapp off:
Chamei um uber e ele estava a 5 minutos do meu prédio, despedi dos meus pais, peguei minha bolsa e desci na portaria para esperar e já ir
…
De longe já avistei a Marcela com uma roupa maravilhosa, ela não erra nunca nas combinações dos look dela, paguei o uber é o agradeci
Lê: UAU, que gata
Marcela: Somos, achei que fosse vir com o vestido mais chamativo
Lê: queria muito, mas como você disse que era pagofunk achei que fosse ser muito mas fiquei com ele, amanhã passo lá na loja para devolver o que não fiquei e para acertar
Marcela: Passa mesmo, se não pagar mando te darem uma surra kkkkkk
Lê: Vamos subir apé?
Marcela: Nunca, vamos de motoboy
Do começo do morro dava para ouvir o funk comendo solto e que saudades que eu estava de uma festa e curiosa para saber como era aqui, o motoboy deixou a gente na frente da quadra onde estava rolando e tinha muita gente, entramos e já pegamos uma taça de gim
Lê: Miga que tanto de homem armad* é isso?
Marcela: Favela amiga, o que você mais vai ver aqui é isso e drog* e já vou te avisar cuidado com o homem que você olha, tem mulher aqui que é louca acha que todas estão olhando pro presente de Deus dela
Lê: Brinca que eu olho mesmo kkkkkk
Marcela: E fica careca maluca
Fomos andando no meio daquela multidão, levei um susto quando um moço com uma arm* na mão avisou a Marcela que o patrão estava chamando a gente para a área reservada
Lê: Que patrão? O dono da loja?
Marcela: O dono da porr* toda Lê
Fomos para onde o valor nos guiou e assim que entramos a Marcela me apresentou para um tal Chacal, lindo e gostoso, fiquei sem graça quando ele me girou olhando pro meu corpo inteiro, a Marcela ao invés de ficar ali comigo, foi buscar mais bebida para gente e nisso ele já me abraçou e me começou a falar umas besteiras no meu ouvidoe jamais que eu iria negar, eu estou para negócio hoje, o que vier é lucro.
Ele já queria sair comigo mas eu acabei de chegar, nem comecei a beber e nem rebolei a minha raba ainda.
A Marcela voltou e ele se afastou de mim, ficamos ali de longe, pode parecer que que não reparo mas meu olho percebe tudo e já percebi que ele está usando drog*, eu não gosto dessas coisas.
Já perdi as contas de quantos copos eu tomei e já era tarde da madrugada, Marcela já estava quase trans*ndo no meio da festa com um carinha, acho que está na hora de eu ir aproveitar o resto da minha noite tb, avisei o Chacal que estava indo no banheiro, como não sou nada tonta já vou tirar minha calcinha e ir sem, estou para mald*de.
Saímos no meio daquela multidão e todo mundo abria espaço para ele passar, não tinha uma mulher que não olhava ele passar com as mãos na minha cintura, e dava para ver que elas olhavam com ódio e eu estava era adorando aquilo tudo, ele subiu em uma moto enorme e linda e eu na garupa, passei minhas mãos na cintura dele e encostei minha cabeça nas suas costas, ele dei partida e parou em frente a uma casinha, duvido que seja aqui que ele more, de uma a outra, ou ele é casado ou aqui é o abatedouro dele, entramos e até que ela bem arrumado.
Assim que entramos assustei com a pergunta que ele fez, se eu gostava de sentir dor, claro que eu gosto de umas brincadeiras que faz sentir tes*o, mas eu não sei de que tipo de dor ele está falando
Ele quis falar que não aceitava o que tinha proposto , que podíamos fazer do jeito dele, que eu iria embarcar na doideira dele mas que se chegasse no meu limite que ele iria parar, ele quis insistir que seria do jeito dele, mas se não fosse do meu jeito eu não queria mais, eu estava doida para trans*r com aquele homem, levantei minha saia mostrando para ele que já estava sem calcinha e adivinha!? No mesmo instante ele aceitou as minhas condições.
Ele pediu pra me sentar no sofá que ele iria fazer algo. Saiu de dentro da casa e voltou depois de uns 5 minutos, me disse pra ficar de pé e eu fiquei. Ele colocou a mão no bolso e retirou uma venda. Pediu para eu fechar os olhos e colocou a venda em mim.
Disse baixinho em meus ouvidos que as vendas tem o propósito de aguçar todos os meus sentidos. Então eu disse que tudo bem. Pegou e colocou suas mãos em meus ombros e pediu para virar de costas para ele
Ele me guiou para outro lugar, escutei barulho de porta abrindo e dava pra perceber que havia velas acesas
Então, me aproximou da parede, me pediu para abrir os braços e prendeu cada braço em argolas que estavam na parede.
Retirou a venda de meus olhos e pude ver a sala. Um ar meio místico, meio que parecia um castelo da antiguidade com um clima de casa de bruxaria.
.
Chacal: De agora em diante, sou o seu DONO, está bem?
Lê: Tá bom
Ele pediu pra eu dar um passo à frente e virar de costas pra ele.
Ele voltou a colocar a venda em meus olhos.
Então, aproximou-se de mim, por trás, colocou as mão em minhas costas e baixou o zíper da minha saia
Então, soltou as alças do meu cropped e o mesmo caiu no chão. Tirou do meio de meus pés e pediu pra ficar com os braços cruzados para trás, eu estava toda nua na sua frente e sem poder ver o seu rosto, estava sentindo uma adrenalina
Então, me virou de costas, me aproximou da parede, pediu para eu colocar as duas mãos para frente e novamente as prendeu em argolas situadas na parte superior da parede. Pegou um negócio que tinha na sala e começou a simular que estava me dando chicotadas. E passava o brinquedo cheio de tiras e simulava que estava me castigando. Confesso que gostei das sensações. E sinceramente, estava adorando.
Soltou minhas mãos, me conduziu até o meio da sala, tremi nessa hora. Não sei se de vergonha ou de prazer. Meus s***s enrijecidos e com a respiração um pouco ofegante
Ele pediu para eu pôr as duas mãos para frente, esticadas na altura do ombro. Então ele aproximou-se nelas, e pediu para eu tirar a roupa dele. Tirei tudo. A camisa, depois a calça e depois a boxer, mesmo de olhos vendados. Ele se aproximou de mim, me abraçou, me deu um beijo no rosto.
Quase desmaiei de excit*ção. Não resisti sentindo o perfume daquele homem e meus s*ios tocando seu peito.
Quase perdi o controle. Ele me virou de costas, me abraçava por trás, passava as mãos pelos meus s*ios, essa hora eu só respirava ofegante e g*mia por dentro de meu corpo, me deitou de barriga pra cima em uma mesa, eu acho.
Que sensação louca, selvagem, toda descontrolada. Confesso que fazer oral com vendas nos olhos tem um sabor indescritível. Não ver, e chupar é muito diferente, é mágico. Suguei muito, e com muita vontade e quase o machuquei por fazer com tanta vontade.
Ele me deu ordem para parar. Fiquei de pé. Ele se sentou na mesa. Me puxou pra mais perto dele, começou a mordiscar os b***s. Eu tremia, mordia os lábios, respirava ofegante. Ele me ajudou a ficar de 4 na cama, senti duas mãos puxando minha cintura pra perto dele e então, senti aquele m****o com camisinha, quente penetrar em meu corpo.
Lê: NOOOSSSSAAA
Fiquei louca com tanto t&são. Louca com todas aquelas sensações de entrega. Eu me contorcia feito louca. Me descontrolei e comecei a dizer coisas alto. Isso, humm. Imediatamente, recebi uma tapa na b***a como repreensão. “amei”. Nossa, que coisa mais louca. . ele bateu de novo e conforme eu falava algo ele batia de novo. De repente, tirou as mãos de minha cintura e agarrou meus cabelos. Ai foi tudo. Sendo possuída daquela forma bem selvagem, animal, aí que eu g*mia maks, falava mais e mais e ele como castigo, me b*tia g*stoso. Me sentia uma cadel* dominada, sendo Entre tap*s e g*midos eu ficava mais louca pouco me importando em manter bons comportamentos. Após certo tempo, ele larga meus cabelos, me agarra com força pela cintura e vem com força, e mais força e então, ejacula. Senti aquele jato de semem quente dentro de mim, apenas protegido pela camisinha que ele usava. Que gostos*. E voltou a pegar pelo cabelo e deu mais umas socadas fortes, maravilhosas e eu quase desmaio com tanta violência.
Ele se afastou. Me deixou ali deitada pra recuperar meus sentidos. Ao se aproximar de mim, tirou a venda de meus olhos. Nossa, me surpreendi com o local. Bonito mas meio assustador. Havia na parede umas madeiras em formato de cruz, havia argolas, chicotes, uns negócios esquisitos que nunca vi. Então, após alguns minutos, voltou até mim, pediu para ficar de pé, com as mãos para trás e começou a explicar para que serviam todas aquelas coisas. Algumas coisas, tudo bem, mas outras, fiquei meio assim com o pé atrás.
Pegou uma corrente, com uma coleira na ponta e colocou em meu pescoço. E da maneira mais prática possível, Na hora que ele falou em anal, fiquei muito preocupada, porque até então, nunca fiz.
Lê: Não quero mais chega
Chacal: Mas eu nem comecei ainda
Lê: Mas eu não quero mais, abre a porta que eu quero ir embora
Eu estava sentindo medo já, foi gostoso o começo mas acho que o efeito da bebida foi passando eu comecei a não querer mais e depois que ele falou de anal ai que eu senti medo mesmo, ele não me machucou nada, foi gostoso, mas eu escutava o barulho dele cheirando alguma coisa é logo ele estaria louco e ia fazer para machucar e para satisfazer ele.
Ele abriu a porta e já sai atrás da minha roupa assim que achei ela caída em uns dos quartos que ele me levou eu comecei a me vestir
Chacal: Sou um monstro não fia, se veste ai que eu te deixo lá em baixo para você pedir um uber
Lê: Eu sei que não é, só não estou mais no clima mesmo
Chacal: Tá de boa vou fazer nada que você não queira
Me vesti, peguei meu celular e já chamei um uber
Lê: Você me leva então?
Chacal: Bora
Lê: Estava uma delícia
Ele simplesmente me ignorou e não me respondeu, bateu a porta da casa e ligou a moto, eu estava com um receio mas não conheço nada aqui não tenho outra opção a não ser aceitar que ele me leve, ele parou na entrada onde a Marcela me encontrou, falou tchau e me deixou ali sozinha, deve estar put* por eu não querer continuar, certeza que várias que estava naquela festa daria tudo para estar com ele.