Capítulo 2

1489 Palavras
Ananda Continuação.... Saímos do banheiro e as dona do mercado estavam lá, passamos por elas e seguimos pelo mercado, fui até meu caixa contando o dinheiro que tinha na caderneta pro final do dia fecha o caixa certinho hoje era sexta então vai ser um dia cheio alguns clientes começaram a chegar e com o decorrer do dia o movimento que foi uma loucura os caixa está tudo lotados as filas grande e mais gente chegando hoje era o dia de chegar tarde em casa as horas passaram que nem percebi já tinha passado a hora da gente almoçar eu fechei o caixa e fui almoçar com Jessie até o restaurante da tia Nalva a comida dela era a melhor do morro fizemos nossos pedidos ficamos ali conversando enquanto nossa comida chegava, foi aí que chegou os meninos da boca eu percebi o olhar da Jéssie pro Corvo ela sempre foi apaixonada por ele mais infelizmente ele é casado com a Brenda a que se acha a dona do morro só porque é casada com ele que é o Sub do Bravo ela é toda siliconada, ele passou direto pra cozinha provavelmente ele foi o pedido da comida do Bravo este aí ninguém ver a cara dele a não ser em invasão mais ele sempre está com uma toca na cabeça cobrindo seu rosto, fora isso ele só sai a noite quando todos estão dormindo ele é sombrio. Ele ficou assim depois da morte da mãe, ele. O nosso almoço chegou e a comida é sempre impecável, uma delícia a tia Nalva é a melhor cozinheira não é à toa que seu restaurante é sempre lotado, há Jessie sempre olhando pra onde o Corvo estava terminamos o nosso almoço pagamos a conta e saímos. — Amiga, é tão difícil encontrar o Corvo, eu sempre fui apaixonada por ele desde da adolescência quando agente estudou juntos. — Jeh ele é casado e você sabe muito bem quem é a mulher dele, eles estão juntos desde sempre e ele gosta dela. — Eu sei Nanda mais agente não manda no coração e não é certo eu jamais vou entrar no meio do casamento dos dóis isso não. Continuamos andando até chegar no mercado que já estava fervendo, já fomos logo pro nossos lugares, como sempre, atendendo todos com um sorriso no rosto com simpatia até escutei risadas alta quando olhei era a Brenda e a sua turma olhei pra Jeh que olhou pra mim e continuou fazendo seu trabalho eu voltei a atenção pro cliente, logo depois elas voltaram com várias coisas e foi diretamente pro caixa da Jeh ela sempre soube que a Jeh é apaixonada pelo Corvo ouvir quando ela falou pra passar no crédito com cara de deboche há Jeh por sua vez não falou nada ficou quieta passou as compras dela que saio em seguida. — Mulherzinha insuportável Deus — Jeh não reclama fica calada você sabe como ela é pra ela vim fazer barraco aqui na frente do mercado é rápido. — Eu não vou falar nada porque preciso deste trabalho é com ele que ajuda a minha mãe. Olha não era fácil viu e por isso que nunca me apaixonei por ninguém e vou continuar assim sem preocupação nem uma é até tábua eu ainda ser virgem com 19 anos e pretendo continuar assim por um bom tempo a inda não tenho a pessoa certa pra ser meu passeiro não vou falar a verdade nem na boca eu beijei não sei nem como é não me faz nem uma falta a Jeh fala que sou careta eu prefiro ser careta do que ser mais uma na mão de um homem. O mercado continuava lotado, amanhã será dia de baile e então muita gente faz sua feira de hoje e sempre também será feriado de carnaval Jeh que irá ver o desfile do Salgueiro na Sapucaí até que eu estou animada pra ir . À tarde estava se aproximando e com ela vinha a noite o cansaço já estava chegando mais estava contente isso me deixava feliz mais triste porque eu sabia que iria deixar hoje a metade do meu dinheiro pelo morro com as malditas dívidas do meu pai não sobre quase nada e quando sobra eu tenho que dar pra ele ou se não ele me bate pra me tomar isso e frustanta você trabalha tanto e no final você fica sem nem um centavo do que você ganha mais desta vês vai ser bem diferente vou perdi pra tia Jéssica que é a mãe da Jeh pra ela guardar pra mim um toquinho sempre vou fazer isso todo mês vou guardar um pouquinho vou esperar o fluxo do mercado diminui pra mim poder pega algumas coisas pra levar pra casa mais tenho que esconder bem escondido pra meu pai não pegue pra vender porque toda vez é assim, deu o horário do cafezinho eu aproveitei pra fazer uma feira bem pequena só o básico mesmo e nada mais, fui passar no caixa e mandei seu Júlio já desconta ele não queria fazer isso seu Júlio sempre me ajudou. — Não minha filha não vou descontar nada seu lembra que foi uma promessa que eu fiz a minha Maria no seu leito de morte que iria ajudar você sempre que precisar e isso eu vou fazer até o meu último dia. — Seu Júlio o senhor e a dona Maria são os pais que nunca tive dona Maria me faz tanto falta quantos vez eu corria pra casa de vocês a noite com medo do que meus pais poderiam fazer comigo e aqueles homens que iam pra lá todas as noites eu me sentia protegida com vocês e quando ela se foi o meu mundo não foi mais os mesmos — Nem o meu foi, você é a filha que agente não teve, minha querida, então por isso que não iria descontar nada do seu salário eu só fico triste porque você acaba ficando sem nada porque sai pagando as dividas do desgraçado do seu pai. — Se não fizer isso, vão acabar matando ele então acabo pagando. — A minha filha você é uma menina de ouro que não merece o pai que tem, já vou fazer o seu pagamento – Seu Júlio foi pega o dinheiro e me entregou – Toma filha aqui está seu dinheiro e mais um bônus viu. — Seu Júlio o senhor já faz tanto por mim e ainda tenho bônus. — Sim você e a Jessie se destacam muito e isso é bom pra vocês e como já estava quase na hora de vocês pode ir pra casa amanhã estão de folga em. — Tudo bem seu Júlio muito obrigado viu lá toma um café e já vou aproveitar pra ir pra casa. Fui tomar um café porque não dispenso um pretinho assim que cheguei no pequeno espaço que tinha pra gente lanchar encontrei a Carla e a Eleonor fui até a cafeteria e coloquei o pouco de café elas continuam me olhando. — O que quei foi nunca me viram não é eu em – Fui até a Jeh – Amiga vamos pra casa seu Júlio dispensou a gente já e também já fez o nosso pagamento o seu na sua conta e o meu em mãos como sempre. — Eu vi aqui no aplicativo então se estamos liberadas vamos logo né amanhã é outro dia de folga. — Amiga queria te dar isso era que a tinha podia guardar este dinheiro pra mim todo mês eu vou fica dando pra ela uma contia pra que ela guarde até eu fazer uma conta. — Mais é claro eu entrego pra ela não se preocupa amiga isso é o melhor que você faz . Pegamos nossas coisas no armário e fomos saindo as duas ficaram lá ainda, nos despedimos das outras meninas e saímos do mercado fomos subindo o morro conversando passamos enfrente a rua que dá acesso a boca e lá estava todos eles até o bravo tava lá que só sai a noite o homem morcego ele que só sai mais tarde me despedir da Jeh e andei mais um pouco e cheguei em casa e mais uma vez estava tudo no escuro meu pai não estava em casa abrir a porta e fui acender a luz e não acendeu achei que tinha queimado fui até a cozinha deixei as coisas na mesa e fui acender a luz que não acende também estranhei isso fui olhar as outras e não acendeu também, foi aí que veio na cabeça de olha o contador de energia sai até aporta e estava lá o lacre de corte. — Não é possível isso meu Deus estamos sem energia o que ele fez com o dinheiro, mais tá bem claro né Ananda seu pai gastou como sempre né com drogas e bebida meu Deus até quando eu vou aguentar isso.
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR