Capítulo 28 - Explorar

1350 Palavras

Quando acordo, é de manhã. Estou deitada em uma cama vazia e minha porta está fechada. Por que não estou morto? Eu poderia jurar que puxei o gatilho. Levanto-me e vou até a porta, tentando abri-la, e está trancada por fora. Eu começo a mexer a maçaneta e de repente ela destranca e abre. Eu olho para cima, e Z está de pé na minha frente, uma carranca no rosto. Eu desvio o olhar, não querendo olhar de volta para ele. — Você está…- ele hesita em terminar sua frase e então a afasta, suspirando. — Por que minha porta está trancada? - digo, claramente. — Nós quebramos a porta e paramos você antes que você pudesse puxar o gatilho, mas antes que pudéssemos tirá-lo da sala, você estava lutando, tentando voltar para sua arma. Você bebeu uma garrafa inteira de uísque e você estava clara e obviam

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