A PRÁTICA

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Nos hospedamos naquela noite aos entornos da cidade de Abala. Faltava pouco para alcançarmos o leste do deserto Iyntu e começar sua travessia até o oeste. Eu não queria entrar na hospedaria. Era arriscado, mas o Gulian pediu para que eu não o incomodasse com isso. Brincou ainda, perguntando se eu não sabia de um feitiço para mudar o seu rosto. Era um grande negócio aquela hospedaria. Gulian não cansava de dizer e repetir. Dizia que ela estava centralizada num ponto perfeito para os viajantes que não queriam ficar na cidade. Ela era grande como uma fortaleza, cercada por muralhas de madeira altas, com alguns homens gordos no topo dela para vigiar. Dentro era como uma vila. Tinha bordéis, tavernas, lojas dos mais variados tipos, além das pequeninas casas que eram os quartos a serem alugad

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