Com o papel em mãos, me coloquei de joelho sobre a areia fervente do deserto. Desenhei um círculo no chão com um graveto, depois outro círculo maior ao entorno dele. Entre o espaço dos dois círculos, desenhei símbolos. Um de gratidão ao norte, outro de servidão ao sul, um de benção celestial ao leste e o último de comprometimento ao oeste. Além do círculo maior, desenhei um prisma simbolizando uma estrela, que abraçou todo o desenho. Gulian me ajudou na parte mais difícil. Fechei o punho recém recuperado da lança, ao entorno de uma lâmina afiada na palma da mão. Quando menos esperei, o capitão puxou a adaga e eu gritei. Apertei o punho e o sangue começou a escorrer. Dirigi com pressa a corrente de sangue até o centro do círculo menor e, com sangue, escrevi o nome de Lôpio, o deus sábio;

