A FORCA

2287 Palavras

Na praça da cidade, o visconde comandava a organização de um palanque onde enforcariam Gulian. Ele ainda estava amarrado ao mesmo portal de madeira, sobre a carroça. Seus pulsos estavam deslocados e em carne viva. A covardia não me permitia ir até lá. E naquele instante eu odiei os humanos com tanta força que me comparei ao Caero. Ele tinha razão. Eles são maus. Todos acham que têm seus motivos, mas todos desconhecem o motivo do outro, o que resulta nessa discórdia excessiva. Eu odiava os humanos não só por estarem a ponto de matar o Gulian. Mas por quererem me deixar sozinho no mundo. Sumos não sobrevivem sozinhos. Não há meios. Para tudo precisamos de permissão. Eu até que poderia seguir as regras de Gulian, falsificando também alguma assinatura de alguém que não existe, mas mentiras s

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