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718 Palavras

Eu não tenho classe, eu não sou ninguém. Eu não tenho herança que te convém. Mas eu sou quem te faz tão bem. . . . Bruno e eu nos encontramos atrás da escola, sentamos na grama como sempre fazíamos não ligando para as formigas que habitavam ali. - Então, o que você queria me contar? - ele parecia tenso, mas eu não conseguia juntar as palavras e começar a falar. - Você primeiro. - digo. - Fala logo Beatriz, nada nessa vida me surpreende mais. - ele diz arrancando as gramas e as jogando em mim. Faço uma careta estranha, e jogo a grama de volta nele. - Eu, eu. - travo. - Você transou com o Nicolas e agora acha que tá apaixonada por ele? - concordo e ele continua. - pensei que fosse algo mais grave. - E isso não é grave? - pergunto e fecho os olhos por alguns instantes. - eu não

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