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1093 Palavras

Baby, vem comigo ó eu te garanto Que aqui é sem perigo Eu vejo você bem mais que só um amigo. . . . - SEU MOLEQUE INSOLENTE, ABRA ESSA PORTA! - Roger continuava a grita. - Melhor abrir Nic. - digo, mas me calo ao perceber que o chamei por um apelido ridículo. - Fala de novo. - Melhor abrir a porta. - Antes disso. - ele me abraça. - Nic. - digo deixando um sorriso escapar. Me enrolo por entre as cobertas, Nicolas coloca sua boxe e se levanta para abrir a porta. Roger entrou para dentro do quarto feito um louco olhando para todos os lados. - Cadê a vagabunda que você estava transando? - Roger pergunta. Ele não me viu, eu estava bastante encolhida para isso. - Não tem ninguém pai. - Nicolas responde caindo na gargalhada. - Acha isso engraçado? Você não tem jeito, não é?! -

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