a quimica do primeiro encontro

467 Palavras
Finalmente, o dia havia chegado. Stefan estava em Las Vegas. Antes de sair, passou na casa da mãe, tomou um banho rápido e vestiu um terno impecável, apresentável, mas ainda marcando seus músculos e tatuagens. Marcara de encontrar Aline em frente a um restaurante elegante. Ele entrou no carro que deixava na mãe e ficou esperando, o coração acelerado. Então, ele a viu. Uma loira deslumbrante caminhava em sua direção. Saltos altos, vestido azul com um decote suave, cabelos loiros presos em um coque charmoso, com uma mecha caindo de cada lado do rosto. Maquiagem impecável, colar delicado no pescoço… ela estava simplesmente linda. Ela parou diante dele e sorriu. Eles se olharam por um instante, seguraram as mãos e se abraçaram. O calor do contato e a proximidade fizeram o coração de ambos disparar. Stefan era impressionante: dois metros de altura, músculos definidos, tatuagens no pescoço, braços, costas e coxas. Um olhar marcante, corte de cabelo impecável, presença imponente. Sem precisar de palavras, entenderam que aquele momento finalmente era real. De mãos dadas, entraram no restaurante, cada passo cheio de expectativa e uma química impossível de ignorar. Sentaram-se à mesa, e por alguns segundos ficaram apenas se olhando. Cada detalhe parecia novo: o sorriso dela, o brilho dos olhos, o jeito delicado com que ela ajeitava os cabelos; ele, imponente, mas com aquela calma protetora que fazia Aline se sentir segura. — Você está… incrível. — disse ele, tentando soar casual, mas a voz falhando levemente. — E você… — ela sorriu, corando um pouco — continua mais impressionante do que eu imaginava. Houve uma pausa confortável, em que apenas o som do restaurante ao redor existia, mas eles m*l notavam. As mãos se tocaram de novo sobre a mesa, um gesto simples, mas cheio de significado. — Então… finalmente estamos aqui. — falou Stefan, olhando nos olhos dela. — Dois meses e meio só para nós. — Eu sei… parece surreal, não é? — respondeu Aline, sorrindo. — Depois de tantos dias de mensagens, ligações, preocupações… agora é real. Eles riram baixinho, e Stefan passou a mão sobre a dela, sem precisar de mais palavras. — Eu queria… — começou ele, olhando para o colar que ela usava, a maquiagem suave — que todos esses dias, toda a espera… tivesse valido só por esse momento. — Valeu, Stefan. — disse Aline, com a voz macia. — Cada mensagem, cada ligação, cada preocupação… tudo valeu. O garçom trouxe os menus, mas eles m*l olhavam para eles. A conversa fluía naturalmente, misturando risos, provocações sutis e olhares prolongados. Cada gesto, cada sorriso, reforçava o vínculo que já era forte, mas agora carregado de presença física e atração. Por alguns instantes, parecia que o mundo lá fora não existia: só Stefan e Aline, juntos, finalmente lado a lado.
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