CAPÍTULO 33 — O HOMEM QUE DECLAROU GUERRA

516 Palavras

Dimitri Não dormi. Homens como eu não dormem quando alguém ameaça sangue do próprio sangue. A mansão inteira estava em alerta máximo. Guardas dobrados. Rotas alteradas. Comunicação criptografada. Mesmo assim… Não parecia suficiente. Observei Isabela dormindo. A mão dela repousava inconscientemente sobre o ventre. Meu filho. Meu herdeiro. Algo dentro de mim mudou definitivamente naquela noite. Antes, eu protegia território. Agora… Eu protegia futuro. O telefone vibrou. — Senhor — disse Sergei do outro lado. — O homem do ataque falou. Saí do quarto em silêncio. — Quero nomes. — Ele recebeu ordens indiretas… mas conseguimos rastrear o intermediário. Pausa. — Trabalha para Morozov. Meu maxilar travou. Claro. Alexei Morozov não atacava diretamente. Ele provocava. Empurr

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