Na garupa da moto de Mariana, seguro com força o radiozinho que Eric havia me dado antes e que agora era meu único meio de comunicação para ter certeza que minha filha estava bem. Ele acabou me convencendo de sair antes de Val chegar, garantindo que a faria falar comigo assim que chegasse lá. Desço da moto quando Mariana a para em frente ao posto de saúde. - Deve tá feliz agora - diz ela, quando ando em direção da entrada. Paro de andar, me virando para ela. - Parir sozinha em um banheiro, não estava nos meus planos. - Não estou falando disso - Sustento seu olhar, não demorando para perceber do que estava falando - Você fez ele se apegar a sua filha. - Eu não fiz nada. - Vai vir com essa agora? - E você que está criando teoria que não existe. Com qual objetiv
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