- Você ainda tá sangrando, Karina. - Eu estou bem - digo sem pensar, ignorando os sinais que meu corpo dava, dizendo completamente o contrário. Ele assenti, fingindo acreditar. - Então você prefere morrer até sangrar e deixar a Maria sem mãe? - Não vou sangrar até morrer - digo tencionando o maxilar. Ele olha para a poça de sangue no chão. - Não é o quê parece. - Você não é médico - rebato - Quem estudou oito anos foi eu, não foi você! Ele ergue as mãos em frente ao corpo. - Não está mais aqui quem falou. Meu lado médica e racional, sabia que eu precisava mais do que depressa, tirar a placenta que estava dentro de mim e se fosse necessário, levar alguns pontos. Não podia ficar naquele estado. Ergo o queixo, encarando a parede em frente. - Se e

