Na primeira força que faço, sinto a cabeça dela na minha v****a, o quê só aumenta meu desespero e a vontade de continuar a empurrar. Meu grito ecoa pelo boxe, quando empurro novamente. A pressão em minha v****a some de repente, quando o pequeno corpo, porém volumoso, começa a sair de dentro de mim, me fazendo segurá-la. Ela estava coberta por vérnix, foi o quê de fato ajudou ela a escorregar pelo canal vaginal. - Karina? - Eric chama aflito. Com uma mão, aperto o botão do radiozinho. - Ela não está chorando - digo a sacudindo de leve, não obtendo resposta. - Você é médica, p***a! Faz alguma coisa! Eu sou médica!. Aquelas três palavras clareiam minha mente, me lembrando do que deveria fazer. Colocando ela de bruços, dou tapinhas na b***a dela, conseguindo

