O caminho de volta foi silencioso no carro. Dante dirigia tranquilo, uma das mãos no volante, a outra segurando a de Isa, mas ela m*l retribuía o toque. A mente dela fervilhava, e por mais que tentasse guardar para si, não conseguia ignorar o aperto no peito. Ao chegarem em casa, Dante tirou o paletó e deixou as chaves sobre a bancada. Isa tirou os saltos e seguiu direto para a cozinha, pegando um copo d’água. Ele percebeu. — Tá tudo bem? — ele perguntou, se aproximando. Isa o encarou por um momento, respirando fundo antes de falar. — Aquela mulher… a Fabiana. É ela, não é? Dante franziu a testa. — Ela quem? — A prima. Aquela que te… ensinou as coisas. — A voz dela saiu baixa, mas firme. — É ela, né, Dante? Ele a fitou por um instante, sério. Depois, suspirou e encostou-se à bancad

