A rua em frente à casa de Isa já estava tomada por viaturas, em segundos, dois dos seguranças particulares de Dante já estavam ao lado deles. Um deles, Miguel, se aproximou e falou em voz baixa. — Senhor, subornei o segurança da rua e conseguimos as imagens da câmera da esquina. Peguei o pendrive. Dante assentiu com o maxilar travado. — Boa. Manda para o Fábio. Quero esse vídeo analisado em uma hora. Enquanto isso, a polícia começava a fazer perguntas, e Isa tentava manter a compostura, mas a sensação de invasão era maior do que qualquer controle que ela pudesse ter. Dante permaneceu ao lado dela o tempo todo, de mãos dadas, respondendo por ela quando a voz não saía. Um dos policiais se aproximou com a sobrancelha arqueada. — Aparentemente, não foi um roubo comum. Não levaram nada de

