5 de julho de 1992: 00:12.
Olho para ele e tento ver se ele estava brincando comigo e não estava, suspiro fundo e peço que ele me acompanhasse e o mesmo me olhou, mas não disse nada apenas me seguiu.
_ Me chamo Tessa Lestrange.
_ Filha de Bella?- Disse rouco e fez meu útero de contrair.
_ Filha de Rabastan e Destiny.- Digo subindo a escadaria lateral._ Estamos na mansão Slytherin, eu pedi que fosse reformada.
_ Por que pediu?- Ele estava desconfiado.
_ Para que o senhor tenha uma casa para chamar de lar, fui imprudente?- Digo abrindo a porta do seu quarto.
_ Eu ainda não sei, estou avaliando seu comportamento.
_ Entendo.- Dava vontade de revirar os olhos, como ele conseguiu me esquecer? Sou a p***a da pessoa que lhe trouxe de volta!
Vou até a porta do banheiro e abro ela, para que o mesmo entrasse.
_ Tome um banho, estarei arrumando suas roupas, ainda temos que comprar algumas coisas de suas necessidades pessoais.
Deixo ele no quarto e fecho a porta, suspirando fundo, cinquenta porcento do meu plano está concluído. Só falta os outros cinquenta.
Me sento no degrau da escadaria e choro, estava tudo errado. Ele não se lembrava de mim, meu corpo estava dolorido e eu acho que tinha alguma a******a na minha cabeça, porque ela ainda estava sangrando.
O que eu fiz?
Bato no meu rosto e tento me recompor e chamo Dixy, ele deveria me arranjar roupas.
_ Para a senhorita também?
_ Sim, eu lhe agradeceria.- Ele fez uma mesura e saiu de perto de mim.
Me levanto e vou para o quarto do Lorde e o mesmo estava saindo banheiro com uma toalha branca em sua cintura.
_ Seus olhos estão vermelhos.- As luzes estavam acesas, elas se ligavam automaticamente._ Por que estava chorando?- Disse vindo até a mim e levantou meu rosto.
_ Você não me reconhece, eu fiquei triste, te contei muitas coisas que eu nunca contei para ninguém.
_ É só me contar novamente.- Disse simplório.
_ Não é assim que funciona.
_ Porque você não quer.- Se sentou na cama e eu no chão, não queria sujar a cama.
_ Você ficou fora dez anos, ficaria mais tempo se não fosse por mim. Eu consegui pegar a pedra filosofal e te ajudei a recuperar seu corpo e sua consciência.
_ Para isso você teve que destruir uma Horcrux?!
_ Tive que colocar o diário dentro do caldeirão para que sua consciência se ligasse ao corpo.
_ E depois?
_ Depois você já sabe, te levei para seu quarto e falei meu nome e dos meus pais.
_ Você estava em Hogwarts, como conseguiu sair de lá?
_ Quirino me sequestrou, era seu receptáculo, ele morreu para te dar um novo corpo e...- Dixy apareceu e entregou ao Tom uma muda de roupa._ Dixy, esse é Tom, o Lorde das Trevas, o senhor vai servi-lo.
_ Sim, como antigamente.
_ Olá Dixy, muito tempo sem lhe ver.
_ Igualmente, meu senhor.- Me entregou uma muda de roupa e se foi, fazendo uma mesura antes de ir.
_ Irei tomar um banho antes de te contar o resto, tenho que ver meu machucado da cabeça, com licença.- Me levanto do chão e saio do quarto, ele apenas me olhou e ficou pensando em alguma coisa que eu nunca saberia o que é.
Entro em um quarto qualquer e entro no banheiro, coloco minhas coisas na pia e começo a tirar meu uniforme que estava rasgado em algumas partes.
Entro no chuveiro e uma ardência na minha cabeça se fez presente. Parecia que eu ia desmaiar a qualquer momento.
Respiro fundo e vejo o sangue se misturar na água, que estava sendo levada para o ralo do banheiro.
Pego sabonete e começo a passar no meu corpo e algumas partes ardia mas eu aguentava bem. Meu coração doía no meu peito e eu pensei que eu iria morrer mais uma vez, me ajoelho no chão e choro, sentindo meu ser sendo rasgado e estraçalhado, como se eu fosse um boneco de pano na boca de um cachorro.
Soluço e água quente caia nas minhas costas como se me abraçasse me parabenizando pelos meus feitos. Eu não estava triste com Tom, eu realmente poderia contar para ele sobre minha vida mais tarde. Eu estava triste comigo, eu realmente fiz o que eu planejei...
Eu ajudei ele... Eu devo estar louca para ter feito isso.
Bato no meu rosto e a ardência me acordou, o que eu estou pensando? Eu fiz isso para a minha vinhaça! Eu fiz isso para que todos morressem e vissem que sem mim em seu lado eu poderia fazer o outro lado vencer.
Eu estou fazendo isso para mata-los!
Dou um soco no azulejo e minha mão dói, me fazendo sentir uma sensação de alívio.
_ Está tudo bem, está tudo dando certo, falta pouco.- Sorrio para o nada._ Tudo vai dá certo.
Suspiro fundo e me levanto do chão, terminando de tomar banho. Saio do box do banheiro e pego uma toalha no móvel. Me seco e coloco a camisola verde de seda que tinha renda no b***o, coloco uma calcinha da mesma cor e não tinha sutiã e por conta disso eu apenas saio do banheiro secando meus cabelos.
Saio do quarto e vou até o quarto de Tom, batendo na porta e escutando um entre.
O mesmo estava vestido apenas com uma calça de moletom preta e seu peito estava nu, me fazendo deliciar com a vista. Seus olhos vermelhos me fazia deseja-los, e seus lábios carnudos me fazia viajar na minha imaginação.
_ Vejo que gostou.- Disse me olhando de cima a baixo.
_ Como eu não poderia gostar? O Lorde das Trevas está sem camisa na minha frente, qualquer mulher iria babar.
_ Sua cabeça melhorou.- Retiro a toalha da minha cabeça e vejo se tinha alguma mancha de sangue e não tinha.
_ Deve ter sido apenas um arranhão.- Digo me sentando ao seu lado e jogando a toalha no chão, no pé da cama._ O que quer saber?- Digo fazendo um feitiço para que meus cabelos ficassem secos e eu os prendo em um coque.
_ De você, me conte.
_ Tive uma segunda chance, eu morri em 1998 pelos meus amigos. Harry Potter, Ronald Weasley e Hermione Granger. Eu era da luz e fiz que meus pais ficassem em um chalé que Dumbledore tinha disponibilizado para eles.- Suspiro fundo._ Quando você morreu eu viajei até o chalé e vi que meus pais estavam mortos. No final eu morri.
_ Como voltou?
_ A Morte me disse que eu fui agraciada com o poder do Tempo e que por causa disso eu tinha mais uma chance na terra. Eu fiquei quase duas semanas lá, pensando se era uma boa ideia ressuscitar você para ter minha vingança.
_ No final você viu que era uma boa ideia e me ressuscitou.
_ Sim, eu bolei três planos para que você voltasse a vida e funcionou. O primeiro plano era te trazer de volta no primeiro ano de Harry, já que a pedra filosofal estaria em Hogwarts. Professor Quirino de DCAT era seu receptáculo, você encontrou ele em alguma floresta e o fez vir para Hogwarts. Eu fingi ser a mesma de sempre e fui ordenada a cuidar de Harry e seus amigos.
_ Como uma babá.
_ Sim, eu falei para Dumbledore que faria com maior prazer e fiz. Mas meu caráter começou a mudar quando eu comecei a me aprofundar na magia dos mortos. Meu caráter já estava mudando por causa da raiva, ódio e vingança, mas mudou ainda mais. Eu era uma boba e acreditava em tudo que Dumbledore falava, só porquê ele me salvou no meu primeiro ano.
_ Como ele te salvou?
_ Ele pediu um grupo de alunos que me batesse, só porquê ele descobriu que uma aluna Sonserina dizia a todos que era da luz. Ele me ajudou a me curar e eu confiei nele, mas por causa dele eu morri.
_ Pensei que fosse pelos seus amigos.- Ele franziu a testa.
_ Dumbledore escreveu uma carta dizendo que eu era das trevas e que eu iria te ressuscitar. Eles acreditaram e me mataram, foi quase a mesma coisa com você, você escutou uma profecia incompleta e morreu.
_ Ainda estou vivo.
_ Mas quase morreu.- Digo o olhando._ Os meses se passaram e eu comecei a treinar mais, a fazer pesquisas sobre como fazia um corpo, comecei a duplicar suas Horcrux, comecei a mentir para minha mãe e falei sobre você com meu pai, que continua em Azkaban. Isso quer dizer que ele não conseguiu sair ou está muito ferido para aparatar.- Paro de falar e começo a pensar nas coisas restantes, eu precisava desabafar._ Contei para você, quando o mesmo estava na cabeça de Quirino, quase isso tudo. Contei para o Tom do diário sobre algumas coisas enquanto eu fazia um desenho do seu novo rosto, mas você esqueceu e me esqueceu.
O olho com raiva, como ele teve a coragem de me esquecer?!
_ Não posso esquecer algo que você não falou Tessa, eu me lembro de você, mas não das nossas conversas.
_ Seu!- Quase bato nele, eu estava com raiva e eu me levanto o olhando, estava possessa._ Por que não me disser antes? Eu aqui pensando que você me esqueceu, que... Arhg, tchau.
_ Fazendo as contas você tem 22 anos.- Paro de pensar na minha raiva e o olho.
_ E o que que tem?- O Pergunto.
_ Você não deveria vir aqui com um trage de noite assim.- Me olhou e eu me olhei, eu estava com uma camisola
curta de seda que acentuava minhas curvas.
_ Eu estou normal.- Ele se levantou e me pegou pela cintura, me fazendo arfar.
Seus dedos seguraram meu queixo e me fizeram o olhar. Sua mão apertava minha cintura possessivamente e um arrepio fez meu corpo tremer.
_ O que está fazendo?- Sussurro e seus dedos alisaram meus lábios em forma de carinho.
_ Vendo como você reagiria.- Se baixou e ficou rente ao meus lábios, uma secura indesejável fez que eu molhasse meus lábios e ele os olhou, me fazendo sentir um frio na barriga.
_ Você quer?- Sussurrou rente a minha boca.
_ Quero o que?- Estava sem entender, minha cabeça não raciocinava direito.
Ele me aproximou mais de seu corpo e meus s***s foram esmagados, me fazendo sentir uma quentura no meio das pernas. Sua mão na minha cintura deslizou devagar até minha coxa, ele a pegou e eu dou impulso para cima, para me sentar no seu colo. Ele me pega e bate minha costas na parede, me fazendo gemer de dor.
Coloco minhas mãos em seus ombros e nossas respirações ficam descompassadas. Molho novamente meus lábios e ele sorri.
_ Se continuar assim, terminaremos na cama. Eu te fodendo e você gemendo. - Gemi pela sua voz rouca e sexy no meu ouvido.
Ele segurou minha b***a e apertou. O mesmo sorriu e meu útero se contraiu no meu ventre e eu só queria rebolar minha b***a em sua mão, fazendo que nossos sexos se tocassem por alguns segundos, para me dar algumas ondas de prazer.
Ele passou seus lábios nos meus, me fazendo dar um selinho em seus lábios e aquilo foi o estopim.
Ele mordeu meus lábios com força me fazendo gemer de dor e sua língua entrou na minha boca em uma rapidez alarmante, minhas unhas arranhavam sua nuca e subiam para seus cabelos sedosos e molhados.
O beijo era afobado e intenso, entre gemidos abafados e mordidas nos lábios. As línguas se encostavam avidamente e eu me deliciava com a sensação que elas me proporcionavam. Minha b***a era apertada como se fosse arranca-la e o beijo continuava me fazendo ver o céu.
Ele chupava minha língua e a mordia como se fosse a coisa mais gostosa do mundo, me fazendo gemer em sua boca cada segundo. Minha calcinha já estava molhada e aquilo me incomodava.
Ele me jogou na cama e minha visão estava embaçada pelo prazer.
_ Minha.- Disse vindo até a mim e me beijando.
Depois dos meus lábios judiados, ele foi para meu pescoço, o mordendo e chupando, arranhando ele com os dentes e me fazendo delirar por mais.
Ele desliza uma de suas mãos pelo meu corpo indo até a minha calcinha a empurrando para o lado, me fazendo tremer por antecedência. Ele enfiou o dedo em minha entrada me fazendo ter uma leve sensação de ardência e desconforto e aquilo me fez agarrar seu ombro, ele mexeu com seu dedão meu c******s me fazendo gemer e esquecer de coisas importantes.
Ele mexia suavemente e depois apressadamente, me fazendo arranhar seu ombro.
_ Toda.- Eu gemo em sua boca e ele para de falar._ Minha.- Me mordeu no pescoço e aquilo doeu.
Arranho suas costas e eu sentia meu interior borbulhar e eu só queria sentir mais daquilo. E meu quadril começou a rebolar em seus dedos e ele sorriu soprado em meu pescoço me fazendo sentir arrepios indesejáveis.
Ele mordeu mais uma vez meu pescoço e me fez rebolar ainda mais em seu dedo. Alguma coisa iria sair de mim e eu queria saber o que era. E no último chupão em meu pescoço eu arqueio minhas costas e libero algo.
Ele retirou o dedo de dentro de mim e se abaixou e começou a c****r minha b****a me fazendo revirar os olhos.
_ Deliciosa.- Falou perto da minha v****a me fazendo arrepiar pelo contato.
Ele continuou chupando e lambendo me fazendo gemer ainda mais.
_ T-tom!- Digo chorosa e vejo ele se arrepiar e me olhar com seus olhos vermelhos dilatados. Ele veio até a mim e me beijou me fazendo ofegar em sua boca.
_ Quero te fazer bem, quero que seja minha consorte.- O encanto todo acabou e eu empurro ele para o lado e o mesmo me olha impressionado, não sou essa menininha indefesa que ele acha que sou.
Me sento na cama e saio dela. Olho para ele e suspiro fundo e digo:
_ Sou uma moça de família e eu nunca serei uma consorte, ainda tenho orgulho. Só serei esposa ou solteira. Até mais Tom Riddle.
_ Sou Vold
_Tchau, Tom.- Abro a porta e bato ela.
Que mané Voldemort, só me faltava essa, ser a uma concubina. Que século que ele vive? Nunca serei concubina, consorte ou que ele quiser que eu seja.
Quero ser esposa e não dele.
Vou para o quarto que eu peguei e me jogo na cama fofa e durmo pensando em nada.
───※ ·❆· ※───
5 de julho de 1992:
Acordo de manhã e olho para os lados e a sensação de ser observada se foi. Só faltava ter um olho de águia dentro do meu quarto.
Me levanto da cama e começo a procurar e eu acho o olho debaixo dos mesa de cabeceira.
Esse olho tinha a função de observar pessoas sem que elas percebessem, mas como eu tenho uma ligação fortíssima com o outro mundo eu posso sentir de vez em quando a assinatura mágica de artefatos mágicos.
_ Dixy?- Chamo o elfo e ele aparece ao meu lado.
_ Bom dia senhorita, o que a senhorita precisa?
_ Eu preciso de roupas e entregue isso ao seu senhor.
_ Irei fazer isso imediatamente.- Disse fazendo uma mesura.
Vou até o banheiro e retiro a camisola e a calcinha, jogo a calcinha no cesto de roupa suja e cheiro a camisola, o cheiro de perfume masculino estava impregnado na minha camisola, me fazendo lembrar dessa madrugada.
O cheiro era bom e me acalmava, parecia calmamente e aquilo me enlouquecia, eu desejava Tom Riddle.
Coloco ela dentro do cesto e vou até o chuveiro abrindo o registro e me enfiando embaixo do chuveiro.
Imagens de ontem vinham na minha cabeça me fazendo suspirar em desordem. Só de lembrar me sentia quente.
Saio do chuveiro depois de alguns minutos e pego a toalha dentro do móvel e me enrolo nela. Saio do banheiro e vejo um vestido tubinho verde com uma pequena f***a em uma das pernas, com alças finas.
Por que eu tinha a sensação que esse vestido tinha dedo de Tom? i****a, se eu tivesse outra roupa eu nunca usaria isso.
Coloco a toalha na cabeça e pego a calcinha e sutiã sem alça verde e os coloco. Tiro a toalha da cabeça e deixo ela na cama e seco meus cabelos vendo eles cheios, se eu tivesse minha varinha....
Algumas coisas eu fazia sem ajuda de varinha, mas certas coisas eram difíceis demais sem varinha.
Pego o vestido e o coloco, vendo que o mesmo ficou apertado nas coxas e no b***o.
Mas até que não ficou vulgar, pego meus cabelos e os penteio, fazendo um coque sem elástico e volto no banheiro para escovar os dentes e passar um perfume que estava no banheiro.
O mesmo era bom, sensual mas sem ser enjoativo.
Escovo os dentes e vejo no espelho marcas roxas e vermelhas no meu pescoço, aquilo era a prova dos nossos beijos de ontem. Dou de ombros e desço para tomar café da manhã. Entro na sala de jantar e digo:
_ Bom dia.- Me sento na cadeira branca e eu o olho.
O mesmo vestia uma camisa social preta com dois botões abertos me fazendo desejar ver mais. A blusa estava apertada em seus músculos e eu penso neles me apertando ontem.
Seus olhos vermelhos me analisavam e eu apenas fazia a mesma coisa, sua calça social estava apertada e eu aposto que foi pedido dele. Filho da mãe.
_ Bonita as marcas.- Disse sobre meu pescoço.
_ Obrigada.- Debocho e faço um feitiço para camuflar as marcas e começo a comer.
_ Você está no jornal, Dumbledore realmente aprecia muito sua ajuda.
_ Se eu não soubesse disso você não estaria aqui.- Digo pegando o jornal de suas mãos e ele me olha como se fosse me m***r.
Como se ele pudesse.
Leio a matéria e era apenas Rita Skeeter falando que talvez o Lorde das Trevas já esteja entre nós e que eu estaria morta. Quase fui mesmo.
_ Quando terminar de ler me devo..- Devolvo para ele continuou comendo.
_ Devolvi.- Sorrio para ele.
_ Quero saber mais de algumas coisas então não vá embora quando terminar.
_ Que coisas? Do futuro eu presumo.
_ Sim.
_ Tenho que pensar para lhe fala algumas coisas, ou você tentará m***r seus Comensais e não queremos isso.
_ Estou de acordo.