capítulo onze

3085 Palavras
02 de janeiro de 1992: Hoje seria o dia que eu contaria algumas coisas para Voldemort ou Tom, não, Tom era bonito. Voldemort era a cobra. Paro de pensar em coisas adversas e entro no trem. Mamãe não pôde me levar para a estação, um inquilino trouxa inundou um apartamento e mamãe teve que ir correndo para Escócia. Mamãe cuidava dos negócios da família, enquanto meu tio estava na prisão. Já que meu tio era o mais velho da família Lestrange e como papai estava impossibilitado de ajudar pelo mesmo motivo do meu tio, quem ficou com as finanças e essas coisas, foi mamãe. Ela administrava bem as propriedades, mas antigamente ela nem sabia o que era livro caixa. Mamãe me ensinava a administração, para caso eu me casasse com alguma pessoa de posses. Vou andando vendo onde o Quirino estava e eu vejo que o mesmo estava falando com Voldemort. Bato na porta e entro. _ Senhorita Lestrange.- Sorriu o homem._ O que eu posso fazer pela senhorita?- Entro na cabine e fecho a porta, coloco minha mala na prateleira e me sento em sua frente. _ O senhor nada, eu poderia conversar com Voldemort?- Ele ficou pálido e se assustou._ Eu sei seu segredo professor, sempre soube. Ele tentava achar palavras mas não conseguia. Por fim ele respirou fundo e se levantou indo abaixar a cortina da porta da cabine. Ele tirou o turbante e eu vejo o Voldemort e o mesmo me olhou desconfiado. _ Como vai Voldemort?!- Digo sorrindo. _ Estou atrás de uma cabeça, o que você acha? _ Seu senso de humor é incrível.- Eu queria parar de rir, mas foi tão engraçado._ Me desculpe, não queria rir do senhor. Bom eu venho aqui para falar algumas coisas. _ Que seria? _ Eu sei onde a pedra filosofal estará e sei como lhe devolver um corpo, mas para isso o senhor tem que acreditar em mim. Igual Tom acreditou. _ Não escuto esse nome a bastante tempo. _Eu conversei com ele sobre fazer seu corpo e ele até mesmo me serviu como modelo. Se quiser eu posso lhe mostrar o desenho do seu corpo. Já que o senhor precisará de mim. _ Não me chame de senhor, faz me sentir velho. Me chame de você. _ Não queria ser m*l educada com você. _ Não foi, como a senhorita irá me ajudar? _ Eu pesquisei formas de lhe trazer um corpo e eu achei um jeito. Preciso de sangue e saliva de uma virgem, no caso seria eu, uma Horcrux que será o diário e a pedra filosofal.- E o Quirino, seu receptáculo, mas eu não queria fazer o homem ficar com medo._ O senhor irá morrer nesse corpo e irá acordar no corpo feito por mim. _ Mas se for assim, por que motivo você precisava de um modelo? _ Apenas a virgem pode fazer seu corpo, por isso que eu precisava de uma foto ou sua memória.- Digo olhando para o céu, estávamos na parte oposta da estação _ Entendo, poderia me informar como descobriu que eu estava atrás da cabeça de Quirino? _ Como você me disse antes, isso é segredo.- Sorrio para ele._ Mas lhe contarei quando você tiver um corpo descente e isso não irá demorar muito. Bocejo colocando a mão na boca e eu coço meus olhos, estava com sono, não dormi muito bem a noite, pesadelos constantes vinham me assombrar, para me lembrar do ocorrido daquele dia. _ Está cansada, por que você está cansada? _ Tive pesadelos a noite, não consegui dormir muito bem depois disso. Irei dormir um pouco, quando chegarmos em Hogwarts você poderia me acordar?- Digo encostando a cabeça na parede. _ Antes de dormir, a senhorita poderia me dizer como sabe de tanta coisa sobre mim? _ Segredo, um dia eu lhe conto. Fecho meus olhos e começo a pensar em uma vida totalmente diferente. Uma casa bem iluminada, uma menininha correndo pela casa e uma risada de bebê ao fundo. Eu estaria sentada em um sofá lendo alguma coisa, enquanto meu marido me fazia uma massagem nos ombros. Mas eu também imaginava aquilo tudo sem um marido. Eu não precisava de um homem para me fazer feliz, eu poderia ser feliz sozinha ou com filhos de uma possível adoção. Era um vida boa em meus sonhos. Enquanto eu dormia feliz, Quirino e Voldemort conversavam. _ O que você acha? Ela não parece estar mentindo.- Quirino disse vendo o trem começar a andar. _ Essa menina é um caixinha de surpresa. Ela esta fazendo um trabalho excepcional enquanto nós corremos em círculos. Guarde minhas palavras Quirino, essa menina será uma peça fundamental para minha vitória. _ S-se o senhor a-acha eu não posso discordar.- Disse gaguejando._ O que você vai fazer c-com ela depois que a usar? _ Nada, ela não merece a morte. Ela não me fez nada. Por que eu a mataria sem em uma razão? _ P-porque ela sabe seu segredo. _ Mas ela nunca revelou. Ela nos enganou Quirino e ela esta engando Dumbledore, só quero ver a face do velho quando ele descobrir que as cobrinha domada dele, deu um bote e ele nem mesmo percebeu. Quirino não falou mais nada, apenas começou a enrolar seu turbante na cabeça e começou ver o tempo passar. Ele não tinha nada para fazer e a sua companheira de cabine dormia serenamente. O tempo passou e alguns flocos de neve começaram a prender no chão. Alguns caiam na janela fazendo que Quirino as olhasse atentamente. Como se fosse persegui-las até que elas derretesse. Tessa coçou os olhos e os limpou e viu o professor olhando atentamente para fora. Ela se endireitou e olhou o tempo frio ao lado de fora e sorriu. _ Ainda não dei parabéns a você.- Digo olhando para os flocos de neve. _ Meu a-aniversário não passou ainda.- Disse o professor me olhando. _ Estava falando com Voldemort, o aniversário dele passou, foi no dia 31. _ E-eu não sabia.- Disse envergonhado. _ O senhor faz em janeiro não é?- Ele concordou._ O que quer de aniversário? _ Apenas que o Lorde vença a guerra. _ Comigo estando ao seu lado ele vencerá, acredite em mim e você morrerá em paz. _ E-eu vou morrer?- Estava assustado. _ Desde que você aceitou o seu senhor em seu corpo, seu destino já estava escrito, o senhor morrerá. Mesmo com a remoção da pequena alma de Voldemort. _ E-entendo, obrigado por me avisar. E-eu v-ou usar meu restante de vida para fazer algumas coisas que eu gosto. _ Como por exemplo? _ Talvez plantar uma árvore ou vê o céu estrelado embaixo da árvore do Lago n***o. _ Ver o céu estrelado e madrugada é deslumbrante. Eu via com meu pai quando o mesmo estava solto. O mesmo me ensinou a ver as constelações e até mesmo me deu telescópio de presente. Que pena que ele estragou e teve que jogar fora. _ Você gosta de estrelas? _ Sou fascinada pela noite ou a galáxia em si. Sempre via documentários e lia livros sobre esse assunto. _ O-o que mais a senhorita gosta?- Era uma perguntava nada comum. _ Gosto da cor azul, do frio, das estrelas, de chocolate, livros de mistério e suspense. Gosto de estudar, escutar as cigarras e grilos cantar. Acho que falei de mais e o senhor, o que o senhor gosta? _ D-de tranquilidade.- Disse sorrindo, ele não era uma pessoa r**m, só estava no lugar e hora errada. O trem chegou e eu me levanto pegando a minha mala, dou tchau para o professor e saio da cabine, entrando no tumulto da saída. Vejo as carruagens e entro em uma e Calima, Connor e Alicia estavam na carruagem. Dois Grifinórios e um Lufano que ótimo. _ Boa noite.- Digo educada. _ Pensei que não falaria mais conosco.- Debochou Connor. _ Diferente de vocês eu tenho educação.- Sorrio para a face vermelha do garoto. _ Você mentiu.- Disse Calima. _ O que eu menti?- Digo a olhando e a carruagem começou a andar. _ Mentiu quando falou que estava namorando, ninguém iria querer você. Uma antisocial. A olho de cima a baixo e seus cabelos loiros era a única coisa que destacava ela entre os outros. Sua face era normal e não tinha nenhum atrativo para descreve-la. _ Eu não menti, ele se chama Tom, Tom Marvolo Riddle. Tem vinte e cinco anos e olhos deslumbrantes, quer que eu dê uma descrição?- Ela bufou e virou o rosto, por Merlim quem namoraria Tom Riddle? Apenas tia Bella, será que ela vai ficar com ele ainda? Será que ela vai largar o tio Rodolfo para ficar com Tom? Ou esse futuro será diferente por causa da minha intervenção? Eu já li vários livros de viagem ao tempo e todos eles a mudança é gigantesca, mas tudo dá certo no final. Eu só esperava que isso também acontecesse no mundo real. _ Eu quero saber a descrição dele.- Disse Alicia, uma menina com cabelos castanhos avermelhados e tinha algumas sardas no rosto. Todos pensavam que algum Weasley pulou a cerca. _ 1,87 de altura, ombros largos, olhos castanhos quase verdes, cabelos assimétricos, mas sempre um cacho sai do lugar e cai em sua testa. Bochechas acentuadas, pele branca mas não aquele branco doente. Lábios carnudos que sempre dá vontade de beija-los. Sombrancelha que parecem duas espadas. Quer saber algo mais?- Todos ficaram me olhando como se uma melancia tivesse na minha cabeça. _ Não.- Disse envergonhada._ Você arrumou um pretendente bonito.- Bonito? Apenas isso? _ Obrigada, demorou mas eu consegui.- Consegui o que? Um namorado psicopata, sociopata, manipulador, persuasivo, possessivo e sádico? Não muito obrigada eu prefiro meu travesseiro. Chegamos em Hogwarts e eu desço da carruagem e sigo para o Grande Salão, minha mala já estaria dentro do meu quarto uma hora dessas. Sento no meu lugar costumeiro na mesa e espero os alunos chegarem para que o banquete fosse servido. Até hoje não eu sei como os elfos conseguem fazer um banquete espetacular em pouco tempo. Eles são Deuses da comida e eu não estava sabendo? _ Olha quem está aqui, pensei que estaria na mesa da Grifinória uma hora dessas.- Zombou Gemma que se sentava ao meu lado. _ E eu pensando que eu já estava nela.- Sorrio azeda para ela. _ Seu senso de humor melhorou muito. _ Meu azar também.- Digo olhando o Grande Salão se encher._ Será seu último ano, não é? _ Graças a Merlim, vou trabalhar no ministério e você? _ Tenho uma vaga garantida. _ Que sorte, eu também tive mas por conta do meu pai que chorou aos pés do ministro. _ Eu teria gostado de ver essa cena. _ Eu também.- Sorriu. _ Boa noite a todos.- Disse Dumbledore._ Mais um ano se inicia e novas esperanças crescem para nosso mundo, hoje eu quero apenas falar: balinhas de caramelos é um babuíno bobocas balbuciando em bando. Alguns riram e outros apenas balançaram a cabeça em negação, ele deu bom apetite e o banquete encheu nossa mesa e eu como pessoa educada já pegava e brigava com meus companheiros de casa para pegar o último pedaço da lasanha de calabresa ou um frango frito. _ Solte ou lhe mato.- Disse Vaisey me olhando como se realmente fosse me m***r. _ Eu estou com a minha varinha em mãos.- Mexo meu pulso e minha varinha estava na minha mão._ Solte ou lhe faço voar. _ Isso não vai ficar assim, Lestrange. Seus dias estão contados.- Guardo a minha varinha. _ Derrick mima seu namorado ou ele vai me m***r de noite.- Digo partindo a lasanha. _ Não posso fazer nada.- O garoto deu de ombros. _ Oh não, irei morrer.- Digo me fazendo de coitada e todos riram. _ A rainha do azar fez todos rirem? Irá chover.- Disse Cristal. _ Já está chovendo.- Falou Liz. _ Até o tempo sabe que isso é um milagre.- Concordo com Cristal._ Olha, bilhetinho de Dumbledore chegando em 5,4,3,2,1... Chegou.- Pego a borboleta e leio o que ele queria comigo. Se eu me lembro bem foi hoje que ele iria me falar que Harry iria aprontar alguma coisa e era para estar ao seu lado. Perfeito. Leio o bilhete e apenas dizia que ele queria falar comigo depois de comer. Dobro o papel e coloco no bolso da capa e olho para o pessoal que me olhava. _ Dumbledore?- Perguntaram e eu aceno com a cabeça. _ O que esse c***a velha quer com você? Sempre lhe chamando, ele te faz de escrava e você não percebe.- Disse Liz balançando a varinha e Derrick retira a varinha de sua mão._ Ei. _ Não queremos uma guerra.- Disse sorrindo. Olho para minha comida e termino de comer, depois pego o guardanapo e limpo minha boca me levantando. _ Boa noite a todos. _ Boa noite.- Responderam e eu fiquei estática, era a primeira vez que eles me respondiam. Saio do Grande Salão sorrindo e uma sensação boa nasceu em meu coração. Vou até o gabinete do diretor e subo a escada que já estava exposta. Bato na porta e Dumbledore me pediu para entrar. Abro a porta e a fecho logo em seguida. _ Olá a todos.- Digo para os quadros que sorriram ao me ver._ Boa noite professor Dumbledore. _ Boa noite, senhorita Tessa. Como foi o recesso? _ Foi bom, eu descansei um pouco com a minha mãe.- Digo me sentando na cadeira. _ Bom, lhe pedi que você viesse por causa de Harry. _ Aconteceu algo com ele?- Digo preocupada. _ Não, não se preocupe. Mas Harry descobriu algo sobre a pedra filosofal e Tom. _ Tom? Dino Thomas?- Franzo testa. _ Não, o nome de Voldemort é Tom. _ Bem comum para o Lorde das Trevas. _ Mas seu poder não é comum.- Disse ele pensativo._ Ele está em Hogwarts... _ O que?- Digo assustada._ Como? Hogwarts não é o lugar mais seguro do mundo?- Zombo, mas ele não percebeu. _ Não se preocupe, Voldemort está fraco e podemos vence-lo. _ Graças a Merlim. _ Mas o que eu te trouxe aqui é que Harry está em perigo e eu quero que você vá onde ele for. Eu acho que ele vai te chamar e eu quero que você vá. _ Claro, irei com certeza. Tudo para o bem maior.- Uma frase de Grindelwald. _ Sim, tudo para um bem maior. _ Se é só isso, eu tenho mais algumas coisas para fazer antes do toque de recolher. _ Claro, pode ir. _ Obrigada e até mais.- Me levanto da cadeira e saio da sala indo até o sétimo andar. Vejo a parede da sala precisa e eu sorrio para ela. Ando três vezes ao seu lado e a porta aparece. Abro a porta e o lixão ou achados e perdidos pode ser visto. _ Você chegou!- Veio até a mim e grudou na minha bochecha como se tivesse me abraçando. _ Pensei que você tivesse comigo. _ Eu estava, fiquei três dias na sua casa e depois eu fui ver o mundo, Paris é muito bonita. _ Me largou por causa de Paris.- Balanço a cabeça em negação e vou até o armário sumidouro. _ O que você vai fazer aqui? _ Duplicar.- Sorrio abrindo a f***a do d***o e retiro as duas caixas. Me sento no chão e coloco as caixas no mesmo. Abro elas e vejo as Horcrux. _ Olá Horcrux, sentiram minha falta?- As Horcrux deram sinal de vida e parecia que elas estavam concordando._ Farei uma duplicata, sejam bonzinhos. Pego a minha varinha na manga e pego o diário e o vejo, tentando gravar como era o original. Olho paro um lado e vejo uma cadeira, me levanto e a pego. Coloco o diário na cadeira e digo: _ Exemplum.- Falo fazendo uma duplicata do diário e o falso estava no chão. Olho mais uma vez ao meu redor e pego uma pena e tento achar uma tinta. E escrevo no diário falso e a tinta não sumia, m***a. Abro a travessia do anjo e chamo Luigi. _ Diga, meu bem.- Luigi sorriu aparecendo no portal. _ Eu preciso de um livro que faça uma duplicata de Horcrux. _ Eu sei de um perfeito, espere um minuto. Eu acabei descobrindo que Luigi era o conhecimento, e tinhas outras pessoas como amor, sorte, loucura e guerra. E eram todos irmãos de Merfina. _ Aqui está minha bela rainha, como vai?- Disse falando para Kalira. _ Vou bem, senhor Conhecimento.- Ela voava em forma de uma bolinha. _ Me chame de Luigi da próxima vez, até mais.- Fechou a travessia. _ Ele é legal. _ Sim.- Me sento no chão e começo a olhar o sumário do livro. O livro se chamava " Livro das Horcrux." O sumário não era muito interessante e apenas dizia sobre como era a Horcrux, como fazia e no final da página estava o que eu queria. Duplicação de Horcrux.... 135 pág. Começo a achar a página e a mesma tinha uma quantidade absurda de magia n***a saindo de seu capítulo. Parecia que o livro era uma Horcrux, mas de quem? ╭┉┉┅┄┄┈•◦ೋ•◦❥•◦ೋ• Para duplicar uma Horcrux com o mesmo poder e assinatura mágica é só dizer para a duplicata do objeto "Duplici Exemplari" •◦ೋ•◦❥•◦ೋ•┈┄┄┅┉┉╯ Me levanto do chão e guardo o livro na f***a do d***o e aponto minha varinha para o diário duplicado. _ Duplici Exemplari.- Uma luz avermelhada saiu do diário e a tinta sumiu e uma palavra apareceu. E eu quase dei um grito de alegria. Pego a taça de Helga e a coloco na cadeira e a duplico, e faço a duplicação de Horcrux. E a última foi o diadema. Faço duas caixas iguais e coloco o diadema falso em uma e a coloco em cima do armário sumidouro. Pego a taça e o diário falso e os coloco dentro da outra caixa, essa eu deveria entregar Caspra. Harry quando chegar a hora vai procurar as Horcrux e vai achar, apenas Horcrux falsas. Eu sou uma gênia. Guardo a outra caixa dentro da f***a do d***o e começo a guardar as verdadeiras Horcrux dentro da caixa. Faço um x nas duas caixas e a coloco dentro da f***a do d***o. Saio daquele lugar e vou para meu salão comunal.
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