SOBREVEIO À TARDE E DEPOIS A MANHÃ: O SEGUNDO DIA - final

1758 Palavras
A jovem nissei gozou gostoso, os dois gemiam como loucos, Yan gozou em sua x**a e caiu na cama. O jovem ficava olhando para ela, dizendo que fazia tempo que não comia carne de primeira como ela, novinha feito boneca e logo o p*u ficou duro novamente. Yan ficou deitado e Luz sentou por cima, agachada bem arreganhada pra ele ver o p*u entrando em sua x**a. Ele, um entregador freelance mas bem gostoso, metia como louco e ela, uma patricinha com tudo o que o dinheiro podia comprar, estava adorando esfregar a x**a naquele p*u e gozou como louca. — Ah, Yan, você é incrível — suspirou Luz, sentindo o orgasmo explodir dentro dela. — Não pare, por favor. — Eu não vou parar, minha v***a — respondeu ele, com um sorriso malicioso. — Vamos gozar juntos. Durante duas horas, sem intervalo, ele a fez se sentir a mulher mais amada do mundo, e ela fez com que ele se sentisse o homem mais desejado dentre todos os demais da face da terra. Ao final daquela sinfonia de corpos, dormiram abraçados em meio aos raios e trovões que estrondavam os céus. No domingo, quando o dia amanheceu, acordaram com seus corpos ainda nus, sendo banhados pelos raios dourados do sol de um quente dia de verão, como se a tempestade do dia anterior nunca houvesse existido, e o universo inteiro tivesse abençoado essa relação. Tomaram banho juntos e enquanto ele ensaboava as costas dela, dizia para ela que aquela foi a melhor noite de sua vida. Ela dizia a ele que aquela também havia sido sua melhor noite, pois homem nenhum despertou nela a sensação de esquecer que é mulher e virar uma fêmea da espécie, se entregando instintivamente ao sexo imoral. Yan abraçou-a por trás, deixando o desejo que ele sentia por ela, roçar em suas nádegas. Luz excitada encostou o rosto na parede, empinou sua traseira e entregou-se sem pudores, para o jovem rapaz. Amaram-se mais uma vez, ali mesmo no banho, onde ela se deixou sodomizar, gritando alto e tremendo todo o corpo, quando atingiu um orgasmo que chegou próximo ao êxtase. Eles então recomporam-se, se vestiram, dividiram o valor do pernoite e foram embora. Após uma agradável jornada pela estrada, deixaram para trás o conforto do hotel e mergulharam na cidade de Aracaju, imersos na atmosfera do bairro onde ela residia. Yan, gentil como sempre, conduziu-a até a porta de sua casa, notando com surpresa que a distância entre suas residências era mínima, apenas cerca de 200 metros. A despedida foi marcada por um beijo furtivo, carregado de cumplicidade, típico dos momentos em que as garotas preferem manter seu envolvimento romântico em segredo, longe dos olhares curiosos. Com um aceno discreto, ela atravessou o portão, adentrando seu lar com um sorriso nos lábios, pronta para compartilhar os detalhes da jornada com sua mãe antes de recolher-se ao quarto para descansar. Ao despertar, a mente ainda ecoava os eventos da noite anterior. Ela buscou refúgio nas páginas de um livro, tentando em vão concentrar-se nos estudos. Contudo, sua mente teimava em retornar àquela experiência singular, questionando-se sobre a ousadia de ter se envolvido com um desconhecido. Cada palavra do texto parecia se desvanecer diante do turbilhão de pensamentos que a assaltava, deixando-a em um estado de inquietação latente. Enquanto isso, Yan havia acabado de chegar e dar um forte abraço em sua avó, mostrando algumas coisas que ganhou e comprou no caminho de volta até sua casa, e começou a conversar com ela para matar a saudade. Mas por mais que estivesse tentando manter um diálogo com sua avó, ele só pensava: “onde aquela mulher maravilhosa estava escondida todo esse tempo, que não havia aparecido em minha vida antes?”. E por mais que ambos tentem achar uma resposta, uma coisa é certa: aqueles foram os dois dias mais marcantes da vida de cada um deles. Os dias seguintes foram um turbilhão de emoções. Luz sentia-se dividida entre a culpa por ter se entregado a um desconhecido e a excitação de ter vivenciado algo tão intenso e libertador. Ela passava horas refletindo sobre cada detalhe, cada toque, cada suspiro compartilhado. Yan, por sua vez, estava em um estado de constante agitação, ansioso para reviver aqueles momentos e descobrir o que o futuro reservava para eles. No trabalho, Yan m*l conseguia se concentrar. Suas mãos, que antes eram ágeis e precisas, agora tremiam ao pensar em Luz. Ele se pegava olhando para o vazio, imaginando-a ali, ao seu lado, sorrindo para ele. A cada entrega, ele se perguntava se algum dia cruzaria novamente com ela, se aquele encontro fora apenas um sonho ou se havia uma chance de que algo mais profundo pudesse surgir. Luz, por outro lado, estava imersa em uma rotina de estudos e tarefas domésticas, mas seu coração estava longe. Ela se via repetindo as palavras de Yan, revivendo cada carícia, cada beijo. Suas noites eram preenchidas por sonhos eróticos, onde os dois se encontravam novamente, perdidos em uma dança de prazer e desejo. Acordava suada e ofegante, com o corpo ainda pulsando de excitação. Uma semana se passou, e a distância entre eles parecia insuportável. Yan, desesperado para reencontrar Luz, decidiu tomar uma atitude. Ele não sabia onde ela morava exatamente, mas lembrava-se do bairro. Resolveu, então, fazer um passeio por São José, na esperança de cruzar com ela. Dirigiu lentamente pelas ruas, olhando para cada rosto, cada figura, na tentativa de encontrar a mulher que havia marcado sua alma. Luz, por sua vez, estava sentada em um café do bairro, tentando se distrair com um livro. Seus olhos, porém, não conseguiam focar nas palavras. Estavam fixos na porta, esperando, esperando por algo, por alguém. De repente, um furgão azul-marinho parou na rua. Seu coração disparou. Ela reconheceu imediatamente o veículo e, com ele, a esperança de que Yan pudesse estar ali. — Luz — disse Yan, aproximando-se do café com um sorriso de alívio. — Eu sabia que você estava aqui. — Yan — respondeu ela, levantando-se e correndo para abraçá-lo. — Como você me encontrou? — Foi o destino, Luz — disse ele, segurando-a pelos ombros. — Eu não poderia deixar de te encontrar. Eles se sentaram juntos, conversando sobre os dias que se passaram, compartilhando suas dúvidas, seus medos e suas esperanças. A conexão entre eles era palpável, como se o tempo e o espaço não pudessem separá-los. — Eu não consigo parar de pensar em você, Luz — confessou Yan, tomando a mão dela. — Aquela noite foi a melhor da minha vida. — Para mim também, Yan — respondeu ela, com os olhos brilhando. — Mas eu fiquei com medo de que nunca mais te veria. — Eu também — disse ele, aproximando-se para beijá-la. — Mas aqui estamos, juntos novamente. Eles passaram horas juntos, revivendo cada momento, cada toque, cada suspiro. A paixão entre eles era inegável, e a promessa de um futuro juntos parecia cada vez mais real. Decidiram, então, que não deixariam mais o destino interferir. Fariam de tudo para estarem juntos, para explorar cada desejo, cada sonho, cada fantasia que surgisse entre eles. Nos dias que se seguiram, Yan e Luz se encontraram sempre que podiam. Seus encontros eram marcados por uma intensidade e uma paixão que nunca diminuíam. Cada vez que se viam, era como se fosse a primeira vez, como se o desejo entre eles nunca tivesse sido satisfeito. Eles exploravam cada centímetro do corpo um do outro, descobrindo novos pontos de prazer, novas maneiras de se excitarem mutuamente. Em uma das noites, Yan sugeriu que fossem para um lugar mais isolado, onde pudessem se entregar completamente ao desejo sem medo de serem interrompidos. Eles foram para uma cabana na beira de um rio, cercada por árvores e pela natureza exuberante. A cabana era simples, mas aconchegante, com uma cama grande e confortável no centro do quarto. — Este lugar é perfeito, Yan — disse Luz, olhando ao redor com um sorriso. — É como se estivéssemos em nosso próprio mundo. — E é isso que eu quero, Luz — respondeu ele, aproximando-se por trás e envolvendo-a em um abraço. — Um mundo só nosso, onde possamos ser quem realmente somos. Eles se despiram lentamente, aproveitando cada toque, cada carícia. Yan beijou o pescoço de Luz, descendo até os ombros, as costas, as nádegas. Ela gemia de prazer, sentindo o corpo todo arder de desejo. Quando ele a virou de frente, seus olhos se encontraram, e foi como se o tempo parasse. Ele a ergueu nos braços e a levou até a cama, onde a depositou com suavidade. — Eu quero você, Yan — sussurrou Luz, puxando-o para cima dela. — Quero sentir você dentro de mim. Yan não precisou de mais incentivo. Ele a penetrou lentamente, sentindo cada centímetro dela envolvê-lo. Eles se moviam em perfeita sincronia, como se seus corpos tivessem sido feitos um para o outro. Cada estocada era uma explosão de prazer, cada suspiro uma promessa de mais. — Mais forte, Yan — pediu Luz, sentindo o orgasmo se aproximar. — Eu quero sentir você profundamente. Ele obedeceu, aumentando o ritmo e a intensidade das estocadas. Luz gritava de prazer, sentindo o corpo todo tremendo, à beira do êxtase. Quando finalmente atingiu o orgasmo, foi como se o mundo ao redor tivesse explodido. Cada músculo do seu corpo se contraiu, e ela sentiu uma onda de calor invadir sua alma. Yan, vendo-a gozar, também se deixou levar pelo prazer. Ele gozou dentro dela, sentindo cada gota de seu desejo ser esvaziada. Eles ficaram ali, entrelaçados, sentindo os corpos se acalmarem, os batimentos cardíacos voltarem ao normal. — Isso foi incrível, Luz — disse Yan, beijando-a suavemente. — Você é incrível. — E você também, Yan — respondeu ela, sorrindo. — Eu nunca senti nada igual. Eles ficaram ali, abraçados, por horas, conversando sobre o futuro, sobre os sonhos e as esperanças. Sabiam que o caminho não seria fácil, que enfrentariam desafios e obstáculos, mas estavam dispostos a enfrentá-los juntos. A paixão entre eles era forte demais para ser ignorada, e a conexão que haviam descoberto era profunda demais para ser rompida. Nos dias seguintes, Yan e Luz continuaram a explorar sua relação, descobrindo novos prazeres e novas maneiras de se conectar. Eles se encontravam em lugares isolados, onde podiam se entregar completamente ao desejo, sem medo de serem interrompidos. Cada encontro era mais intenso que o anterior, cada carícia mais profunda, cada beijo e assim começou uma história que parecia não ter mais fim.
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