Capítulo 2

1344 Palavras
Gerard não devia estar ali era para ter ido embora assim que servir o bolo mas o balanço hipnótico de Vivian colocou na cadeira acompanhava-lhe os movimentos desde quando entrou na igreja de braços dados como um cara alto e barbudo que a secava sem nenhum pudor viu ela revirar os olhos para o discurso clichê do padre e sorrir quando Margarete e Alfredo trocar os votos que os dois escreveram E mesmo depois que ela foi a sua amiga lembrar do quanto dos tempos de escola era odiosos e ela uma escrota Gerard não prestou atenção em mais nada além daquele corpo estrutural. Quando a banda fechou a noite expulsando a da pista de dança depois de muitos momentos performáticos Gerard se levantou pronto para partir mas Vivian parecia tão perdida recolhendo os pertences espalhados pelo salão e ele acabou ajudando. Não deixava dirigir naquelas condições era o Prudente a fazer assim como esperar o motorista de aplicativo no apartamento dela era uma questão de segurança mas a prudência é segurança foram para o saco quando Vivian o pediu para ficar e puxou ele a gravata hoje tão perto que sentia ali o hálito doce convidando para provar a boca pintada em roxo. E foi isso que fez e no segundo que tocou dos lábios a razão abandonou e uma febre invadiu-lhe o corpo e agora ele era só sentidos o cheiro cítrico a pele quente o gemidos roucos o gosto doce as curvas de violão tudo nela fazia o volume em suas calças latejarem ainda mais. Sem deixar de beijá-lo ela puxou em direção ao quarto desviando dos móveis que se amontoavam no pouco espaço do apartamento no cômodo Vivian acendeu a luz abriu os botões da camisa como ele abria sutiãs e chamou as mãos pequenas em seu peito O toque quente marcando ele pele como ferro em brasa ela foi descendo arranhando seu abdômen com as unhas longas e esmaltadas e desafevelou o cinto depois abriu o botão da calça e sem cerimônia tomou-lhe a ereção entre as mãos. Ele soltou um gemido visceral e o sangue se transformou em lava arqueou a cabeça para trás e ainda assim viu lhe o sorriso de diaba ela sabia o poder do seu toque e estava adorando fazê-lo perder o controle. Veja se aproximou ainda mais ainda via espaço entre eles e sem deixar de pôr fogo em suas calças tirou-lhe os óculos colocando em cima de uma cômoda abarrotada de produtos de higiene e beleza. Outra vez Vivian yu-gi-oh puxando em direção à cama cada passo deixava mais próximo do paraíso Mas então ela parou e Gerard foi arrancado do Nirvana sem aviso prévio. “Merda!” Ela praguejou. Atordoado a viu-se abaixar para juntar as roupas espalhadas na cama fazer uma trouxa com um lençol e atirar o resultado no chão avisando o corpo inclinado lhe trouxe a insinuação número 4 a memória e seu m****o pulsou. Quando ela ia se erguer Gerard assegurou nesta posição E aproveitou para descer o zíper vestido fazendo com a língua o mesmo caminho do feixe estava na hora de empatar o jogo não que do outro jeito não estivesse ótimo o vestido tomara que caia desceu ali até a cintura e Gerard tumor nos s***s apertando os m*****s em tu Messias ela ficou de joelho na beirada da cama colocou o quadril na sua ereção movendo-se sensualmente e o gemido dos dois se misturaram. Terminou de desfile do vestido e a deixou só com calcinha de renda preta deitou-a e ficou por cima tomando de rosto entre as mãos e beijando com a paixão que desconhecia Aline se agarrava ele correspondendo com o mesmo fervor e soltando gemidos que ecoavam no seu m****o ereto. ainda com os lábios colados aos dela desceu a lingerie devagar e sentiu-lhe o sexo úmido queria prová-la não era algo que fazia com frequência e nem com tanta habilidade mas precisava sentir o sabor dela com uma nota de hesitação deixou-lhe a boca e pousou os lábios na borboleta colorida tatuada do lado direito da barriga Lisa a língua foi descendo até o triângulo de pelos sedosos e quando tocou a carne tema Vivian arqueou o quadril ansiando por mais. “Aí, Gerard…” Vivian tinha um gosto único um sabor que eu fazia querer mais e mais ele intensificava a carícia enquanto ela se mexia a fava e quase ele arrancava os cabelos até que o corpo dela funcionou e se desfez em sua boca. Ainda ofegante Vivian puxou para cima e lhe deu o beijo que o fez esquecer onde estava o seu nome tudo aquela mulher sabia como usar a língua ela terminou de despilo se afastou por um segundo voltando como preservativo e outra vez Gerard de se sentiu abandonado sem o calor dela. Vivian rasgou a embalagem e colocou a camisinha e quando estava prestes a montar nele Gerard a deteve. “Fica de quatro.” Ela deu um sorriso deliciosamente pervertido e atendeu ao pedido posicionando-se com o quadril arrebitado levantando ao limite e Gerard não se fez divulgado em cachorro corpo ao dela e mergulhou em seu sexo úmido e quente outra vez tomou nos s***s deliciando-se com a maciez deles enquanto a estocava Vivian pedia por mais agarrada a cabeceira da cama os nós dos dedos brancos e Gerard obedecia indo cada vez mais fundo até que ela gritou anunciando um novo orgasmo e ele a seguir explodindo de prazer. Ela murmurou rolando para o lado deitada de lado com o braço dobrado e a cabeça apoiada na palma da mão ela sorriu e continuou “Você mudou muito bem Girard” Gerard sorriu satisfeito sentindo o rosto esquentar não estava acostumada a receber elogios. Agora que o tiozão foi saciado um silêncio incômodo pousou sobre os dois Gerard não sabia se falava nem sobre o quê ou permanencia calado qual era o protocolo a seguir após o sexo casual não era um expert no assunto mas logo percebeu que era um único a quebrar a cabeça pois Vivian já dormia um sono tranquilo e menos inquieto ele se entregou ao cansaço do dia cheio. Eles adormeceram separados ocupando a ponta da cama mas logo seus corpos venceram a curta distância e sim os caras provando o quão forte era atração não adiantava resistir. {•••} O celular de Gerard despertou e ele pulou da cama por um minuto esqueceu onde estava mas o gemido de Vivian o situou. “Desliga essa porcaria!” Ela protestou cobrindo o rosto com o travesseiro. Ele catou o celular entre as roupas amontoadas aos pés da cama e o silenciou olhou a hora 8 horas da manhã chegou mentalmente e pensou que estava muito atrasado já desperto vestiu a roupa e virou-se para a mulher nua encolhida na cama o corpo landido o chamava e ele queria muito dizer sim. “Vivian, preciso ir.” Ela não respondeu apenas fez um legal com a mão ainda com o rosto coberto e Gerard arregalou os olhos sem saber seu comportamento de Vivian era fruto de ressaca do mau humo matinal ou ser apenas indiferença. “Você pode ao menos abrir a porta?” “A chave está no sofá Pode fechar e jogar um molho por debaixo da porta.” Ela respondeu a voz abafada pelo travesseiro. Gerard pegou os óculos em cima da cômoda e procurou a chave no sofá encontrando-a em cima da mesa da cozinha e saiu jogando a chave pela flecha da porta como vivem tinha mandado. Na rua chamou o motorista de aplicativo e consultou o relógio outra vez 8 e 12 Com certeza Carla já estava acordada e ele até podia vê-la batendo o pé com as mãos na cintura sua pousa preferida quando estava em paciente o motorista chegou e Gerard entrou no veículo ignorando o desejo de voltar ao apartamento e repetir os momentos da noite anterior. Está com Vivian tinha sido uma experiência incrível que não iria se repetir, ele tinha certeza.
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