Capítulo Dezoito

3233 Palavras
Harry tinha se resolvido com Kenji, o que era bom. Ele ficou de sentindo culpado pelas coisas que disse ao albino, no dia que descobriu a traição. E sinceramente eu fiquei feliz de ele ter se desculpado, Harry se tornou uma nova pessoa, e isso me agradava bastante. Ele se tornou uma nova pessoa, fora da empresa pois dentro dela, ele continua sendo o mesmo demônio que foi invocado para me atazanar durante o trabalho. Nesse momento estamos dentro da sala cedida para ele, Kenji e Liam vieram junto com Zayn, e estaria tudo bem, se não isso Harry achar que sou uma espécie de e*****o. Kenji se encontrava sentado no sofá junto com Liam, Zayn brincava pela sala e Harry estava junto com Archie e Dylan. Sim! Eu perdi, meu secretário! E descobri que ele me faz uma p**a falta, e preciso de um novo. Estava tudo normal, até Dylan entrar na sala e me olhar com seus lindos olhos castanhos, um sorriso torto nos lábios e isso denunciava que alguma coisa estressante aconteceu. — Oi Levi... — Disse me olhando, eu estava na minha mesa, de frente para o meu notebook. Levantei os olhos para os dele, suspira do derrotado e atrás dele entrou Archie, que também sorria de forma estranha. — O que aquele demônio fez? — Perguntei e pude ouvir, Kenji reprimir um riso. — Ele socou o diretor da outra empresa, os dois caíram na p*****a! — Dylan contou e eu vi, o quanto aquilo era divertido para ele. — Eles querem quebrar o contrato e o Harry mandou, você resolver. — Eu até faria, mas eu também entrei na briga. — Archie falou coçando a nuca meio que sem jeito. — Estão falando sério? — Eles confirmaram. — Vocês têm noção de que é a p***a de um contrato? Vocês têm noção de alguma coisa? Cadê o Harry? Eu vou m***r aquele demônio! Archie e Dylan saíram rapidamente da sala, olhei para a saída da sala e por ela Harry entrou, com a cara fechada, sentou na sua mesa e já me olhava. — Arruma isso! — Mandou quase em um rosnado. — Arruma isso? — Perguntei estressado. — Olha aqui Harry, eu sou seu secretário não sou seu e*****o não! Você e Archie que se virem eu não vou fazer essa m***a! — Archie e Dylan voltaram para a sala, e se sentaram ao lado se Kenji e Liam. — Vai sim! É meu secretário e eu estou mandando você fazer! — Disse sorrindo falso. — Você acha que eu sou o que? Eu estou resolvendo a m***a daquelas três lá, e você me vem com essa? Você SOCOU alguém, e acha que é só mandar eu resolver que está tudo pronto? Eu não sou seu sócio não! Eu sou um secretário Harry! SECRETÁRIO! — Disse irritado e pude ver ele revirar os olhos. — Para de drama Levi! — Harry falou sem realmente se importa, nossas, mas ficavam uma de frente para outra, eu o via realmente relaxado na cadeira, como se não importasse eu estar sendo explorado ali. E daí, se eu ganho nove mil libras? Harry continuou a me olhar como se estivesse achando divertido meu surto. — Olha aqui seu demônio, você se vira e arruma essa m***a! — Falei vendo-o negar com a cabeça. — Eu não vou pedir desculpas! — Disse me olhando. — Vai! Vai sim! Vai pedir desculpas e garantir que nada disso vai acontecer de novo, não me interessa se seu orgulho de alfa vai ser ferido, nem que você se ajoelhe nós pés dele, você vai se desculpar! — Não vou! — Teimou. Foi um momento de raiva, mas eu peguei o grampeador e acabei lançando contra ele, e esse demônio o pegou antes de atingir sua linda cara. — Já acabou? — Harry perguntou. — Harry são doze anos de contrato! Não dá para resolver essa m***a! Você se vira e se desculpa com eles. — Disse apontando o dedo em sua direção. — Eu não vou! — Respondeu revirando os olhos, mais uma vez. — Eu me demito! Sério Harry, eu me demito, estou me demitindo e você se vira para resolver todos essa bagunça! — Harry apenas suspirou e ficou me olhando, e eu fui saindo daquela sala. Sinceramente... c estava certo, quando surtou aqui dentro e se demitiu. Sora era o antigo secretário de Harry, o ômega fazia basicamente o que faço hoje. Me lembro que no dia da entrevista, ele estava tão estressado com Harry, que ele nem mesmo me avaliou direito. Ou avaliou os outros concorrentes. — Quem tem disponibilidade de horário, quem pode fazer horas extras, viagens repentinas, trabalhar na folga, trabalhar finais de semana, feriados, quem tiver disponibilidade para parar de viver e trabalhar aqui, me acompanha! Foi o que ele disse, e assim restou apenas eu! Eu precisava daquele emprego, e estava disposto a fazer de tudo para cuidar dos meus pais, não que nossa vida fosse r**m, mas eu queria fazer meus pais terem o melhor. E assim entrei nessa e********o remunerada. Um mês depois Sora saiu da sala de Harry berrando que ninguém suportava ele, e que nem mesmo dez mil libras pagava tudo o que ele passava ali. Eu já estava na frente do elevador, olhando meu reflexo na porta metálica, abaixei meu olhar e eu estava decidido a me demitir. Chega! Me surpreendi quando senti meu corpo ser erguido do chão, em uma velocidade surpreendente. Harry me levantou e me jogou no ombro e saiu andando de volta agora a sua sala. — Me solta! — Falei batendo em suas costas. — Me solta seu demônio, satanás, enviado de deuszebul! — Apenas ouvi sua risada grossa e um tanto debochada. Ele me colocou no chão após estarmos, no meio da sua sala. Eu olhava para ele tão puto da vida, que eu queria meter a mão na sua cara. Harry mantinha um sorriso no rosto que se não fosse toda a situação, eu acharia lindo. — Eu vou te m***r Harry, eu juro! Ou você me mata ou te mato! — Falei vendo-o rir. — Para de show! — Harry falou rindo. — Você já resolveu coisa do tipo, e eu tenho uma reunião agora... — Harry só virou as costas e saiu. Eu quis m***r ele! — Que o elevador caia com você lá dentro! — Falei mais alto e ouvi ele rir. — É sempre assim? — Ouvi Kenji perguntar para alguém. — Hoje foi leve, tem vez que o Levi joga o tablet! — Dylan falou. ⚜️ Uma hora! Esse foi o maldito tempo que demorei, para conseguir reparar a m***a que Harry fez. Archie e Kenji tinham entrado em uma conversa aleatória, Dylan estava me ajudando e isso reduzia meu estresse. Mas todas as vezes que eu me lembrava de Harry meu estresse aumentava e a vontade de mata-lo vinha tão alta, que eu poderia facilmente sufocar aquele demônio até a morte. Mas eu tinha resolvido! — Eu deveria pedir um aumento! — Dylan falou rindo. — Dois e quinhentos não são o suficiente. — Olhei para ele, e vi nele a minha chance de me vingar. — Quer um aumento? — Perguntei e vi ele me olhar. — Quer ou não? — Claro! — Dylan falou sorrindo. — Pois você acabou de duplicar seu salário! — Disse sorrindo. — Como é? — Archie perguntou. E eu olhei para ele, eu não era o secretário dele, mas com certeza ele agradecia minha permanência ali. — Ou ele recebe o dobro, ou eu me demito! — Falei e vi Archie dividir o olhar entre mim e meu (ex) secretário. — Tudo bem. — Disse suspirando derrotado. O dia foi se estendendo e Harry não voltava da maldita reunião. Isso já estava me fazendo ficar preocupado, a contar que Kenji, Liam e Zayn já tinham saído. Archie e Dylan saíram e voltaram. E nada, de Harry! Eu já estava preocupado e por isso fui até lá, andando por cada corredor estreito e cheio de mesas. A sala era dois andares a baixo, eu não quis esperar o maldito elevador e por isso apenas fui pelas escadas, passando pelos dois andares. Quando cheguei perto da sala, notei o andar estranhamente vazio, mas ainda sim continuei a caminhar. Fui até a porta e bati os nós dos meus dedos contra a madeira, porém não tive nenhuma resposta, então levei minha mão até a maçaneta e girei o objetivo redondo e metálico. Foi então que minha mente, precisou processar tudo de uma vez só. E junto com a imagem que eu via, minha mente parecia sussurrar coisas e com certeza elas faziam sentido. — Harry... — Sussurrei ao ver ele. Harry estava curvado na cadeira, seu terno completamente aberto, a sala tinha tantos feromônios que chegavam a me deixar zonzo. Mas principalmente seu cheiro! Seu cheiro estava forte, e inebriante. O cheiro amadeirado se destacando, misturado ao cheiro de terra molhada parecia invadir minha mente, e me fazer ficar embriagado naquele cheiro. — Ômega... — Harry sussurrou e eu compreendi a situação. Harry tinha entrado no cio! Isso explicava muita coisa, e eu precisava agir rápido. Quando Harry me olhou, notei que seu jar estava um pouco diferente, mas tinha algumas gotas de suor em seu rosto, e na sua calça uma ereção muito bem marcada. Eu não tive muito tempo para pensar, Harry me alcançou rápido, me puxando para dentro e fechando a porta com certa violência, tive tempo apenas de levar minha mão para trás e a trancar. Os vidros da sala eram escuros e não davam a visão para o lado de dentro. O andar vazio, Harry no cio, ele e eu aqui dentro sem mais nada para nós impedir. Foi a ocasião perfeita. Os lábios de Harry atacaram o meu pescoço, dando beijos e mãos beijos, me prendendo contra seu corpo com um aperto forte e gostoso, eu sentia sua ereção contra minha barriga, suas mãos percorriam meu corpo como se fosse uma necessidade. Ele foi caminhando até a mesa de reuniões e foi um tanto rápido, sua do ele apenas me empurrou e me deitou ali, sua boca era ágil em me beijar, e depois beijar meu pescoço e ir descendo, sua mão era habilidosa em desabotoar cada botão da minha camisa, expondo meu tronco com facilidade, logo senti os beijos molhados sendo distribuídos por minha pele, minha entrada já estava expulsando a lubrificação excessiva, e eu sabia que minha cueca já se encontrava arruinada. Eu apenas queria que ele continuasse e eu continuaria sem pensar em mais nada, apenas no seu corpo quente sobre o meu, seus rosnados altos e excitados, suas mãos quentes e que tocavam cada parte do meu corpo, sua ereção sendo pressionada contra a parte interna da minha coxa, e toda a atmosfera coberta por nossos cheiros. Quando ele abriu minha calça a puxou para baixo de uma só vez, parando apenas para tirar meus sapatos e minhas meias. E em segundos eu estava, nu! Harry não estava em seu estado normal, e eu sentia isso. Ele abriu sua calça com velocidade, expondo sua cueca cinza, com uma mão, ele tirou seu m****o que estava tão duro e brilhando pelo pré g**o que saía da sua f***a. — Te quero tanto! — Harry rosnou. — Hen-Harry a c*******a! — Lembrei, mesmo sabendo que ele não aceitaria usar. Um alfa no cio, só se preocupava com uma coisa. Engravidar seu ômega! — A-amor, a gente tem que usar! — Insisti para que não tivéssemos uma criança indesejada. — Não quer carregar meus filhotes? — Harry praticamente rosnou. O alfa levou sua mão até minha barriga e me olhou. — Quero que você carregue nossos filhotes... Pensa em um alfa, fofo! Mas, sem chance! Mesmo eu arriscando muito, me sentei na mesa, levando minha mão até a parte de trás da sua calça, pegando sua carteira, seus rosnados eram de revolta, suas mãos apertavam minha cintura, sua boca castigava minha pele, e eu queira a todo custo ceder. Era minha biologia, eu queria ceder ao alfa, ao meu alfa! Mas não podia deixar que esse momento decidisse nossas vidas, quando encontrei a c*******a, a peguei e a abri da maneira que pude, já sentia minhas coxas sendo meladas, e uma mão dele tomou meu m****o e assim iniciou uma m*********o, coisa que me arrancou gemidos. — Me deixa colocar, em v—você... A-ah, Harry! — Gemi ao sentir ele aumentar seus movimentos. — A-alfa, você tem que u—usar. Afastei ele, e mesmo ouvindo seus rosnados em protestos, suas mãos me fazendo pressão contra meu corpo, eu ainda sim consegui colocar a c*******a em seu p*u. Quando fiz isso, Harry me empurrou de volta na mesa, e foi questão de segundos até sentir ele me penetrar, não foi delicado ou ao menos cuidadoso. Foi rápido, forte e ele m*l esperou eu me acostumar com seu tamanho, e sua grossura. Seus movimentos eram rápidos, muito rápidos, ele ia fundo dentro de mim, me fazendo gritar. Quando ele alcançou meus lábios, nosso beijo foi feroz, minhas pernas logo enlaçaram sua cintura, o convidando a ir mais fundo, minhas unhas medianas castigaram suas costas. Quando senti sua virilha bater contra minha b***a, me fazendo urrar sentindo seu p*u esmagar minha próstata. — Ômega! — Ele gemeu mais alto. — Levi! — Ele rosnou fincando suas unhas na minha cintura, e indo o mais forte que pode. — Harry... A-ah, continua! — Pedi alto e até mesmo chorando de tanto prazer. Ele surrava minha próstata, minhas unhas rasgaram suas costas, minha boca estava aberta e dela saia gemidos chorosos. — Levi! — Ele gemeu mais alto, e eu sentia seu nó começar a se formar. — Amor! — Ele gemeu alto, e estocando o mais forte que pôde. — E-eu quero tanto te morder! Disse passando a língua sobre meu pescoço. E por Deus! Como eu quis aquilo. Já não tinha racionalidade ali, tinha apenas um alfa e um ômega, entregues um ao outro, envoltos em um amor complicado, mas ao mesmo tempo fácil de sentir. Um amor verdadeiro que cresceu, floresceu e se tornou real. — Alfa, morde... — Pedi sentindo seu nó crescendo dentro de mim, meus olhos já estavam banhados pelas lágrimas grosas que desciam por minhas bochechas coradas. E assim eu senti sua língua quente percorrer minha pele, e logo depois suas presas se afundaram forte em meu pescoço, furando minha pele e assim me marcando como seu. Naquele momento, já não tinha mais volta. Eu pertencia a Harry! Eu pertencia ao demônio Laurent! (...) — Isso foi intenso! — Harry falou rindo. — Foi! — Disse vestindo minha calça. — Minha família tem uma cabana aqui perto, já mandei mensagem para o meu tio, ele já foi até lá e está preparando para nós dois. — A febre do cio estava dando uma pausa, mas ele ainda estava um tanto sensível. Isso quer dizer, que eu não posso nem sonhar em questiona-lo. — Yasser vai arrumar uma bolsa para mim..., Kent fez uma para você também. — Disse sentindo os braços do alfa me abraçarem. Sua mão pousou sobre minha barriga. — Quero vê-la cheia com meus filhotinhos. — Mas, não verá! Pensei em dizer, mas sabia que ele não estava normal. E por isso apenas sorri para ele. Mandei mensagem para Archie, e ele me disse que iria liberar a passagem para nós. Não deixa bom ter ômegas pertos de um alfa em cio. (...) Saímos da sala, Harry estava apenas de calça, eu usava o terno completo, o andar já estava vazio, e à medida que andávamos pela escada e pelo hall de entrada, não tinha ninguém. Logo estávamos dentro do carro, e eu dirigia para a cabana da família Payne, seria o lugar perfeito para isso. Mas no caminho minha mente meio que me condenava por ter deixado Harry me marcar. E se déssemos errado? Puta m***a Levi! Como se sua vida já não tivesse difícil, agora você é marcado pelo seu chefe! Parabéns! Quando Yasser souber é capaz dele me m***r, e me deserdar! Quando Kent souber, vai fazer uma cena e, tem a chance de ele tentar agredir Harry. Que Kami nos ajude! — Se controla! — Harry falou. — Eu sinto seus sentimentos! — Só estou nervoso, okay? — Disse suspirando. — Só estou imaginando quando meus tios souberem dessa marca! — Você irá me marcar, também! Não entendo o nervosismo. — Harry falou como se fosse nada. — Eu vou te marcar? — Perguntei fazendo a curva e entrando na rua para a cabana. — Claro que vai! — Harry estava começando a ficar nervoso, e provavelmente era a febre do cio voltando e isso já começava a me afetar, assim que entramos na propriedade, o carro dos meus tios já não estavam mais ali, e assim descemos e fomos entrando. Mas assim que cruzamos a porta, Harry me agarrou por trás, já abrindo minha calça, arrebentando minha camisa e me empurrando até o sofá. Acabei caindo no sofá, de bruços para ele e sentido a minha roupa ser arrancada do meu corpo, em segundos eu já estava nu. E a boca quente de Harry contra minha entrada dilatada e encharcada pelo meu t***o. Quando olhei para frente, na mesinha ao lado do sofá, tinha um remédio que eu sabia ser a pílula, a alcancei rapidamente, e mesmo sem água engoli o remédio, sabendo que Harry não a tomou da minha mão, por estar ocupado demais me chupando e me fazendo delirar com sua língua. Harry parou o que fazia, e se pôs de joelhos, tirando sua calça de qualquer jeito e foi menos de um minuto, para sentir ele me penetrar novamente, e se antes foi um tanto intenso. Dessa vez, foi feroz! Ele começou a meter fundo, forte e rápido. Me fazendo gritar seu nome e praticamente ir ao céu e voltar de tanto prazer. Minha próstata já sensível, voltou a ser acertada de forma tão violenta que eu já não tinha pausas entre suas estocadas. Senti sua mão no meu cabelo que logos foram puxados, o t**a na minha b***a veio junto com mais uma estocada que acertou minha próstata. Eu estava perto de gozar e sentia seu nó começar a se formar, mas ele parou. Tirou seu m****o de dentro de mim e me virou no sofá, minhas pernas se abriram para ele, o alfa se encaixou no meio delas, e me penetrou. Deitando sobre meu corpo e me beijando. Minhas pernas prenderam seu corpo contra mim, e minhas unhas voltaram a judiar de suas costas, quando nos separamos um fio de saliva ainda nos conectava, o sorriso lascivo tomando conta dos seus lábios. — Me morde, ômega! — Disse com sua voz ainda mais grossa que o normal. E como se fosse um ímã, minha boca foi até seu pescoço e ali eu mordi. Enfiando minhas presas no seu pescoço, perfurando sua pele e o marcando como meu! Harry gemeu alto, foi o mais forte que conseguiu e assim senti seu nó se formar e ali eu gozei junto com ele. Gozamos juntos e chamando um ao outro. Um alfa chamando seu ômega! E assim seu corpo ficou sobre o meu, nós dois tremendo e suando. Nós dois juntos e conectados.
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